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Cultura e Entretenimento

Livro de cartunista americana aborda desafios da vida adulta e transtornos psíquicos

em Brasil/Cultura e Entretenimento/News & Trends por

Beth Evans , que tem milhares de seguidores no Instagram,  conta suas próprias histórias e mergulha em temas como depressão e ansiedade com sensibilidade e bom humor no livro “Diário de uma ansiosa ou como parei de me sabotar” chega às livrarias neste mês de setembro pela Galera Record.

 

A transição para a vida adulta é cheia desafios. Ainda mais em tempos de redes sociais. Com uma enxurrada de fotos e posts, não é difícil acabar se comparando com os outros e, eventualmente, achar que está ficando para trás. Com seus 20 e muitos anos, a cartunista Beth Evans já passou por isso algumas vezes.  No perfil do Instagram “Beth draws things”, ela ilustra e escreve suas histórias e experiências, que foram agora reunidas no livro “Diário de uma ansiosa ou como parei de me sabotar”.

 

Mesmo falando de temas sérios, como distúrbios de ansiedade, TOC e depressão,  Beth não perde a leveza.  Alternando textos e desenhos, ela dá uma série de conselhos sobre como cuidar de si mesmo, procurar ajuda e passar por aqueles dias mais difíceis com a compreensão de que não há problema em não estar bem todos os dias.

 

“Às vezes a gente se prende à ideia de que amor próprio é achar que somos incríveis 100% do tempo. Muitas vezes são coisas bem menos impressionantes, como tratar a si mesmo com respeito ou impedir nosso cérebro de se atacar. Em um mundo em que somos ensinados a seguir um outro tipo de perfeição, ver beleza, às vezes na imperfeição, é o melhor a fazer”, escreve.

 

 

Beth Evans é ilustradora e quadrinista. Ela gosta de usar o Instagram, Twitter e Tumblr como meio de compartilhar seu humor um tanto peculiar com o mundo. Beth vive em Chicago e adora usar pijamas grandes demais enquanto desenha quadrinhos que capturam perfeitamente aqueles sentimentos difíceis de explicar.

 

DIÁRIO DE UMA ANSIOSA OU COMO PAREI DE ME SABOTAR

(I really didn’t think this through)

Beth Evans

Tradução de Giu Alonso

192 páginas

R$ 34,90

Galera Record

(Grupo Editorial Record)

 

Sucesso de público, exposição “MÃE PRETA” abre temporada em São Paulo

em Brasil/Cultura e Entretenimento/News & Trends/São Paulo/The São Paulo Times por

Idealizada pelas artistas visuais Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa, a mostra reúne vídeos, fotografias, instalações e contará com performance de Glauce Pimenta Rosa e Jessica Castro na abertura, oficina com Jarid Arraes e lançamento de catálogo com textos de Lilia Moritz Schwarcz, Martina Ahlert, Qiana Mestrich, Temi Odumosu, Alex Castro e Júlio César Medeiros da Silva Pereira
As conhecidas imagens das amas-de-leite negras, registradas desde meados do século 19 ao início do século 20, são o ponto de partida da pesquisa das artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa para a realização da exposição“Mãe Preta”, que recebeu o Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais de 2016. Após grande sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, em 2016, quando foi exibida na Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea (dentro do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, na capital fluminense), com cerca de 2 mil visitantes, e também em Belo Horizonte,em 2017, no Palácio das Artes, a exposição chega a São Paulo, na Galeria Mario Schenberg, da Funarte. A abertura ocorre em 4 de outubro e seguirá em cartaz até 25 de novembro, reunindo fotografias, vídeos, instalações, performance e literatura.

 
O projeto surgiu de uma pesquisa artística de Isabel e Patricia, iniciada em 2015, que busca, visto que é um trabalho em constante progressão, traçar os elos e as ressonâncias entre a condição social da maternidade durante a escravidão por meio de releituras de imagens e arquivos do período, o desaparecimento da história escravocrata na malha urbana das cidades brasileiras e as vozes de mulheres e mães negras na contemporaneidade. O intuito da mostra é discutir a questão da memória da escravidão e o legado da mulher negra na formação da sociedade brasileira dentro da história visual do país.

