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São Paulo - page 64

Fogos de artifício podem causar problemas a pets durante a Copa do Mundo

em Brasil/São Paulo/The São Paulo Times por

labrador-1437117-mCuidados especiais com os animais de estimação devem ser tomados para diminuir o estresse e acidentes causadas pelo barulho dos fogos. Hospedar o pet em um local afastado pode ser opção para evitar problemas.

Com a Copa chegando, mais as tradicionais festas juninas, junho vai ser um mês difícil para quem tem cães, já que eles costumam ficar extremamente agitados e chegam a ter medo do barulho. Isto porque os cães têm a audição quatro vezes mais sensível que a humana e escutam frequências que são inaudíveis para nós. Portanto, o som de um rojão, que para o homem pode ser insignificante, para o cão pode ser tão intenso quanto ao de uma explosão. Em momentos como este o instinto de preservação fala mais alto e o animal tenta uma fuga para se afastar do que ele reconhece como perigo. Com isto, cães podem se cortar atravessando janelas ou portas de vidro, cair de varandas ou sacadas, fugir pelo portão ou apresentar problemas cardíacos e nervosos.

Nestes casos, não adianta apenas colocar o cão em um cômodo mais isolado da casa, ou fechado, pois o estrondo é absorvido da mesma maneira. O ideal é acomodar os animais em locais onde eles possam se ver livres de tais barulhos e se sentirem protegidos, sem a necessidade de se refugiarem a todo momento.

Para os donos de pets que não poderão contar com esta opção, precisando permanecer com seus cães em casa nas próximas semanas, a dica é levar o pet para um canto mais sossegado da residência, em um local onde não haja objetos ou estruturas onde ele possa se machucar na hora da agitação. Colocar algodão no ouvido do cão e fazer uma bandagem em volta das orelhas pode diminuir o ruído percebido pelo cão, também é uma opção. Evite confortar o cão nestes momentos de pânico, pois isto é um reforço positivo para que ele tenha cada vez mais medo, e que este problema cresça exponencialmente. Procure ajuda de um profissional com experiência (veterinário ou treinador) para receber orientações de como proceder nestas horas.

 O veterinário Dr. Aldo Macellaro Jr, afirma que  faz bem hospedar os pets em lugares apropriados para eles. “Além de estarem longe da festa e dos barulhos das grandes cidades, os pets encontram muita diversão e fogem um pouco da rotina”, comenta.

Relíquias do futebol viram exposição

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Esporte/São Paulo/The São Paulo Times por

Bolas e chuteiras que ajudam a contar a história do futebol mundial estão entre os itens presentes na mostra que reúne cerca de dois mil objetos e apresenta peças que podem ser tocadas pelos visitantes.

Esporte movimento interna 700 px

A Caixa Cultural São Paulo apresenta até o dia 20 de julho de 2014, a exposição “Esporte Movimento”, uma seleção de aproximadamente dois mil peças da coleção de mais de 70 mil itens esportivos pertencentes ao colecionador Roberto Gesta de Melo. A mostra, inédita no Brasil, é gratuita e conta com o patrocínio da Caixa Cultural e do Governo Federal.

Entre os itens da exposição que contam a história do futebol, está a bola do segundo mundial entre seleções organizado no mundo. A edição foi a primeira a contar com eliminatórias, uma vez que o número de seleções inscritas foi muito alto. A bola possui 12 gomos e é feita em couro. A mostra possui também uma par de chuteiras francesas, datado do meio do século XX e precursor das chuteiras modernas. Trata-se dos primeiros passos do que seria o constante aperfeiçoamento dos calçados esportivos, processo que articularia duas dimensões: uma preocupação com a eficiência (possível em função do desenvolvimento da biomecânica) e com a beleza (a indústria da moda investe pesado no design desses produtos, inclusive retirando-o do exclusivo campo das lides esportivas para outros espaços sociais). Outra peça que pode ser vista na exposição é uma réplica da bola utilizada no mundial de 1950, no Brasil.

“Esporte Movimento” é um recorte da maior coleção privada de artefatos esportivos do mundo. Durante a exposição, os visitantes poderão apreciar selos, moedas, troféus, tochas, fotografias, vídeos, medalhas originais e demais objetos relacionados ao esporte. Além disso, em uma área específica da exposição, o público poderá tocar em uma tocha. A ação visa à inclusão de deficientes visuais na mostra.

O projeto procura apresentar um panorama das mais diferentes dimensões que cercam a prática esportiva. Composta por oito núcleos, a exposição fará um passeio pela história do esporte, começando pelas pinturas rupestres e chegando até os dias atuais. Durante a exposição, haverá, ainda, homenagem a diversos esportistas, que tiveram grande importância para o cenário histórico do esporte mundial.

Exposição “Esporte Movimento”

Visitação: até 20 de julho de 2014

Horário: de terça a domingo, das 09h às 19h.

