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Brasil - page 230

Empresas e condomínios de luxo investem em nova tecnologia para ter mais segurança

em Brasil/Tecnologia e Ciência por

De acordo, com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2013 indica que 93% dos paulistanos se sentem inseguros na própria cidade, este número aumentou comparado ao ano de 2012. Devido a isso mais e mais pessoas estão se articulando no cuidado da própria segurança. O aumento com a segurança patrimonial é inversamente proporcional ao sentimento de  insegurança da população, num país onde os gastos em segurança publicado em 2012 ultrapassaram R$ 61,1 bilhões, sendo um incremento de mais de 16% comparado a 2011.

Na maioria dos casos as pessoas acreditam estar mais seguras quando percebem que estão sendo monitoradas por câmeras de segurança, mas isso é uma falsa sensação, relata Joelma. Em muitos casos a aquisição de equipamentos obsoletos e projetos inadequados, podem colocar todo o investimento em risco. Muitas empresas de segurança aproveitam a falta de conhecimento técnico do contratante para vender equipamentos inadequados e assim aumentar a sua margem de lucro.

Não é o caso de um grande condomínio na zona sul de São Paulo. Aproximadamente os mil moradores são monitorados por 192 câmeras inteligentes, as imagens cobrem a movimentação dos prédios e a grande área de lazer do condomínio, tudo controlado por centrais de monitoramento informatizadas,  portarias blindadas, chips de identificação nos carros dos moradores, além da aquisição material foram investidos em seguranças e cães treinados. Todo esse investimento tem seu preço, mas hoje em dia é fácil conseguir projetos e equipamentos adequados com um bom custo-benefício, basta procurar uma empresa séria e profissionais capacitados.

A especialista em segurança Joelma Dvoranovski explica quais são as curiosidades tecnológicas que estão à disposição da segurança pública e privada no Brasil e no mundo.

A tecnologia tem se tornado a grande arma para o reconhecimento de infratores e criminosos.

As câmeras também podem auxiliar as autoridades policiais em grandes eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, softwares inteligentes permitem o reconhecimento facial (com base em um registro), de uma pessoa que possui histórico de vandalismo, seria possível fazer um monitoramento mais detalhado desse potencial causador de problemas. Câmeras antivandalismo que emitam sons como “afaste-se dessa área” também poderiam auxiliar na manutenção da ordem.

Como o comércio eletrônico influenciou o marketing multicanal?

em Brasil/Negócios por

Nos últimos tempos vimos uma revolução no comportamento do consumidor, nas formas de consumo e nos canais de venda, com isso o marketing passou por uma grande mudança de formato.

Já sabemos que no marketing online em quatro anos (número confirmado pela consultoria Forrester Americana) 60% das vendas do varejo irão começar nos meios digitais e serão conclu%C

As janelas quebradas da criminalidade

em Brasil/The São Paulo Times por

Os brasileiros estão apavorados com o aumento da criminalidade, que cresce nas metrópoles e vai ganhando proporções alarmantes também em municípios médios e pequenos. As causas do problema são múltiplas, desde questões sociais até o avanço do crime organizado, passando pela estrutura dos sistemas de segurança pública dos Estados. No entanto, há uma vertente dessa questão pouco citada, para a qual deveria ser dada mais atenção: cidades planejadas e sustentáveis são mais seguras do que outras que crescem desordenadamente?

Muito provavelmente, sim, a começar pelo fato de que o planejamento urbano adequado possibilita que a sociedade seja mais harmoniosa em termos de geração e distribuição de renda, tenha mais acesso à habitação, educação, saúde, lazer, bom transporte e a uma vida de melhor qualidade. Em comunidades assim, reduz-se de modo substantivo o impulso de se delinquir e o ímpeto da violência.

O desenvolvimento adequado das cidades, contudo, pode influenciar de modo mais amplo a percepção humana de que aquele local é mais seguro. Afinal, insegurança é um fator psicológico de cada um, criado pelos fatos que o circundam. É bastante razoável supor que seja mais segura uma localidade com calçadas largas, ciclovias, boa iluminação, água e esgotos tratados, parques e espaços públicos bem mantidos, ruas, praças e avenidas bem cuidadas.