 
“A exposição objetiva contrapor a representação romantizada das “mães pretas” e da maternidade em arquivos históricos do período escravocrata ao protagonismo real e crescente exercido pelas mães negras de hoje. Iniciamos este projeto dentro de um contexto histórico com as escavações arqueológicas e a memorialização da escravidão da região portuária do Rio de Janeiro nos últimos anos. À medida que foram se revelando diversos achados, começamos a buscar elementos que se articulassem com o papel da mulher negra – focando na sua função dupla como mãe de seus próprios filhos e como amas-de-leite de crianças brancas – na formação social da cidade. Essas vidas, marcadas pelo terror da separação e mesmo morte de seus filhos em prol da criação dos filhos de outrem, deixaram marcas indeléveis como uma das grandes injustiças da história do Brasil e de toda a sociedade escravocrata. Com a exposição propomos como reflexão as lacunas históricas em relação ao papel fundamental da maternidade tal como exercido pela mulher negra na nossa história urbana, social e visual, buscando pontos de inflexão com as lutas na sociedade contemporânea”, afirma Isabel.

 
Inédita em São Paulo, a exposição – que ainda seguirá para São Luís, no Maranhão, em dezembro – inclui o lançamento de um catálogo com contribuições de nomes nacionais e internacionais, como a antropóloga e curadora-adjunta para histórias e narrativas no Masp, Lilia Moritz Schwarcz (USP); a antropóloga e pesquisadora Martina Ahlert (UFMA); o escritor Alex Castro; o historiador e diretor do Núcleo de Estudos e Pesquisa do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, Júlio César Medeiros da Silva Pereira (UFF); a historiadora da arte, educadora criativa e curadora britânico-nigeriana Temi Odumosu (Universidade. de Malmö – Suécia); e a fotógrafa, escritora e professora do ICP-Bard (EUA), a norte-americana Qiana Mestrich.

 

 

Um dos pontos altos da exposição é a vídeo-instalação “Modos de Fala e Escuta” (com 27 minutos de duração), que reúne o depoimento de sete mães negras sobre maternidade, racismo, memória, ancestralidade, violência e lutas cotidianas. Nesse sentido, outro destaque da mostra é a obra “Mural das Heroínas”, com 20 retratos de líderes negras, desde Luísa Mahin, Tereza de Benguela e Nzinga de Angola às feministas Lélia Gonzalez e Beatriz do Nascimento, além de figuras políticas como Laudelina de Campos e Marielle Franco, entre outras, que simbolizam as conquistas sociais, a luta, a resistência, a voz e o lugar histórico da mulher negra no Brasil.

 
A exposição também conta, ainda, com a minibiblioteca Mãe Preta, que conta com publicações de autoras negras contemporânea se uma seção voltada para a literatura infanto-juvenil com títulos sobre protagonismo negro para consulta do público.

 
Dividida em oito séries, “Mãe Preta” apresenta instalações, colagens e intervenções em gravuras e fotografias, que, reunidas, propõem uma reinvenção poética da iconografia relacionada às mães pretas dentro de uma linguagem contemporânea tendo como ponto de partida imagens fotográficas do acervo do Instituto Moreira Salles, do Rio de Janeiro, e releituras de livros com gravuras de Jean-Baptiste Debret, Johan Moritz Rugendas e outros artistas. Isabel e Patricia criaram intervenções nessas imagens com objetos óticos, como lupas e lentes, que destacam a complexidade das relações das amas-de-leite com as crianças brancas de seus senhores e das mulheres escravizadas e seus próprios filhos dentro de contextos domésticos, urbanos e rurais.
“De tão conhecidas, estas imagens são vistas de forma superficial e contribuem para um olhar normalizado sobre a vida dessas mulheres que desempenharam um papel fundamental na formação da sociedade brasileira, mas que não revelam as histórias de violência sofridas por elas. Os trabalhos propõem uma nova forma de olhar essas imagens, de modo que a figura materna apareça no primeiro plano e não apenas como um detalhe da vida cotidiana e familiar nos tempos da escravidão”, explica Patricia.

 
Nesse sentido, marcas naturais do tempo em reproduções de negativos de Marc Ferrez e outros fotógrafos do século 19 são aproveitadas para simbolizar cicatrizes expostas em composições fotográficas em substituição a cópias perfeitas. A dupla também levantou, em jornais de época, anúncios sobre o aluguel de amas-de-leite, assim como artigos em publicações abolicionistas denunciando escândalos e abusos diretamente relacionados à questão das amas-de-leite no século 19, sobre os quais também intervêm com diversos objetos.

 
Para esta edição, as artistas fizeram uma imersão nos contextos específicos de São Paulo e São Luís, para onde a exposição viajará após a etapa paulistana. Na capital paulista, as artistas seguiram o debate sobre o apagamento da história negra da cidade e, no Maranhão, realizaram entrevistas com lideranças femininas dos Quilombos Santa Rosa dos Pretos e Santa Joana, que resultaram em obras inéditas que serão apreciadas pelo público.