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro/SP

Informações: (11) 3321-4400

Classificação etária: Livre

Entrada Franca

Acesso para pessoas com deficiência

Argentinos revelam que em caso de desclassificação, podem torcer pelo Brasil

em Brasil/Esporte/São Paulo/The São Paulo Times por
Brasil ArgentinaEstudo feito pela Officina Sophia Retail revela expectativa de brasileiros e latinos para a Copa do Mundo.

A realização da Copa do Mundo no Brasil terá muitos problemas na opinião de 59% dos brasileiros. Em contrapartida, 50% do público de outros países da região esperam por uma boa condução do evento. Essas constatações são de um novo estudo feito por meio de parceria entre a Officina Sophia Retail, empresa de pesquisa da holding HSR especializada em varejo e comportamento de compra, e o painel online de pesquisas eCGlobal Solutions. O levantamento com o objetivo de apontar o comportamento de compra de eletroeletrônicos e expectativas em relação ao mundial foi realizado entre 2 e 13 de maio, entrevistando 1.580 brasileiros e 1.260 pessoas de outros países da América Latina.

Ainda com relação à organização, 32% dos brasileiros acreditam em um bom trabalho e somente 9% consideram que o torneio será ótimo. Já nos países da região, 31% confiam na ótima realização e apenas 19% pensam que haverá muitos problemas durante o período da competição.

Brasileiros e latinos divergem nas opiniões sobre organização e infraestrutura do mundial. Por outro lado, há consenso na hora de apontar um favorito. Os brasileiros estão confiantes nos resultados dentro de campo e 66% confiam na vitória da seleção comandada por Luiz Felipe Scolari. A maioria do público nos países vizinhos, 37%, também aposta no título do Brasil.
A pesquisa também aferiu a simpatia dos nossos vizinhos pela seleção brasileira em caso de desclassificação das outras equipes do continente. Nesse cenário, 36% dos entrevistados revelaram que torcerão pelo Brasil, sendo que esse recorte é composto por 19% de argentinos. Já no caso de eliminação do Brasil, 52% do público do País torcerão por seleções europeias, com preferência por Portugal, Alemanha, Espanha e Itália.

A Copa do Mundo está alavancando a venda de televisores. No total, 68% dos brasileiros entrevistados assistirão aos jogos em casa, sendo que 48% compraram ou irão comprar em lojas físicas especializadas em eletro e 35% compraram ou irão comprar via internet.

Postes de luz vão iluminar São Paulo com mensagens de torcedores durante a Copa do Mundo

em Esporte/São Paulo/The São Paulo Times por

Na primeira fase dos jogos, postes projetarão melhores frases da população no Tatuapé, Vila Madalena e Vila Mariana.

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Na Copa do Mundo, a população vira torcida e a rua, arquibancada. Para conectar torcedores e craques em campo, a AES Eletropaulo está selecionando as mensagens mais inspiradoras, via fanpage, para projetá-las, a partir dos postes de iluminação pública, pelas ruas de São Paulo, cidade sede dos jogos. O projeto Mensagens que Brilham já iniciou testes e começa oficialmente com a abertura do mundial, no dia 12.

Durante a primeira fase dos jogos do Brasil, frases eleitas serão projetadas, junto com a hashtag #energiaquebrilha, por luzes “verdes e amarelas” em um raio de 1,20 metro de diâmetro, por lentes preparadas especialmente para o evento. A população poderá tirar fotos nos locais, além de postar no Instagram e no Facebook.

Até o dia 12 de junho, os torcedores podem conferir as projeções na Rua Euclides Pacheco, altura do número 311, no bairro do Tatuapé. Já no segundo jogo, dia 17 de junho, será a vez da Vila Madalena receber as Mensagens que Brilham, na rua Wizard, altura do número 489. No dia 23, o coro da torcida vai colorir o bairro de Vila Mariana, na Rua Áurea, altura do número 365.

Saúde, educação e família. O que tem em comum?

em Brasil/São Paulo/Saúde & Bem-estar por

educacaoJá há algum tempo especialistas vêm apontando a saúde dos adolescentes como um dos desafios para a realidade deste novo milênio. Trata-se do grupo etário de 1,2 milhão de pessoas (um em cada seis habitantes do mundo) talvez mais vulnerável à mudança global de valores que acompanha os novos cenários econômicos e sociais, que se sucedem cada vez mais velozmente. Desemprego, exigências mais rigorosas para acesso ao mercado de trabalho, urbanização, migrações, acelerada evolução tecnológica e choques culturais estão entre os fatores que provocam forte impacto na formação das novas gerações, num processo de difícil acompanhamento e mesmo percepção por parte de pais, professores e outros adultos que com elas convivem. Em época nenhuma foi muito tranquila a transição da infância para a idade adulta, sempre uma fase complexa de desenvolvimento fisiológico e psicológico. Mas, atualmente e em especial nos países emergentes, os adolescentes enfrentam cargas adicionais. No Brasil, por exemplo, boa parcela deles vivenciam transformações profundas na vida pessoal e familiar, decorrentes da ascensão social, maior acesso à educação e maior poder de consumo.