Dois criminologistas da Universidade de Harvard (EUA), James Wilson e George Kelling, desenvolveram a Teoria das Janelas Quebradas, detalhada em livro, de autoria do segundo e de Catherine Coles, intitulado Fixing Broken Windows: Restoring Order and Reducing Crime in Our Communities (numa tradução livre, Consertando janelas: restaurando a ordem e reduzindo o crime em nossas comunidades). A ideia baseia-se em experimento realizado por Philip Zimbardo, psicólogo da Universidade de Stanford, com um automóvel deixado em um bairro de classe alta de Palo Alto, na Califórnia. Durante a primeira semana de teste, o veículo não foi danificado. Entretanto, após o pesquisador quebrar propositalmente uma das janelas, foi rapidamente depenado por grupos de vândalos.

Segundo a teoria, caso se quebre uma janela de um edifício e não haja imediato conserto, logo todas as outras serão danificadas. Algo semelhante ocorre com a delinquência. Em 1990, Kelling e Wilson orientaram trabalho no metrô de Nova York. Todas as pichações nas estações passaram a ser apagadas de imediato e os responsáveis eram detidos e encaminhados a interrogatório. A polícia começou a coibir delitos menores, interpelando aqueles que entravam sem pagar, urinavam em público e mendigavam de maneira agressiva. Após vários meses de campanha, a delinquência no sistema foi reduzida em 75%. O sucesso da iniciativa serviu de base para a política de “tolerância zero” implantada a seguir na Big Appe. O metrô paulistano referenda essa experiência nova-iorquina. Sempre bem cuidado, limpo e organizado, apresenta índices de criminalidade baixíssimos.

Em contrapartida, a cidade de São Paulo tem muitos pontos, em especial nas suas extremidades, degradados, sem lugares apropriados para a locomoção e permanência de pessoas, sem iluminação, com muros pichados e restos de entulhos. Isso tudo gera um risco enorme, estimula a violência, assaltos, furtos e estupros. Terrenos baldios ou mesmo grandes áreas com mato também são propícios ao tráfico e consumo de drogas. Temos exemplo recente em área nobre da capital paulista, na rua Peixoto Gomide. As fotos são reveladoras: por trás dos traficantes e usuários, muros e portões pichados e iluminação inexistente. Pode-se argumentar que a polícia poderia agir mais no local, mas ela não estará sempre disponível em cada esquina de um município com 11 milhões de habitantes.

Por todas essas razões, é necessário refletir sobre como os
cuidados com os aspectos urbanos podem melhorar a segurança. Seria importante, por exemplo, que as associações de bairros fossem mais autônomas perante as prefeituras, exercendo um papel secundário na manutenção das áreas públicas. Será que convênios não poderiam ser firmados, descentralizando um pouco a atuação dos governos municipais e estaduais?

Na Riviera de São Lourenço, bairro planejado do município de Bertioga, no Litoral Norte de São Paulo, a associação de moradores mantém o empreendimento. Atua na segurança (obviamente, sem exercer o poder de polícia), na conservação de áreas públicas, no fornecimento da água, no tratamento do esgoto e na gestão de resíduos. Claro que há problemas, mas será que se o bairro estivesse somente nas mãos da prefeitura os ínfimos índices de violência e criminalidade seriam os mesmos? Muito provavelmente, não!

Uma cidade planejada, que cuida de seus equipamentos públicos, tende a ter menos crimes. Os norte-americanos sempre dizem que um lugar seguro é aquele no qual mãe e filho podem passear sem medo. Onde se encontra isso em São Paulo ou em grande parte das cidades brasileiras?

Por Luiz Augusto Pereira de Almeida é diretor da Fiabci/Brasil e diretor de Marketing da Sobloco Construtora.

Nova nota de R$10 poderá circular com o rosto de Ayrton Senna

em Brasil/Educação e Comportamento/The São Paulo Times por

No ano que marca os 20 anos do legado do tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna, o Instituto que leva o nome do piloto apresenta a campanha Educação #Nota 10. A ação visa mostrar para pessoas que, com apenas R$ 10 por mês, é possível alfabetizar uma criança por ano nos programas educacionais da organização. A ideia é
aumentar o número de doadores mensais do Instituto por meio de uma campanha que sugere ao Banco Central a criação de uma nova nota de R$ 10 com o rosto do Ayrton – a nota 10 do Senna, para que todos se lembrem de que este é o valor mensal para o Instituto Ayrton Senna alfabetizar uma criança.

“Contamos com um grande engajamento nessa campanha. Todos unidos para realizar o sonho do Ayrton, que sempre desejou oferecer oportunidades de desenvolvimento a todos os brasileiros”, conta Viviane Senna, presidente do IAS.

