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Camada de ozônio do planeta está se recuperando, diz relatório da ONU

Um estudo das Nações Unidas disse que a camada de ozônio, que protege o planeta dos raios ultravioletas causadores de câncer, está…

By Redação , in Mundo News & Trends Tecnologia e Ciência , at 25/09/2014

Foto: Wikimedia
Foto: Wikimedia

Um estudo das Nações Unidas disse que a camada de ozônio, que protege o planeta dos raios ultravioletas causadores de câncer, está mostrando de novo sinais de condensação, após anos de destruição. O buraco de ozônio que aparece sobre a Antártida a cada ano, também parou de crescer, mas vai demorar uma década para começar a diminuir, de acordo com o relatório.

A queda no uso de clorofluorcarbonos ou CFC, em produtos de consumo, impulsionado por uma forte vontade política, é a razão para a recuperação da camada de ozônio, de acordo com cientistas e pesquisadores da Organização Meteorológica Mundial e o Programa das Nações Unidas para o Ambiente, que publicaram o relatório em conjunto.

“A ação internacional sobre a camada de ozônio é uma grande história de sucesso ambiental”, disse o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud, em um comunicado do PNUMA. “Isso deve nos encorajar a apresentar o mesmo nível de urgência e unidade para enfrentar o desafio ainda maior da mudança climática.”

O relatório que ele chamou de “um dos tratados ambientais mais bem sucedidos do planeta”, para a recuperação da camada de ozônio, que projeta prevenir dois milhões de casos de câncer de pele em 2030, além de prevenir danos aos seres humanos. Em 1987, o Protocolo proibiu produtos químicos que destroem o ozônio, como os CFCs, que eram na época amplamente utilizados em refrigeradores e aerossóis.

Dr. Ken Jucks da NASA disse à BBC que os seres humanos “já começaram a fazer a coisa certa, a fim de converter a atmosfera de volta para o que era antes do início da revolução industrial”.

No entanto, os cientistas não têm certeza se o buraco de ozônio pode se curar sozinho. David Vaughan do British Antarctic Survey, diz  ser um otimismo cauteloso em reagir aos dados e acrescentou que os números de um estudo do BAS poderia ajudar a confirmar o resultados da OMM.

“Nossos próprios dados da Antártida vão levar algumas semanas para se processarem, mas vamos esperar para confirmar as descobertas”, Vaughan disse à BBC.
O ozônio deve se recuperar aos níveis pré-1980 até meados deste século e um pouco mais tarde para a Antártida, onde a camada de gás de proteção fica extremamente fina entre agosto e dezembro de cada ano. O processo pode ser acelerado por quase 11 anos, se usar produtos que destroem o ozônio, como os encontrados em geladeiras velhas e extintores de incêndio.

(c) 2014, Newsweek, Inc. Todos os direitos reservados.

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