Até aqui pouco estudado, o novo cenário vem despertando a atenção de especialistas e motivou, pela primeira vez, um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) que colheu dados de 109 países para identificar as principais causas de doenças e mortes de pessoas entre 10 e 19 anos em todo o mundo. O suicídio aparece como terceira causa das 1,3 milhão dos óbitos. À frente estão: acidentes de trânsito, com 330 mortes por dia, e a Aids, que após alguns anos de queda volta a crescer, atingindo mais de 2 milhões de adolescentes – uma elevação creditada ao aumento dos casos nos países africanos, enquanto Europa e Américas registram queda.

O mesmo relatório aponta a depressão como a grande causa de doenças e inaptidão nessa faixa etária. Entre os principais fatores desse cenário, estão as mudanças na expectativa de vida, a falta de perspectiva de futuro, o aumento no uso de drogas e a violência. “Os dados são realmente preocupantes, mas não surpreendem quem está, na prática, atendendo a essa população, pois a depressão, muitas vezes, está associada a outros problemas mentais mais graves – como dependência química ou transtorno de conduta –, casos em que aspectos emocionais ou alterações próprias da depressão não são investigados”, afirma o psiquiatra Miguel Boarati, coordenador do Ambulatório do Programa de Transtornos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, em reportagem no Correio Braziliense. Muitas vezes o próprio adolescente não tem percepção ou consciência de que as mudanças comportamentais podem estar ligadas a quadros depressivos e que estes podem ser tratados. E, pior, pais e professores também padecem dessa falta de percepção e de conhecimento, confundindo tais problemas com a natural crise existencial do jovem.  Mas, como alerta Boarati, não há melhora espontânea do quadro depressivo, cujo tratamento chega a envolver várias especialidades, incluindo terapia de família, o que pode encarecer seus custos e tornar-se um obstáculo à sua realização.

Embora não seja solução para reduzir o alto número de mortes no trânsito, o aumento dos casos de Aids e a elevada incidência de suicídios, a educação pode prestar significativa contribuição para atenuar tais ameaças à vida e à saúde dos adolescentes. Sem falar numa forte política pública a ser lançada nesse sentido, as ações preventivas devem fazer parte da programação, regular ou extracurricular, das escolas, envolvendo familiares e educadores. Também as empresas e entidades sociais voltadas à juventude devem incluir esse tema em seus programas de qualidade de vida para colaboradores e nas ações externas de responsabilidade social que promovem. O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) – que há décadas realiza programas de prevenção ao uso de drogas nas escolas, palestras sobre saúde (prevenção de aids, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência, etc.) entre estudantes do ensino médio e superior – é testemunha de que tais ações encontram grande receptividade entre jovens, pais, educadores e comunidades carentes. Isso além de atuar como agente que facilita a preparação e o acesso dos jovens ao mercado de trabalho, por meio do estágio e da aprendizagem profissional.

Essa é a contribuição que o CIEE já presta – e pretende continuar intensificando –, ao se antecipar à recomendação de  Flávia Bustreo, subdiretora geral para a saúde das mulheres e das crianças da OMS: “Esperamos que esse documento consiga provocar mais atenção à saúde das pessoas que têm entre 10 e 19 anos e que sirva para desencadear uma ação acelerada sobre seus problemas”.

Por Ruy Martins Altenfelder Silva, presidente do Conselho de Administração do CIEE e da Academia Paulista de Letras Jurídicas.

Você já acordou durante a noite com câimbra? Saiba como elas surgem e como amenizar

em Brasil/São Paulo/Saúde & Bem-estar por

sono

Você já se perguntou por que temos câimbras enquanto dormimos ou descansamos? Apesar de ser um incômodo e tirar o sono de muitas pessoas, as câimbras que ocorrem à noite podem ser desencadeada por diversos fatores.

Elas atingem não só um grupo muscular como também um músculo isolado do corpo. As regiões acometidas com maior frequência são panturrilha, músculos anteriores e posteriores das coxas, nos pés, nas mãos, no pescoço e no abdômen.
“Geralmente, as câimbras noturnas são bastante comuns, atingindo as pessoas mais velhas. Elas podem ser dolorosas e incômoda, apesar de não serem perigosas”, afirma o Dr. Fernando Bacalhau, cirurgião vascular com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC).
A boa notícia é que a maioria das câimbras noturnas não estão associadas a  doenças grave.
“O problema pode está relacionado a alterações metabólicas, desidratação devido ao exercício físico, má alimentação e consequentemente a deficiência de vitaminas”, cirurgião vascular.

Por que a câimbra só ocorre à noite?
Segundo o cirurgião vascular Fernando Bacalhau as câimbras noturnas podem surgir sem uma causa aparente. “Um movimento feito inconscientemente durante o sono, de esticar ou espreguiçar pode contribuir para uma contração intensa ou inadequada do músculo, causando a dor durante a noite. Ou, pode ser consequência do excesso de esforço físico durante o dia”, ressalta.