Um modelo da proposta desta nova cédula foi criado para a divulgação da campanha. A ação conta com a participação de personalidades, que apoiam a causa por meio de vídeos que convidam o público a doar pela causa da educação de qualidade e a produzir seus próprios vídeos para levar a mensagem ao maior número possível de pessoas. A campanha será divulgada via Youtube e redes sociais. As doações podem ser feitas no site www.SennaNota10.com.br.

A campanha, idealizada pelos publicitários Ricardo Chester e Augusto Moya, ambos da agência África, foi a vencedora da segunda edição do Google Creative Sandbox Brief, veiculada pelo Youtube que unissem criatividade à tecnologia para uma ONG. A campanha Educação #Nota10 foi escolhida e seus autores ganharam premiação que permitiu a viabilização da campanha. A produtora O2 Filmes é a responsável pela produção dos vídeos da campanha e a agência Cubo pelas peças publicitárias.

“Estamos muito satisfeitos com o entusiasmo dos profissionais e do Instituto Ayrton Senna com esta campanha vencedora, que mostra o potencial da tecnologia para levar a criatividade a uma outra dimensão”, pontua Julio Zaguini, diretor de Relacionamento com Agências do Google.

Confira o vídeo da campanha Educação #Nota 10, no canal oficial do Instituto Ayrton Senna.

4G na faixa de 700 mhz: que benefícios terá a sociedade brasileira?

em Brasil/Tecnologia e Ciência por

A Anatel publicará hoje uma consulta pública sobre o leilão da faixa de 700 mhz, que deverá ocorrer em agosto deste ano. A consulta pública conterá, entre outros temas, regras para o procedimento denominado limpeza do espectro, que consiste na remoção das TV’s analógicas que atualmente utilizam a citada faixa. Tal processo demandará investimentos maciços por parte das TV’s e operadoras de telefonia móvel e cogita-se que será administrado por uma entidade a ser criada que administrará os recursos em âmbito nacional.

Atualmente o 4G instalado no Brasil nas principais capitais ocupa a faixa de 2,5 ghz, cuja abrangência demanda mais torres e antenas para cobertura do sinal. Com a tecnologia do 4G instalada na faixa de 700 mhz, o serviço melhorará tecnicamente em vários aspectos. Haverá para o consumidor uma maior gama de aparelhos, haja vista os principais fabricantes de smartphones do mercado asiático já utilizarem o 4G nessa faixa. Para as operadoras de telefonia móvel haverá uma grande economia, pois conseguirá ampliar a cobertura utilizando menos infraestrutura (torres, antenas, backbone e backhaul).

Conciliar o interesse público com o privado é o desafio que se propõem ao Governo Federal, uma vez que o acesso a internet é uma importante ferramenta de desenvolvimento e inclusão social. Na esteira da discussão há outros interessados na faixa não menos importantes. Me refiro ao Exército Brasileiro e a Secretaria de Segurança Pública, sendo a tecnologia 4G um importante aliado no combate ao crime.

Nas comunidades da cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, a inteligência agregada com o uso de câmeras de vídeo, comunicação de voz e dados, suportada por redes 4G, capacitam ao Exército e segurança pública responder com maior rapidez e precisão ações hostis dos mais diversos grupos criminosos que podem se aproveitar da visibilidade da Copa do Mundo, por exemplo.

Por fim, tecnologia 4G também pode ser utilizada pela defesa, monitoramento de fronteiras e guarda de bens estratégicos do Estado (usinas geradoras de eletricidade, mananciais de água, centrais de telecomunicações) cuja mera interrupção do serviço pode causar sérios danos à sociedade brasileira.

Enfim, o 4G é uma poderosa ferramenta de inteligência para a segurança pública em geral, em razão do fato de poder transmitir imagens em tempo real em alta definição. Tal fato coíbe a ação de criminosos, facilita a rotina de policiamento ostensivo, facilita inclusive o trabalho da justiça na elucidação de crimes permitindo que o Estado estejam um passo a frente do crime

Segundo a resolução 625, que destinou a faixa de 700 mhz para o LTE – Long Term Evolution -, as aplicações destinadas a segurança pública, defesa e infraestrutura, terão no mínimo aproximadamente 5 mhz de banda (upload e download), sendo tal banda insuficiente para os grandes centros – onde mais se precisa da faixa do espectro –, sendo o ideal cerca de 10 mhz de banda dedicada em capitais e grandes centros urbanos.