 

 

A abertura da exposição em São Paulo, em 4 de outubro, contará com uma performance da carioca Jessica Castro (professora de Dança Educação, pesquisadora do Jongo, intérprete do movimento da dança afro-brasileira, artista de rua e militante do movimento negro) e da maranhense radicada no Rio de Janeiro, Glauce Pimenta Rosa (cantora, artista, gestora criativa de projetos culturais de arte e educação e ativista negra feminista), que também são protagonistas da vídeo instalação. Em 6 de outubro, às 11h, haverá visita guiada e bate-papo com Isabel e Patricia.

 
O catálogo da exposição será lançado em 10 de novembro, na Galeria Funarte, em São Paulo. Na ocasião, haverá uma oficina gratuita com a escritora, poetisa e cordelista Jarid Arraes, cearense radicada em São Paulo e autora dacoletânea “Heroínas Negras Brasileiras em 15 Cordéis”, lançado pela Pólen Livros em 2017.

“Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais – Galerias Funarte de Artes Visuais São Paulo / Maranhão / Chão SLZ”

Higienópolis recebe festival Gin & Jazz neste sábado (22)

em Cultura e Entretenimento/São Paulo por

Parte do projeto Music in the Park, evento que tem o jazz como tema principal, reúne arte, cultura e gastronomia. Programação inclui ainda recreação para as crianças.

Aqueles que apreciam uma boa música e gostam de curtir o dia com a família e amigos já têm compromisso marcado no próximo sábado (22) de setembro. É o festival Gin & Jazz, que acontece das 13h às 20h, no Shopping Pátio Higienópolis. O evento que traz arte, cultura e gastronomia para todas as idades.

Gin & Jazz contará com shows em formato intimista e apresenta nomes como Jorginho Neto, Karine Aguiar, Marcelo Monteiro Quarteto e Felipe Garcia Quarteto.  Além das apresentações musicais, terá uma exposição exclusiva dos artistas Russ e Izolag sobre os principais nomes da história do jazz; intervenção musical com a brass band Metallum Street; keynote educativo com o músico Leandro Cabral e um ambiente gastronômico com drinques de gin exclusivos da Plymouth e Monkey 47 para o evento, além de menu especial.

Para as crianças acompanharem seus pais na festa, haverá área Kids com oficinas de cupcake e blocos de montar. O evento acontece no Boulevard (acesso pelo Piso Pacaembu).

Music in the Park – No domingo, 30 de setembro, acontece o Music in the Park, que acontece pela primeira vez no Parque Buenos Aires, localizado no bairro do Higienópolis.  Das 10h30 às 16h, três bandas se apresentam gratuitamente. A iniciativa tem como objetivo democratizar o jazz para o grande público, aliando momentos de descontração em família, com boa música e ambiente acolhedor.

Ambos os eventos foram concebidos e têm curadoria da dupla Guilherme Berenguer e Anuar Tacach, com o objetivo de levar o melhor do jazz para o grande público. A proposta dos eventos consiste em apresentações musicais em parques municipais para reunir núcleos familiares e proporcionar momentos de felicidade e descontração sempre acompanhados de boa música e ambiente acolhedor.

SERVIÇO
Gin & Jazz – Boulevard, Shopping Pátio Higienópolis (Piso Pacaembu)
Sábado, 22 de setembro, das 13h às 20h
Acesso gratuito.  (Alimentação e bebidas serão cobradas por consumo)


Music in the Park – Parque Buenos Aires (Altura do número 1500 da Av. Angélica)
Domingo, 30 de setembro, das 10h30 às 16h
Acesso gratuito.

Bingo – O Rei das Manhãs é o principal vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018

em Brasil/Cultura e Entretenimento/São Paulo por

Em noite de homenagem a Fernanda Montenegro, Maria Ribeiro e Vladimir Brichta ganham os troféus Grande Otelo de melhor atriz e melhor ator

A Academia Brasileira de Cinema  anunciou ontem à noite (18 de setembro) os vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em cerimônia no Rio de Janeiro. Bingo – O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende, foi agraciado com oito troféus Grande Otelo, nas categorias Melhor Longa-metragem de Ficção, Montagem de Ficção, Figurino, Maquiagem, Direção de Arte, Voto Popular – Melhor Longa-Metragem de Ficção, Ator Coadjuvante e Melhor Ator.  O segundo filme mais premiado foi A Glória e a Graça, de Flávio Ramos Tambellini, com três troféus: Roteiro, Direção de Fotografia e Melhor Atriz Coadjuvante. Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, levou os prêmios de Melhor Direção e Melhor Atriz. Este ano, a disputa reuniu 36 longas e 20 curtas nacionais, além de 5 longas estrangeiros, que concorreram em 30 categorias. Com direção de Ivan Sugahara, a premiação foi realizada na Cidade das Artes, no Rio, com transmissão ao vivo do Canal Brasil para todo país.