Previna!
Se você fez atividade física durante o dia, antes de dormir beba muito líquido e, inclusive, hidrotônicos que ajudam a repor o sódio. Aposte numa alimentação rica cálcio e magnésio, faça um alongamento 15 minutos antes de deitar. Se a dor persistir, não hesite em procurar um médico para que ele indique medicamentos para aliviar a dor.

Brasileiro produz trilha de nova série de Hollywood

em Brasil/Mundo/São Paulo/The São Paulo Times por

hollywoodO brasileiro Gabriel Dib integra a equipe responsável pela música da nova série da AMC intitulada Halt and Catch Fire. A produção, ainda sem título em português, estreará em 1º de junho nos Estados Unidos. O brasileiro foi convidado pelo renomado music supervisor Thomas Golubic (de Walking Dead e Breaking Bad) para incluir suas gravações, tocando peças de piano clássico e até uma de suas composições originais.

Essa oportunidade só foi possível para o brasileiro por trabalhar com o renomado compositor de Hollywood, Paul Haslinger. “Paul me contratou porque viu em mim alguém com experiência profissional tanto como compositor como engenheiro de gravação e mixagem. Essa combinação me favoreceu também no Brasil, quando trabalhei para o produtor brasileiro Dudu Marote (leia-se Skank e Jota Quest) que me contratou pelo mesmo motivo”, conta Dib.

O brasileiro explica que, em uma produção de série como Halt and Catch Fire, há uma parte do departamento de música que cuida da composição da música original e outro da seleção de canções já existentes, licenciadas para uso nos episódios. “Thomas, o music supervisor de Halt and Catch Fire, ficou sabendo de minhas habilidades como pianista e me contatou para incorporar música às cenas de alguns episódios. Enviei gravações que fiz de peças de Chopin, Beethoven e até um boogie woogie improvisado, que acabaram, para minha alegria e surpresa, entrando na série”, acrescenta.

A carreira do brasileiro, porém, não se resume à novidade acima. Além de Halt and Catch Fire, ele compôs recentemente, junto com Paul Haslinger, a música original do piloto da série The Messengers, confirmado a ser produzido pelo canal The CW no próximo semestre de 2014.

Dib soma ainda projetos pessoais variados nos EUA e Brasil, trabalhando na música de duas outras séries, que estão em fase inicial de produção e/ou captação, no desenvolvimento da música original para o ambicioso game brasileiro Vida, além das músicas de filmes que assinou como compositor para diretores que atualmente disputam o circuito internacional de festivais (Banho Maria de Miguel de Oliveira, selecionado para o Festival Corner em Cannes ’14).

“Vim para os EUA em 2011 para fazer a transição entre publicidade e cinema. No Brasil, fazia música pra comerciais, mas sempre sonhava com o cinema e TV. Nos EUA, concluí mestrado em MFA in Film Scoring na Columbia College Chicago, curso que durou dois anos. Também ‘afiei’ meu inglês, e me orgulho de ter feito música para curtas, longas, peças de teatro e comerciais. Com o final do curso, mudei para Los Angeles, onde tive a oportunidade de gravar minhas músicas em um ícone para mim: o estúdio Capitol Records, com músicos da Filarmônica de LA. Uma honra e tanto!”, conta.

“Também trabalhei com Kim Planert (A Reason), Bear McCreary (Black Sails – série), Henry Jackman (Capitão América 2 – longa) e Heitor Pereira (Minions – filme solo dos amarelinhos). Nesses dois últimos citados, contribui por três meses no Remote Control, estúdio que vejo como um império, do super compositor Hans Zimmer, em Santa Monica”, acrescenta ele.

Brasileiro na ‘gringa

Como brasileiro vivendo nos Estados Unidos, as dificuldades que apareceram nunca foram em relação à nacionalidade, como se poderia supor. “Mas, sim, particularmente em Hollywood, a maior questão sempre foi a da competição entre os profissionais, venham de onde vierem. Aqui é a meca da indústria mundial do cinema. A maioria dos profissionais quer, tem vontade ou está aqui; e os melhores em suas respectivas áreas estão trabalhando aqui. Ser notado, porém, é algo que leva tempo, exige trabalho, talento e persistência. Mesmo com uma década de experiência no Brasil, levei seis meses para encontrar um compositor que notasse o que tenho para oferecer e me chamar como assistente, no modelo que, de certa maneira, lembra a relação mestre-aprendiz e que é bastante comum nessa área da música para cinema e TV”, finaliza Dib.