Há projetos, ainda em fase embrionária da operação em condomínio (Exército, segurança pública, saúde, etc), em uma rede própria do Estado. Verdade seja dita, o Brasil ainda tem muito o que amadurecer no campo da segurança pública e defesa que não são itens prioritários na agenda do Governo Federal, haja vista os alarmantes índices de criminalidade da país.

Será que gastando menos com infraestrutura o preço dos pacotes 4G cairão e o serviço será ofertado no modo pré-pago? E os preços dos smartphones, cairão com maior escala de consumidores? Recentemente a mídia inglesa (The Economist) noticiou que o modelo mais caro de smartphone no Brasil chega a custar 1.000 libras, o equivalente a quatro mil reais! Como brasileiro, espero que o governo fiscalize de perto os investimentos das operadoras de modo a assegurar mais efetividade e qualidade ao consumidor de serviços de telefonia móvel, garantindo a defesa e a segurança pública quantidade de espectro suficiente para suas atividades.

Por Dane Avanzi. Advogado especializado em telecomunicações, diretor superintendente do Instituto Avanzi e Vice-Presidente da Aerbras

Quer ter a sua própria marca de cerveja? Então conheça esse curso

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Negócios por

A Beer Academy Brasil, instituição de ensino cervejeiro idealizadora e coordenadora pedagógica do curso Administração dos Negócios da Cerveja da FGV, lança seu novo curso em parceria com as mais premiadas e badaladas microcervejarias do Brasil como Bodebrown, Colorado, Coruja, Wäls, Backer, seus profissionais como Samuel e Paulo, Rafael Moscheta, Rafael Rodrigues, José Felipe e Thiago Carneiro, Paula Lebbos, corpo docente de profissionais como Edu Passareli, do Aconchego Carioca, Juliano Mende, fundador da Eisenbahn e professores das mais conceituadas instituições de ensino do país, como ABS-SP, IBMEC e FGV.

O curso será ministrado em sete cidades: Belo Horizonte, Blumenau, Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro. Em Belo Horizonte o formato será de curso intensivo, e as aulas ocorrerão em dois finais de semana (sexta, sábado e domingo), nos dias 02,03,04,16,17 e 18 de maio.

O curso visa compreender e atualizar os principais tópicos da indústria de bebidas, sobretudo, cervejas do Brasil e do mundo, auxiliando empreendedores, desde os mais novatos aos mais experientes, passando pelo planejamento até a execução em seus negócios. A carga horário é de 32 horas/aula, os alunos terão as seguintes disciplinas: teorias e estratégias dos negócios de bebidas; planejamento de marketing de cervejas; administração; perfil do consumidor brasileiro; tipos e estilos de cervejas; consumo consciente; psicologia do consumidor; comunicação; logística e pontos de venda; introdução à precificação, importação, exportação, composição de preços, impostos e empreendedorismo. A coordenação do curso em Belo horizonte fica por conta da sommelier de cervejas Priscilla Collares, que também tem formação em Administração dos Negócios da Cerveja pela FGV em São Paulo e a direção nacional fica por conta do professor Túlio Rodrigues e Robson Rehem.

As inscrições para o curso devem ser realizadas pelo email: [email protected] ou pelo site www.beeracademy.com.br. Após aprovação no processo seletivo, o candidato deverá efetuar o pagamento para assegurar a sua vaga.

O valor do curso é de R$1.890,00 com pagamento por boleto bancário, depósito em conta ou Pagseguro. Vagas limitadas!

Produtores reduzem idade de abate para aumentar rentabilidade

em Brasil/The São Paulo Times por

Em busca de maior rentabilidade, o pecuarista brasileiro está aumentando a produtividade do rebanho, seja pelo uso de pacote tecnológico como pela redução gradual da área de pastagens. Para 2014, as estimativas da Agroconsult, organizadora do Rally da Pecuária, apontam crescimento conservador de 300 mil cabeças terminadas em confinamento no país e redução gradativa na idade de abate. “Os pecuaristas tem buscado aprimorar a tecnificação, com a melhoria de alimentação, genética e manejo do rebanho”, explica Maurício Palma Nogueira, coordenador geral do Rally da Pecuária 2014.

Nos números divulgados antes do início da expedição, a serem conferidos em campo, a Agroconsult estima que o total de bois terminados com idade bem avançada (acima de 40 meses) seja inferior a 2 milhões em 2014. A significativa redução da idade de abate, o aumento na velocidade da oferta de animais para abate, a elevação da eficiência do confinamento e o uso cada vez maior de tecnologia indicam uma perspectiva de aumento de quase 2% na produção de carnes no país neste ano. Esse cenário deverá ocorrer mesmo em ano onde a expectativa é de retenção de matrizes.