Um dos pontos altos e mais emocionantes da noite foi a homenagem à Fernanda Montenegro, que aos 89 anos de idade celebra 75 de carreira. Vinícius Oliveira, que contracenou ainda criança com a atriz em “Central do Brasil”, em 1998, recitou um cordel de Bráulio Bessa escrito especialmente para ela, levando a Grande Dama às lágrimas. Os diretores Cacá Diegues e Zelito Viana, e o produtor Luiz Carlos Barreto, amigos de longa data de Fernanda Montenegro, subiram ao palco para entregar o troféu. O cineasta Nelson Pereira  dos Santos e o diretor, produtor e ex-presidente da Academia Brasileira de Cinema, Roberto Farias, que faleceram esse ano, também foram lembrados.

O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018 é uma realização da Academia Brasileira de Cinema em coprodução com a Kuarup Audiovisual. Tem patrocínio master da TV Globo, patrocínio do Canal Brasil através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio do BRDE/FSA-Ancine.

 

Para baixar fotos dos filmes, acesse o site oficial do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro:

http://gp2018.academiabrasileiradecinema.com.br/imprensa

 

VENCEDORES GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO 2018

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

VÊNUS-FILÓ A FADINHA LÉSBICA, de Sávio Leite

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

OCUPAÇÃO DO HOTEL CAMBRIDGE, de Andrea Mendonça

MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO

A PASSAGEM DO COMETA, de Juliana Rojas

MELHOR MONTAGEM DE DOCUMENTÁRIO

NATARA NEY, por Divinas Divas

MELHOR MONTAGEM DE FICÇÃO

MÁRCIO HASHIMOTO, por Bingo – O Rei das Manhãs

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

GUSTAVO HADBA, por A Glória e a Graça

MELHOR EFEITO VISUAL

RICARDO BARDAL, por Malasartes e o Duelo com a Morte

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

MIKAEL DE ALBUQUERQUE E LUSA SILVESTRE, por A Glória e a Graça

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

MIKAEL DE ALBUQUERQUE – adaptado do livro “3000 Dias no Bunker – um plano na cabeça e um país na mão”, de Guilherme Fiuza – por Real – O Plano Por trás da História

MELHOR FIGURINO

MÁRCIO HASHIMOTO, por Bingo – O Rei das Manhãs

MELHOR MAQUIAGEM

MÁRCIO HASHIMOTO, por Bingo – O Rei das Manhãs

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

MÁRCIO HASHIMOTO, por Bingo – O Rei das Manhãs

MELHOR TRILHA SONORA

CLAUDIO AMARAL PEIXOTO por João, o Maestro

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

CLAUDIO AMARAL PEIXOTO, por O Filme da Minha Vida

MELHOR SOM

CLAUDIO AMARAL PEIXOTO, por João, o Maestro

MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO

UMA MULHER FANTÁSTICA/ Una Mujer Fantástica(Chile) – dirigido por Sebastian Lelio.Distribuição: Imovision

MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL

FLÁVIA LINS E SILVA, LG BAYÃO E MIRNA NOGUEIRA – adaptado da série “DPA – Detetives do Prédio Azul”, de Flávia Lins e Silva – por Detetives do Prédio Azul

MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO

HISTORIETAS ASSOMBRADAS – O FILME de Victor-Hugo Borges. Produção: Mayra Lucas e Paulo Boccato por Glaz Entretenimento

MELHOR SOM

GEORGE SALDANHA, FRANÇOIS WOLF E ARMANDO TORRES JR; ABC, por João, o Maestro

MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

DIVINAS DIVAS de Leandra Leal. Produção: Carol Benjamin, Leandra Leal e Rita Toledo por Daza Filmes e Natara Ney

MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA

DIVÓRCIO de Pedro Amorim. Produção: LG Tubaldini Jr por Filmland Internacional

MELHOR ATOR COADJUVANTE

AUGUSTO MADEIRA como VASCONCELOS, por Bingo – O Rei das Manhãs

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

SANDRA CORVELLONI como GRAÇA, por A Glória e a Graça

VOTO POPULAR PARA MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO

LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES

VOTO POPULAR PARA MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

CORA CORALINA – TODAS AS VIDAS

VOTO POPULAR PARA MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO

BINGO – O REI DAS MANHÃS

MELHOR DIREÇÃO

LAÍS BODANZKY, por Como Nossos Pais

MELHOR ATOR

VLADIMIR BRICHTA como AUGUSTO MENDES, por Bingo – O Rei das Manhãs

MELHOR ATRIZ

MARIA RIBEIRO como ROSA, por Como Nossos Pais

MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO

BINGO – O REI DAS MANHÃS, de Daniel Rezende

 

Concerto infantil leva música clássica para as crianças

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento/São Paulo por

A Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP) realiza gratuitamente nos dias 21 e 24 de outubro duas apresentações do concerto didático infantil Dominó Sinfônico. A primeira será na Sala São Paulo e a segunda no auditório do Centro de Difusão Internacional (CDI) da USP, na Cidade Universitária.

A obra mescla música e teatro em uma atividade lúdica. O público-alvo são crianças de 6 a 11 anos. Elaborado em parceria com o Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, o projeto tem o objetivo de formar e fortalecer o desenvolvimento cultural e musical de alunos e professores.

Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) realiza seu primeiro concerto didático, no auditório do Centro de Difusão Internacional (CDI) da USP para crianças dos projetos sociais da comunidade do Jardim São Remo, o Circo Escola e o Espaço Girassol, que participam do programa Aproxima-Ação, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) da USP. Fotos Cecília Bastos/USP Imagem

Com texto do dramaturgo Pedro Rabello e direção teatral de Alice Máximo, a obra, concebida em tom alegre e divertido, conta com atuação de Carolina Braga e Henrique de Paula, cenografia de Guilherme Rodrigues e figurino de Matheus Milanelli, todos estudantes da ECA.

“Atividade educativa gratuita da OSUSP propõe interação entre crianças e músicos profissionais. O  objetivo é fornecer conhecimentos musicais e despertar a curiosidade e a sensibilidade”

Com regência do maestro William Coelho, o concerto didático infantil possui uma estrutura de espetáculo cênico musical e apresenta um jogo temático de mais de 50 melodias que a humanidade tem ouvido há 300 anos. O arranjo foi desenvolvido por Adail Fernandes e o argumento é de Lúcia Carames Sartorelli, ex-diretora da OSUSP.

Apresentações – Para a apresentação no CDI, em 24 de outubro, às 10h, a OSUSP liberou inscrições prévias para grupos de escolas. Os interessados devem preencher o formulário virtual disponível neste link: https://goo.gl/VtbkJd até 28 de setembro. Para o público geral não é necessário fazer inscrições.

Para atender ao maior número possível de unidades de ensino, a reserva está limitada a 50 pessoas. A cada 15 crianças deve haver um monitor responsável. O transporte deve ser providenciado pelos interessados.

Já para o matinal dominical da Sala São Paulo (no dia 21, às 11h), não haverá inscrições prévias e os ingressos serão distribuídos a partir das 10h da segunda-feira anterior ao concerto, pela internet (https://goo.gl/9DpyB9) ou na bilheteria do 1º subsolo da Sala São Paulo. Limitados a quatro por pessoa.

SERVIÇO

Dominó Sinfônico

Concerto didático infantil da Orquestra Sinfônica da USP

Sala São Paulo

Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos, São Paulo.

Quando | 21 de outubro de 2018 – domingo 11h.

Duração | 1 hora

A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos a partir das 10h da segunda-feira anterior ao concerto, pela internet (https://goo.gl/9DpyB9) ou na bilheteria do 1º subsolo da Sala São Paulo. Limitados a quatro por pessoa.

Devido à grande procura, recomendamos que verifique se há disponibilidade de ingressos. 
Informações: (11) 3223 3966.

Centro de Difusão Internacional (CDI) da USP

Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 310 – Butantã (Em frente à ECA)

Quando | 24 de outubro de 2018 – quarta-feira, 10h.

Duração | 1 hora

A apresentação é aberta e gratuita. Contudo, para inscrição de grupos acima de 10 pessoas, a organização pede que os interessados preencham o formulário online disponível no link: https://goo.gl/VtbkJd até 28 de setembro. As escolas serão selecionadas pela ordem de cadastro do formulário.