Copa em segurança: veja os cuidados para você não sair no prejuízo enquanto a bola rolar

em Brasil/Esporte/São Paulo/Tecnologia e Ciência/The São Paulo Times por

virusA Copa do Mundo é um prato cheio para os golpistas abusarem da criatividade e usar o tema como pano de fundo para promover ataques direcionados às empresas e aos consumidores. O Arcon Labs, equipe de inteligência que analisa tendências de ameaças e promove estudos, recomendações, normas e padrões técnicos da Arcon Serviços Gerenciados de Segurança, faz um alerta para os consumidores mais desavisados, e relembra algumas dicas importantes para que os torcedores e turistas locais ou estrangeiros mantenham a segurança online e física, evitando transtornos durante o Mundial. São elas:

Atenção aos novos vírus e ao “phishing

Todos os dias os usuários da web estão expostos a milhões de ameaças virtuais. Boa parte delas pode ser classificada como “phishing”. O termo, como o próprio nome sugere, tem o objetivo de “pescar” informações e dados pessoais importantes por meio de mensagens falsas. “Essas armadilhas podem ocorrer de forma bastante simples no meio online, com conversas falsas por mensagens instantâneas e e-mails que pedem para clicar em links suspeitos. Quando efetivadas podem ultrapassar o meio online e gerar transtornos no mundo físico por meio de fraudes em compras, cartões etc.”, alerta Raphael Pereira, gerente dos Centros de Operações de Segurança da Arcon e especialista no assunto.

Segundo o executivo, pessoas mal-intencionadas também podem utilizar propagandas falsas para atrair consumidores para a compra de ingressos. Neste caso o especialista recomenda que as entradas para as partidas sejam adquiridas apenas pelo site oficial da Fifa. “Sempre verifique se o endereço na web é confiável e obtenha referências de amigos ou familiares. A preferência por estabelecimentos que informam o endereço físico e outros dados que facilitam sua localização como CNPJ, e-mail ou telefone, também é importante”, completa Pereira.

Desconfiar de sites que fornecem apenas números de celulares e prestar atenção para que os cadastros sejam preenchidos em sites com endereço eletrônico iniciado pela sigla “https” e que exibam no seu navegador de acesso à Internet um ícone em forma de cadeado colorido e fechado (ao clicar neste deve aparecer o certificado de segurança do site), são outras manobras que podem livrar os consumidores dos golpistas. Um outro cuidado, ainda, é evitar a realização de transações online em computadores públicos, de lan-houses ou cybercafés.

Protestos on-line e degradação dos serviços

De acordo com Pereira, o controle maior por parte do governo em ações de ativismo presenciais pode levar grupos a protestarem pela internet no período. A repercussão dos atos de vandalismo no mundo real também poderá impactar no funcionamento das infraestruturas e interrupção dos serviços básicos de telecomunicações e energia. “O ciberativismo e os ataques direcionados às empresas, tanto online quanto físico, poderão prejudicar os consumidores que estão na ponta da cadeia. As possibilidades de ataques organizados para gerar alguma indisponibilidade, impulsionados pelo momento político que estamos vivendo no país, com certeza têm chances de aumentar no período”, alerta.

Conheça lugares para passear em São Paulo que não estão nos guias turísticos

em Cultura e Entretenimento/São Paulo/The São Paulo Times por

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São Paulo é uma cidade rica em gastronomia, bares e baladas, mas por incrível que pareça, os melhores lugares para passar um dia agradável ficam escondidos em diversos pontos da metrópole.

Se você pretende fazer algo totalmente diferente do que existe nos guias turísticos, conheça algumas dicas da blogueira Clarissa Sá, que desde do ano passado vem garimpando na pauliceia e compartilhando com seus leitores a descoberta de diversos passeios culturais, gastronômicos e curiosidades da cidade da garoa.

Viajando para a Bolívia em alguns minutos:

Próximo a estação Armênia (linha azul) a apenas 700 metros da Praça Kantuta, cujo nome faz referência a uma flor que cresce na região dos Andes e tem as mesmas cores da bandeira da Bolívia. É nessa praça que todo domingo, das 11 às 19h, mais de 2 mil bolivianos se reúnem para comer, ouvir músicas e até cortar o cabelo da maneira que faziam em seu país de origem. A praça é aberta para qualquer pessoa, e lá tem várias barraquinhas de comidas típicas (como salteña, chicharrón e fricasé), de produtos locais (como a cerveja boliviana Paceña, o refrigerante Inca Kola e o suco Fresco de Quizá), de CDs de bandas bolivianas e de artesanatos.

Museu ao ar livre

O programa em questão é um desses que, à primeira vista, pode causar uma certa estranheza sobre a condição “turística”. Mas deixando o preconceito de lado, é possível enxergá-lo como uma ótima opção para aprender um pouco sobre arte e história.

O Tour no Cemitério da Consolação tem até guia turístico para contar a história dos túmulos e de seus donos.  A visita é monitorada e acontece de segunda a sexta-feira, com uma hora de duração. Mas para poder visitar, é preciso ligar e agendar. O telefone é 3396-3815/3833. O tour é gratuito.