Com foco na avaliação das condições da bovinocultura nas principais regiões produtoras, o Rally da Pecuária, maior expedição técnica privada do Brasil, vai a campo a partir de Campo Grande (MS) nesta 6ª feira, dia 25 de abril, para realizar um levantamento completo, in loco, das áreas de cria, recria, engorda e confinamento das fazendas de pecuária.

As cinco equipes técnicas do Rally visitarão propriedades em Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Pará, Mato Grosso e Rondônia – que respondem por mais 75% do rebanho bovino nacional e 85% da produção de carne -, mapeando e fotografando pastagens para obter informações como homogeneidade do pasto, volume de massa, população de plantas, altura do capim, presença de erosão, plantas invasoras, além de um histórico de utilização dessas pastagens relatado pelos pecuaristas. No total, serão 164 municípios percorridos em cerca de 40 mil quilômetros.

Em encontros agendados com cerca de 120 pecuaristas, técnicos do Rally conduzirão entrevistas qualitativas e quantitativas para levantar, entre outros dados, áreas de pastagem e de agricultura em cada propriedade, total de cabeças de gado, confinamento, índices de fertilidade, natalidade e mortalidade, manejo sanitário e de pastagens e comercialização de animais. “Queremos estreitar o relacionamento com produtores, difundir conhecimentos e tecnologias que melhorem o resultado do pecuarista e contribuam para a melhoria da base estatística disponível”, explica André Pessôa, sócio diretor da Agroconsult.

Copa do Mundo: quais são os benefícios para o país?

em Brasil/Esporte/News & Trends por

Um relatório divulgado pela Moodys Investors Service argumenta que, apesar da Copa do Mundo atrair muitos visitantes, os benefícios econômicos da maior competição desportiva do mundo provavelmente serão “de curta duração”.

Pode ser um ganho rápido para as indústrias de bebidas, de viagens, de construção e de transmissão, segundo  a empresa de classificação de crédito. Mas, por outro lado, é possível que haja pouco impacto duradouro para a maioria dos outros setores avaliados.

“Sediar a Copa do Mundo trará a esperança de posicionar o Brasil para fora da desaceleração econômica”, diz Barbara Mattos, analista sênior do escritório da Moodys Investors Service em São Paulo.

“Mas a atividade econômica, em última análise, empalidece diante dos 2,2 trilhões de dólares da economia do país: os níveis habituais de despesas de investimento e as receitas anuais da maioria das empresas”, explica Barbara.

Em 2007, por exemplo, a economia cresceu 6,1 por cento. Agora , os economistas alertam que ela poderia estar à beira de uma recessão. Barbara Mattos alertou que o evento de 32 dias iria fornecer “aumentos de curta duração no setor de vendas que não são suscetíveis de afetar significativamente os ganhos, aglomerando dias de trabalho perdidos, que trarão consequências depois”.

A empresa Moody reconheceu em seu relatório que a Copa do Mundo é um evento esportivo raro que oferece uma grande quantidade de exposição na mídia global. Para temos uma ideia geral, cada jogo da Copa do Mundo na África do Sul em 2010 teve uma audiência média de 188,4 milhões de pessoas.

O Brasil provavelmente se beneficiará desta exposição se o evento correr bem, mas, segundo a Moody, os grandes patrocinadores como a Coca-Cola, Adidas e a Oi podem ser os verdadeiros vencedores deste jogo.

“Enquanto a Copa do Mundo oferece um potencial benefício de reputação, a imagem do Brasil seria marcada por uma reprise da agitação social vista em junho passado, durante um evento da Copa das Confederações”, comenta Barbara, referindo-se aos manifestantes que saíram às ruas em massa no ano passado, reprovando a atitude do governo em gastar com eventos esportivos ao invés de melhorar os padrões de saúde e de educação.

A imagem do Brasil também pode ser prejudicada “se a infraestrutura necessária não estiver pronta a tempo, com implicações negativas em todos os setores”, declara Barbara.

A potência sul-americana está correndo contra o relógio para concluir vários projetos de infraestrutura atrasados – incluindo três estádios – antes que 600 mil turistas estrangeiros e 3 milhões de viajantes domésticos cheguem para o início dos jogos em 12 de junho.