Fotos: Cecília Bastos / USP Imagem

Negritude e literatura brasileira no programa Tramas Culturais da Casa-Museu Ema Klabin

em Cultura e Entretenimento/News & Trends por

A partir do dia 16 de agosto, a Casa-Museu Ema Klabin promove o programa Tramas Culturais com o tema “Negritude e literatura brasileira: da visão etnográfica ao ubuntu”. Serão quatro encontros, sempre às quintas-feiras, das 19h30 às 21h30, nos meses de agosto e setembro, orientados pela professora Oluwa-Seyi Salles Bento . Com vagas limitadas, as inscrições gratuitas podem ser realizadas no site da Casa-Museu: http://emaklabin.org.br/

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Educadora surda realiza visita guiada em libras no Museu da Energia de SP, no primeiro sábado de agosto

em Cultura e Entretenimento/News & Trends por

No sábado, 4 de agosto, o Museu da Energia de São Paulo, mantido pela Fundação Energia e Saneamento, oferece, às 11 e às 14 horas, visita guiada em libras com a educadora surda Priscila Souza. A ação acontecerá todo primeiro sábado de mês ao longo de 2018. Além da visita guiada, o museu possui vídeo em libras, disponibilizado em seu site oficial, e em dispositivo tablet, com a função de mediar as exposições do espaço e proporcionar autonomia aos surdos. A entrada é gratuita.

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Exposição fotográfica do Chile encantará os passageiros do metrô de São Paulo

em Cultura e Entretenimento/News & Trends por

Se você sente que a montanha te chama, se seu corpo pede adrenalina, se você quer conhecer a tradição do vinho ou saber quantos sabores tem o mar, Visite o Chile.

Esse é o chamado de uma exposição fotográfica exclusiva do Chile, que de julho a setembro estará em três estações da linha amarela do Metrô de São Paulo, graças a uma iniciativa da Imagen de Chile – agência que promove a imagem do país internacionalmente – em conjunto com a Embaixada do Chile no Brasil e ProChile.

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Catedral da Sé, Câmara Municipal de São Paulo e Auditório Ibirapuera recebem concertos do CORALUSP

em Cultura e Entretenimento/News & Trends por
O CORALUSP entra no mês de junho com uma extensa e diversificada programação musical. Os concertos, que começam no dia 7 de junho, acontecem até o dia 29 em diferentes locais na capital paulista, dentro e fora da Universidade de São Paulo. Todas as apresentações são gratuitas e abertas ao público.

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Receita de camarão vegano e Tour vegana em Paranapiacaba estão em estreia do canal de Marcella Izzo, Chef do No Bones

em Cultura e Entretenimento/News & Trends por

Em canal no Instagram e YouTube com vídeos de até um minuto, a Chef apresenta lugares, receitas e opiniões sobre o mundo vegano

Já pensou em descobrir mais sobre o universo vegano de uma forma leve? Essa é a proposta do canal @The_Flavor_Vegan da Chef Marcella Izzo, do No Bones.

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Livro celebra a vida em poesia e estimula o respeito às diferenças

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento/News & Trends/Saúde & Bem-estar por
Criança com a raríssima Síndrome Cornélia D’Lange conversa com outras crianças e revela o seu modo de ver o mundo.

Como falar às crianças e adolescentes sobre respeito às diferenças? E se essas diferenças forem algo de certa forma muito difícil de explicar? É isso que faz de forma poética e muito alegre o livro Você sabe quem eu sou? Então vou te contar, de Herica B. T. Secali (Editora Pandorga, 32 págs, R$ 29,90).

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Crise existencial é o tema central do novo livro de Guilherme Mendicelli

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento/NY Times por

Depois que publicou seu primeiro livro de poesias, Guilherme Mendicelli prometeu que nunca mais escreveria um poema. A promessa, no entanto, não se concretizou e, na próxima segunda-feira (18), a partir das 19h, na Sala Mário Lago, em Jacareí, será lançado o seu novo livro de poesia, intitulado ‘décimo quinto’, no qual ele já inicia com a afirmação “só de graça, me fizeram de poesia“.

O livro traz poesias escritas durante o ano de 2017, no alto do décimo quinto andar, onde o autor vive desde o começo do ano. Em momentos reclusos e com inspiradora vista para Rio Paraíba cortando a cidade, elas retratam um período de crise existencial em que Guilherme mergulha fundo nas veredas mais íntimas de uma fase da sua vida que, aliando sua sensibilidade às palavras, contribui com a formação do seu eu de hoje e do que virá.

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