Para conhecer outros lugares tão legais quanto os divulgados nesta matéria, acesse http://garimpandonapauliceia.wordpress.com

Consumidor prefere pagar no cartão, mas ignora juros

em Brasil/Negócios/São Paulo por

cartão80% dos brasileiros preferem o cartão na hora de parcelar, mas só um terço conhece os juros cobrados.

Pesquisa do SPC Brasil mostra que segurança é avaliada como a maior vantagem dos cartões e, perda de controle dos gastos, como o principal risco. Seis em cada dez consumidores priorizam o valor da prestação e não os juros embutidos.

Um estudo feito pelo portal ‘Meu Bolso Feliz’ , uma iniciativa de Educação Financeira do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mostra que o cartão de crédito é a modalidade de pagamento mais utilizada pelos consumidores na hora de parcelar uma compra: 83% dos entrevistados afirmam ter incorporado esse costume em seu dia a dia, sendo que quase um quarto (23%) dos consumidores ouvidos costuma fazer compras parceladas com o chamado ‘dinheiro de plástico’ ao menos uma vez por mês. A pesquisa foi encomendada para traçar os hábitos e os comportamentos mais comuns do brasileiro na hora de utilizar as várias opções de crédito disponíveis no mercado.

A pesquisa apresenta também um diagnóstico preocupante ao revelar que mais da metade (57%) dos consumidores entrevistados já usou ou tem o hábito de usar o crédito rotativo – situação em que o consumidor opta por pagar apenas o valor mínimo da fatura do cartão. Um agravante é que a maioria dos consumidores (77%) reconhece não ter conhecimento do valor dos juros cobrados nesse tipo de operação.

Na avaliação de José Vignoli, educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, o cartão de crédito pode ser um vantajoso instrumento de financiamento, já que oferece parcelamento quase a custo zero, com exceção do valor cobrado pela anuidade.

“O cartão de crédito trouxe conveniência e segurança porque viabiliza o poder imediato de compra, mesmo que o consumidor não disponha de dinheiro no momento do uso. Mas para usufruir das vantagens, é preciso controle para que a pessoa não gaste mais do que efetivamente possa pagar. Aqueles consumidores que não quitam o valor integral da fatura correm o risco de cair no efeito ‘bola de neve’, já que hoje, a taxa média cobrada nessas operações gira em torno de 200% ao ano. É uma das maiores do mundo”, alerta o educador.

Outra constatação do levantamento é que até mesmo entre os consumidores que não possuem cartão de crédito no próprio nome (23%), o seu uso é algo comum. Desse percentual, quatro em cada dez consumidores (43%) revelam ter o hábito de pedir o cartão emprestado a parentes ou amigos para realizar compras parceladas. A prática aparece com mais frequência entre os brasileiros mais jovens (53%) e as mulheres (48%).

Usar o cartão pode ser vantajoso

Na opinião dos consumidores entrevistados, a segurança é a principal vantagem oferecida pelo cartão de crédito (30%) na comparação com outros meios de pagamento, uma vez que ele substitui o dinheiro de papel na carteira e pode ser facilmente bloqueado em casos de furto ou roubo. Outros benefícios também percebidos pelos consumidores é a possibilidade de parcelar uma compra em várias prestações (28%), poder pagar a prazo (19%) e poder comprar um bem mesmo sem ter dinheiro disponível no dia (15%) – fatores que acabam aliviando momentaneamente o bolso do consumidor.

O estudo revela ainda que há uma percepção diferente entre os gêneros quando são avaliadas as facilidades ofertadas pelo uso do cartão de crédito. Para os homens, a maior vantagem é a segurança que o cartão proporciona (34%), enquanto que para as mulheres, poder parcelar em várias vezes (33%) figura como o benefício mais relevante.

Apesar de uma parcela reduzida de apenas 5% dos consumidores citarem os programas de milhagem como o principal atrativo do uso do cartão de crédito, 32% dos consumidores admitem dar preferência aos cartões na hora de parcelar uma compra para ganhar milhas ou somar pontos em programas de benefícios, que geralmente são convertidos em descontos ou prêmios. O percentual sobe para 39% entre os homens e atinge 42% dos entrevistados das classes A e B.

Para o educador financeiro José Vignoli, o cartão de crédito pode ser um aliado dos consumidores no controle do orçamento pessoal. Concentrar os gastos numa única data de fatura e poder visualizar a partir do extrato para onde o dinheiro está indo é um facilitador de tempo e planejamento, explica o educador. “O grande diferencial do cartão de crédito é que ele proporciona poder de compra. Isso significa que o consumidor pode adquirir um bem mesmo sem ter o dinheiro. Porém, essa é uma vantagem que se transforma facilmente em desvantagem, quando não há controle. O cartão de crédito, ao contrário do que muitos pensam, não é um vilão para o consumidor. Tudo depende de como ele é utilizado”, garante.