Os prazos estabelecidos pela FIFA para as instalações nas 12 cidades-sede oscilam entre os acontecimentos, enquanto sete mortes em locais de construção dos estádios, incluindo uma em São Paulo, reacenderam as tensões internas sobre o alto custo do que muitos veem como um projeto de vaidade desnecessária.

© 2014, IBTimes

Sem critérios, medidas para diminuir a velocidade podem causar acidentes

em Brasil/Educação e Comportamento/The São Paulo Times por

Quebra-molas, lombadas eletrônicas e travessias elevadas são as intervenções de engenharia mais comuns para reduzir a velocidade e prevenir acidentes de trânsito. Mas a solução pode se tornar um problema se alguns critérios na escolha do dispositivo não forem considerados.

A má aplicação desses redutores de velocidade, de acordo com o especialista em gestão de trânsito e mobilidade urbana da Perkons, Luiz Gustavo Campos, pode levar ao aumento do número de acidentes e prejudicar a fluidez do tráfego, além dos impactos específicos que cada medida gera em termos de conforto aos passageiros, contaminação do ar e desgaste do veículo. “A população clama por soluções para a redução da velocidade nos seus bairros, mas os pedidos são comumente atendidos sem um estudo completo do tráfego e o que se verifica é a instalação indiscriminada dos distintos dispositivos, sem considerar as recomendações técnicas para aplicação de cada um deles”, avalia.

Para definir que redutor de velocidade adotar é necessária a análise de fatores como a ocupação do solo, o volume e composição do tráfego de veículos, a velocidade operacional, o fluxo de pedestres transversal e ao longo da via, as rotas de transporte público, transporte de carga e veículos de emergência, e características físicas da via, que podem indicar a necessidade de outras medidas de engenharia de trânsito.

Confira como esses dispositivos podem auxiliar na redução da velocidade no trecho e a aplicabilidade de cada um deles.

Lombadas eletrônicas – são indicadas para qualquer tipo de via. Possui sinalização de alerta piscante e indicador da velocidade do veículo. É instalada em calçadas, canteiros ou ilhas e não obstrui a via. Por isso, não prejudica o trânsito de ônibus, veículos de emergência, não causa danos aos veículos ou gera riscos a motociclistas e ciclistas. Os modelos são diferenciados e adaptáveis às características físicas da via. Não oferece riscos em situações de curvas, aclives e declives e podem, inclusive, canalizar o tráfego e favorecer a travessia de pedestres. Porém, quando instalada em calçadas, pode reduzir o espaço destinado ao pedestre. Precisa estar bem sinalizada para não ser ignorada pelo condutor.

Ondulação transversal – popularmente conhecida por lombada física ou quebra-molas, é indicada para vias locais e coletoras.  O principal aspecto positivo é que a redução pontual é garantida. No entanto, ao passar sobre um quebra-molas, o veículo consome duas vezes mais combustível e também duplica a liberação de gases poluentes, segundo estudo da organização britânica Automobile Association. As lombadas físicas não são recomendadas onde há rotas de ônibus e só podem ser usadas quando a via não apresenta rampas com declive superior a 6% em áreas urbanas e a 4% em rodovias e se no trecho não houver curvas. O recurso requer ampla sinalização e manutenção, pois se mal projetada pode causar acidentes e danos aos veículos. Não é recomendada se o fluxo de tráfego superar 600 veículos por hora.

Travessia elevada – é a solução mais indicada para dar prioridade de travessia aos pedestres e é aplicável em proximidades de cruzamentos. Pode ser construída somente em trechos com perfil de vias coletoras ou locais e requer que a pista seja pavimentada, que haja calçadas em ambos os lados da via e que o trecho seja iluminado.  O comprimento deve ser igual à largura da pista e é recomendado que a plataforma tenha no mínimo 4 metros e que as rampas – que variam de acordo com a altura da faixa elevada – apresentem inclinação entre 12% e 18%. Com impactos menos significativos que as ondulações transversais, a frenagem e aceleração do veículo para passar o obstáculo consomem mais combustível, aumentam a poluição sonora e a emissão de gás carbônico.

Campos explica que as lombadas eletrônicas podem ser usadas para diferentes velocidades, enquanto a velocidade impressa no ponto em que há um quebra-molas varia entre 20km/h e 30km/h e onde há travessia elevada, entre 32km/h e 48km/h. Ele ainda alerta quanto à sinalização: “Os quebra-molas e as faixas elevadas são obstáculos na pista, por isso requerem sinalização ostensiva vertical e horizontal e iluminação pública que favoreçam serem vistas pelo condutor”, completa.

