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Portrait

De olhos bem abertos

em News & Trends/Portrait por

Esta semana eu recebi um desenho da minha sobrinha de 3 anos e 7 meses. Ela disse:

– Tia Cacá, eu desenhei um caminho para você”!

Aquilo me fez refletir sobre os nossos caminhos. Será que sempre os escolhemos? Será que às vezes a gente não deixa “ a vida nos levar”, como canta Zeca Pagodinho?

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O que fica na bagagem para 2017

em Portrait por

A ANAC quer mudar as regras e alterar os pesos e valores para as malas. Nada mais de duas malas de 32kg. Agora a onda vai ser o foco. Saber o que realmente não pode faltar na viagem – prevendo o peso de umas comprinhas por lá, claro.

Com os tempos difíceis que passamos em 2016, contando mais de 12 milhões de desempregados, o que não falta é gente pondo fé no ano seguinte e querendo se livrar deste ano. Mas, e aí, vamos chegar lá de malas vazias mesmo? Sério?

O ano foi punk. Arrepiou o cabelo de muita gente. Mas foi firme. As ruas foram tomadas pela população que abriu a boca pra se posicionar. De modo geral, as pessoas estão mais integradas e interessadas pela política. Estão mais atentas ao dia-a-dia dos Palácios e menos ingênuas diante de campanhas. A tolerância social, apesar de crimes pontuais, tem crescido. E sabe por que eu acredito que isso esteja acontecendo? Desculpem-me a expressão, mas é fácil de explicar assim: a água bateu na bunda. Isso mesmo! As pessoas sentiram na pele as dificuldades e foram obrigadas a olhar para os outros. Tiveram que abrir mão de algumas coisas, readequar suas vidas. Dar valor ao que se tem. Pois é, toda aquela esbórnia que se via está dando lugar aquilo que se tem.

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“Não ficou devendo nada” uma pinoia!

em Portrait por

Sinceramente não achei que fosse entrar nessa seara, mas cá estou eu dando meu palpite! Se estiver afim de saber o que eu penso a respeito da mais nova discussão pós-moderna sobre os “filósofos” Gregório e Rafinha Bastos, senta que lá vem textão!

Na real, eu acho que a versão mais pé no chão de todas sobre o texto do Gregório é do meu amigo, o jornalista Karan Novas, que tem uma visão pra lá de moderna e que vem até a casar com o meu trabalho como assessora de imprensa e seus moldes pré-históricos, mas ainda bastante convincentes, de medição de valor publicitário.

Eu li ontem a coluna do Gregório, como metade da humanidade. E como quase 100% dos leitores, eu estava caindo nas garras do amor “almost perfect” declarado por ele à Clarice.

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Um encontro com o passado

em Portrait por

Foi assim mesmo que começou a tarde de ontem. Sentada numa mesa de bar na Vila Madalena, com pessoas que passaram a infância e a adolescência comigo, por 10 anos, no mesmo colégio. Fizemos 20 anos de formados e combinamos um encontro. Que maravilha!

Depois de tanto tempo (muitos eu não via há realmente 20 anos), foi como voltar ao passado, mas com a cabeça de hoje, que delícia! A sensação que tenho agora, da mistura de intimidade de quem conviveu por tanto tempo, mas que não se vê há muito mais, é de que “oi, pessoal, fui dar umas voltas de 20 anos por aí e estou de volta”!

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Tattoo do errado

em Coluna/Portrait por

Ela é divorciada, bem resolvida, moderna. Mãe que tem que dar conta sozinha, há quase dois anos, de tudo o que envolve a criação da filha (dia a dia, escola, casa, compras, educação, finanças). Sofia está prestes a completar quatro anos. O pai, seu ex-marido, além de não dar assistência alguma, mora há centenas de quilômetros e vê a menina de 15 em 15 dias. Tão ausente para a menina, mas distante o suficiente para Teresa, que não faz a menor questão da presença dele e que, se pudesse, não o veria mais nem pintado de ouro na frente.

Um dia desses, Tê conseguiu uma horinha pela manhã e saiu para retocar a tatuagem que fez com o nome da filha de quase quatro anos, na época em que a criança ainda era um bebê. Papo vem, papo vai com o tatuador, mostrou o primeiro desenho que Sofia fez da mãe: um boneco daqueles de pernas e braços de pauzinho e corpinho em uma bola, mas que parecia o “Senhor Batata” segundo ela.

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Chopp e cama quente

em Portrait por

camila

Os homens devem sair para beber com os amigos duas vezes por semana se quiserem reforçar sua saúde, afirma pesquisa realizada por Robin Dunbar, diretor do grupo de pesquisa social e evolucionário de neurociência da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Se possível, com um grupo de quatro amigos, reforça. Quer saber, acho ótimo! Mesmo, não é hipocrisia!
Uma pessoa saudável em casa, além de uma companhia muito mais agradável e disposta a ajudar, é parceira, realizada e feliz. E pessoas felizes, além de espalhar alegria, são mais engajadas, não pegam no pé, tem mais vontade de viver, de compartilhar, de fazer sexo. Está vendo como isso pode nos trazer benefícios?

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