Ameaças do cartão de crédito

Já em relação aos perigos oferecidos pelo cartão de crédito, quatro em cada dez entrevistados (39%) atribuem à facilidade de compra como a principal causa das compras supérfluas, seguida pela dificuldade em manter o controle do valor das compras realizadas (36%) e não resistir às compras por impulso (16%).

“Estudos do SPC Brasil mostram que os maus hábitos de planejamento financeiro são a principal causa da inadimplência das famílias, independentemente do nível de renda. Isso significa que o consumidor precisa estar preparado e bem informado para usar o cartão de crédito a seu favor”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.

Parcelamentos e número de cartões

Diante de todas as facilidades e conveniências do cartão, a maioria dos entrevistados (61%) admite que no momento de parcelar uma compra, o que mais pesa é se o valor de cada prestação cabe no bolso e não se os juros embutidos impactam no valor final do produto.

“Existe um comportamento imediatista por parte do consumidor brasileiro, que tende a ignorar o valor de custos secundários como a multa paga por atrasar o pagamento da fatura ou o juro cobrado pelo uso do crédito rotativo. Esse é o grande risco. Pequenos gastos vão se somando e sem demora se transformam em uma quantia imensa e difícil de ser paga”, alerta a economista Luiza Rodrigues.

Exemplo que pode explicar esse comportamento de risco, é que quase um terço (32%) dos consumidores têm, atualmente, quatro ou mais compras parceladas no cartão de crédito e 22% dos entrevistados afirmam possuir três ou mais cartões, incluindo cartões de loja, os chamados ‘private label’.

“Claro que um consumidor organizado pode ter dois, três ou mais cartões, que não haverá problema. No entanto, é preocupante que uma parcela tão expressiva da população ande com mais de um cartão na carteira e ainda assim, ignora a cobrança de juros e os riscos de não pagar uma fatura integral”, afirma Vignoli.

Colocando as contas em dia

Para quem se endividou no cartão e está com dificuldades para pagar as parcelas atrasadas, o ‘Meu Bolso Feliz’ oferece, gratuitamente, pela internet um serviço de simulador de troca de dívida (http://meubolsofeliz.com.br/simulador-de-troca-de-divida). Com ele, o internauta descobre o quanto consegue economizar de juros caso opte por substituir a dívida do rotativo por um empréstimo pessoal consignado, cujas taxas cobradas ao consumidor são mais baratas.

Cuidados a comprar um imóvel na planta

em Brasil/São Paulo/The São Paulo Times por

prédio luxoA compra de imóveis na planta ganhou uma grande expansão nos últimos anos, pois a facilidade de financiamento aproxima as pessoas da oportunidade de adquirir a tão sonhada “casa própria”. No entanto, esse tipo de negociação tem algumas particularidades e requer cuidado redobrado com a documentação para impedir futuros problemas e frustrações. Vale ressaltar que se o vendedor não respeitar os trâmites necessários, não há garantias que a propriedade seja entregue.

Quando encontrar um imóvel que o agrade, seja casa ou apartamento na planta, é importante o futuro comprador exigir o número da matrícula do terreno onde será construído o prédio e seguir até o cartório de imóveis indicado para verificar se a incorporação está registrada. É essa formalização que assegura que foi assumido um compromisso jurídico pelo construtor em realizar a obra no local especificado, conforme o projeto.

“No memorial descritivo da incorporação constam todos os dados sobre as futuras unidades, desde o número de vagas de garagem e medidas dos cômodos até o tipo de material que será empregado. Tudo isso precisa ser atentamente analisado pelo interessado na compra”, informa o presidente a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP), Flauzilino Araújo dos Santos.

O presidente alerta que a venda de imóvel sem registro de incorporação é ilegal. Por isso, ninguém deve fechar o negócio sem que tudo esteja regularizado.

Você sabe quais são os 7 pecados da gestão de vendas?

em Brasil/Negócios/São Paulo por

Há pelo menos 20 anos, desde que comecei a trabalhar em vendas de software aplicativo, que escuto as mesmas coisas. “Falar com os níveis hierárquicos mais altos”, “Ter sempre o cliente em seu campo de visão”, “Não deixá-lo em paz, na hora do fechamento”, “Forecast é compromisso de sangue” entre outras retóricas. Algumas são até importantes, outras, nem tanto. Hoje, quando visito os meus clientes, escuto de seus gestores de venda o mesmo tipo de reclamação que ouvia ou até fazia tempos atrás: “fulano não tem pegada para fechar”, “beltrano não visita o cliente como deveria”, “eu não sei como posso ajuda-lo a fechar, se não conheço o cenário”.

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Enfim, o que parece é que, apesar de todo o avanço na tecnologia da informação, comunicação e de ferramentas, os gestores de venda continuam atuando da mesma forma de anos atrás. A atividade de vendas ainda continua sendo uma “arte” de persuadir clientes e não uma prestação de serviços onde o fornecedor atende e resolve problemas do cliente através de um produto. E este ainda continua a ser o maior pecado na atividade de vendas: entender o processo como uma necessidade da sua empresa de “fazer o número” e não de resolver o problema do seu cliente.