Questões legais

O uso de lombadas eletrônicas é previsto no artigo 280, §2° do Código de Trânsito Brasileiro e regulamentado pela resolução do Contran 396/2011. Em relação à travessia elevada existe uma minuta elaborada pelos membros da Câmara Temática de Engenharia de Tráfego, da Sinalização e da Via, no ano passado, e, até o momento, não foi publicada a resolução que regulamenta a medida, que está em análise no Contran.

Já as ondulações transversais são proibidas, conforme artigo 94 do código, salvo nas situações especiais previstas na resolução 39/1998. Sendo assim, a legislação proíbe sua instalação. “A implantação deve ser sempre excepcional, com autorização da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via, podendo ser colocada após estudo de outras alternativas de engenharia de tráfego, quando estas possibilidades se mostrarem ineficazes para a redução de velocidade de acidentes”, esclarece o especialista em direito de trânsito e comentarista do site CTB Digital, Julyver Modesto de Araujo.

Cruz Vermelha de São Paulo beneficia mais de 50 mil pessoas em 2013

em Brasil/Saúde & Bem-estar/The São Paulo Times por

Em 2013, a Cruz Vermelha Brasileira – Filial do Estado de São Paulo, cumprindo sua missão de ajudar a minimizar e prevenir os problemas sociais, beneficiou mais de 50 mil pessoas por meio da atuação em diversas frentes de trabalho, entre elas Socorro e Desastre, Promoção à Saúde, Doação Voluntária de Sangue e Programas Comunitários.

Em fevereiro do ano passado, uma equipe de voluntários foi deslocada para a cidade de Cubatão, na região metropolitana da Baixada Santista, em São Paulo, a fim de prestar socorro à população vítima das enchentes. Meses depois, a Cruz Vermelha também esteve presente em Taquarituba, no interior do estado, devido ao rastro de destruição deixado por um tornado. Em ambos os casos, os voluntários trabalharam na gestão de abrigos temporários e na triagem de saúde nos alojamentos.

Ainda em 2013, mais de cinco mil pessoas foram beneficiadas pela Campanha do Agasalho promovida pela Cruz Vermelha. A iniciativa ocorre anualmente e tem por objetivo ajudar comunidades carentes a enfrentar o inverno em diferentes regiões de São Paulo.

Mutirões de dermatologia e oftalmologia, com aferição de pressão arterial e medição de glicemia capilar, também foram realizados em diversos locais durante o ano e beneficiaram cerca de 30 mil pessoas. Da mesma forma, voluntários da Cruz Vermelha ofereceram palestras e oficinas de capacitação em primeiros socorros e saúde comunitária para crianças e jovens em creches, escolas e orfanatos. Houve ainda a campanha de doação voluntária de sangue, que recrutou doadores por meio da educação e conscientização para a saúde nas comunidades.

“Os resultados obtidos em 2013 apenas reforçam a importância de perseguirmos nosso objetivo de prevenir e aliviar sofrimentos. Nossos esforços são direcionados para promover cada vez mais projetos em prol de melhorias para a sociedade”, explica Aline Rosa, Gerente de Projetos Sociais e Voluntariado. Ao todo, foram repassadas 47 toneladas de donativos, com um total de 68 instituições apoiadas. Atualmente, a Cruz Vermelha conta com 383 voluntários em atuação.

“Dr. Peçanha in London” estreia no Vevo

em Brasil/Cultura e Entretenimento por

Confira a incrível história do ‘Dr. Peçanha in London’ e conheça o detetive que desvenda os mais intrincados casos nacionais e internacionais baixando o santo.
Com Skowa nos vocais, animação e direção de Gui Fonseca, essa é a primeira parceria de Carlos Castelo, colunista do The São Paulo Times, com o grande maestro Luiz Macedo. O Clipe já está disponível no Vevo.

Startup brasileira promete revolucionar gerenciamento de bens públicos das cidades

em Brasil/Tecnologia e Ciência por
Uma startup brasileira, criada no Rio Grande do Sul, promete revolucionar o gerenciamento do patrimônio público das cidades com um sistema pioneiro que, instalado em qualquer smartphone, facilita e agiliza o gerenciamento do mobiliário urbano e dos bens públicos em geral, além de integrar e abreviar a comunicação entre os departamentos e secretarias de uma prefeitura.
Formada pelo designer Mário Verdi, pelo engenheiro de software Henrique Haas, pelo economista Sandro Schleder, e pelo administrador de empresas, Paulo Tupinambá, a Inventsys começa a apresentar para o mercado brasileiro o sistema Citysys. Já em uso na prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, o funcionamento do Citysys é simples e requer breve treinamento e rápida configuração. “Estamos oferecendo aos gestores públicos uma ferramenta que responde à altura ao processo de gestão colaborativa dos municípios, a chamada cidadania fiscal. O Citysys equipa o poder público para tornar mais eficiente esta força colaborativa, ligando a vontade de ajudar com a capacidade de resolver”, aponta Mário Verdi, diretor geral da Inventsys.
Diferente das ferramentas de cidadania fiscal, onde os problemas são reportados de forma independente do processo de resolução dos problemas, o Citysys liga o inventário de bens e o registro de ocorrências nestes bens com a máquina operacional. O sistema opera com um painel web em nuvem e um aplicativo instalado num smartphone, projetados para possibilitar o rápido cadastramento de todos os bens públicos da cidade, de forma categorizada, geolocalizada, com foto, data, hora e dados específicos de cada item de inventário. A agilidade do sistema permite que sejam registrados até 300 itens por pessoa a cada dia. Além disso, o Citysys possibilita que seja feito o acompanhamento e fiscalização de obras e do estado de conservação dos bens públicos, como paradas de ônibus, sinalização de trânsito, monumentos, iluminação, etc.
Em São Bernardo do Campo, o sistema é utilizado pela secretaria de transportes da cidade e facilitou o cadastramento, fiscalização e gerenciamento de toda a sinalização de trânsito da cidade, como placas e sinaleiras, com mais de 100 mil itens sendo inventariados.
Sem burocracia
Segundo Mário Verdi, um dos criadores da empresa, o Citysys agiliza a fiscalização, que geralmente conta com número de equipes insuficientes para dar conta da demanda, e dispensa o preenchimento de papeis e processos burocráticos intermináveis. Com o Citsys, assim que uma ocorrência é registrada no sistema (com foto, dados e localização do item, horário, nome do usuário e descrição do problema), como uma placa ou parada de ônibus danificada, o sistema já direciona a demanda para o departamento ou secretaria competente para que o conserto seja providenciado, num processo automatizado. Ao mesmo tempo, o sistema contabiliza o tempo para que aquela demanda seja atendida.
“Os gestores não sabem, por exemplo, quantas placas de trânsito a cidade possui, quantas paradas de ônibus, sinaleiras, prédios públicos, muito menos a condição detalhada de cada um desses itens. O Citysys proporciona essa visão da cidade, de forma rápida, ágil e integrada. Além de contabilizar tudo isso, o sistema que desenvolvemos é uma ferramenta de gestão operacional da cidade, pois a demanda cadastrada pelo Citysys cai direto na fila de execução da secretaria competente. A demanda é protocolada virtualmente sem ter que ligar e oficiar, perdendo tempo com a burocracia”, destaca Verdi.
Somado a agilidade e precisão, o Citysys é uma ferramenta que proporciona transparência. Uma vez inserida a informação no sistema, prefeito, secretários e diretores acessam os dados disponíveis com um clique no computador.
“O aplicativo que desenvolvemos consegue fazer com que os secretários saibam de fato o que está acontecendo na cidade. Esse sistema traz uma característica de governança. Elimina feudos de informação. Dá visibilidade àquilo que é bem feito. Descentraliza o poder”, ressalta Sandro Schleder, Diretor de Operações da empresa.
Mas não é somente para o setor público que a Inventsys mira com seu Citysys. Segundo Mário Verdi, o aplicativo pode ser facilmente adaptado ao dia a dia de uma empresa do setor de construção civil, empresas de manutenção, concessionárias de rodovias, grandes condomínios, imobiliárias, etc. Verdi destaca a aplicação para empresas operações de instalação e manutenção, como a Lupa Comunicação Visual, fabricante de sistemas de sinalização corporativa  que tem na carteira projetos como o Aeroporto de Guarulhos, Itaipu Binacional, Yara Fertilizantes, Lojas Renner, entre outros. “Na Lupa, o uso do Citysys passou a fazer parte dos processo de rotina obrigatórios dos instaladores e gestores”, afirma, Paulo Vargas, diretor da empresa. “Nosso diferencial é que a empresa tem a soma de design e tecnologia no DNA, fazendo com que nossos sistemas sejam criados tendo o usuário no centro do processo de modelagem e desenvolvimento”, adianta Verdi.
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