Acontece que “fazer o número” é uma consequência de oportunidades de venda bem qualificadas e bem gerenciadas, e não simplesmente fruto do desejo do vendedor ou de seu gerente. Vejo muita gente gerenciando carteiras de forma passional baseando-se no nome do cliente ou no possível valor de venda. Este é o segundo pecado. O nome do cliente ou o valor da receita não tornam uma oportunidade de vendas mais factível do que outra. É claro que clientes estratégicos e potencial de receita são informações importantes, porém, não determinantes para aumentar suas chances de sucesso.

A data provável de fechamento é importantíssima. Mas não menos importante do que a data quando a oportunidade foi identificada.  Processos de venda ocorrem durante ciclos de venda. E ciclos de venda têm início e fim, não só fim. É um erro ignorar-se a data de início, pois sem ela não temos nenhuma referência do que deveria estar sendo feito naquele momento e nem do que ficou faltando fazer até aquele ponto do ciclo de venda. O tempo vale tanto para você quanto para o seu concorrente. Você pode não ter tido condições de fazer o que devia, mas o seu concorrente pode. Ignorar que a oportunidade começou um dia, tanto quanto não considerar que terá um fim, é o terceiro pecado. Um ciclo de vendas só existe com começo e fim.

O quarto pecado acontece quando se acredita que existe um processo de vendas sem um processo de compras. Vender é, necessariamente, uma resposta a comprar. E comprar é um atributo do comprador, e não do vendedor. A partir do momento em que se qualifica uma oportunidade, a necessidade do comprador está estabelecida, assumida e tem chances de ser atendida por você. Antes disso, não existe processo de compra e, portanto, não se tem oportunidade para vender nada. É só uma prospecção. O quinto pecado é trabalhar-se uma prospecção como uma oportunidade de vendas qualificada só porque você acredita que o cliente precisa do que você está vendendo. É uma tremenda perda de tempo. Quem tem que acreditar nisto é o cliente, não você.

Uma oportunidade qualificada de vendas está, portanto, associada a um ciclo de vendas, que tem início e fim. Deve existir também, a esta altura, percepção consistente de que o cliente crê que você tem o que ele precisa para ajudá-lo a resolver uma necessidade relatada. O quinto pecado é não reconhecer que nestas circunstâncias existe um processo de compras que vai ter o seu  andamento de forma completamente independente do seu controle. Se você souber “ler” este processo e reagir adequadamente a ele, suas chances de vencer aumentam. Caso contrário, seu concorrente estará em vantagem. Se você não sabe de alguma coisa ou não consegue reagir de forma precisa e imediata, não quer dizer que o seu concorrente não possa fazê-lo.

Um analista de investimento aconselha seus clientes a investir seus recursos em papéis diversificados. E por que? Pelo simples fato que todos nós sabemos que não se deve colocar todos os ovos em uma mesma cesta. Da mesma forma, um portfólio de oportunidades. Ele deve ser olhado como um conjunto de oportunidades onde certamente nem todas terão sucesso. É importante analisa-las uma em relação às outras para trabalhar no mix que poderá leva-lo ao melhor resultado. O sexto pecado é esquecer do conjunto e privilegiar somente o curto prazo.  Não é porque uma oportunidade está próxima do fechamento que você deve esquecer daquelas que estão ainda no começo do ciclo. Se fizer isto, corre o risco de perder todas elas. Dar a cada uma o tempo necessário é fundamental para o seu sucesso e a rentabilidade de sua carteira de oportunidades. Trate a como um portifólio de investimentos.

Superestimar as chances de ganhar é um dos maiores erros que profissionais de vendas costumam cometer. Relacionamento, a qualidade do produto, entre outras variáveis que são controladas pelo vendedor os induzem a cometer um engano fatal. Julgar as expectativas somente pela ótica da questão competitiva respondendo à pergunta: “vou ganhar este negócio?”. Contudo, existem outras questões que, raramente, são levadas em consideração, relacionadas à viabilidade do negócio que simplesmente destroem suas chances: “vai ter negócio?”. Isto é, será que o cliente vai comprar de alguém? Será que ele tem dinheiro?

As informações que levariam a entender este cenário são respostas a perguntas simples que precisam ser feitas. Não fazê-las, não entender o não sei como uma resposta válida e não tabulá-las para construir um cenário adequado para o ambiente de vendas é o sétimo e mais comum pecado cometido por profissionais de vendas e seus gerentes.

É possível que tenham mais pecados, mas, certamente, se tratarmos destes sete, já seremos bem mais assertivos em nossas previsões de vendas. No entanto, se algum de vocês se lembrarem de outros, por favor, fiquem à vontade.

Por Enio Klein, gerente geral em operações de vendas  e professor nas disciplinas de Vendas e Marketing da Business School São Paulo

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