-Smart Writers & Smart Content & Smart Readers-

Category archive

Esporte

Ingressos à venda para Brasil x Paraguai

em Brasil/Esporte/News & Trends por

É hora de garantir os ingressos para Brasil x Paraguai. A venda começou às 10h desta segunda-feira (13), no site www.cbf.com.br/ingressoseliminatorias. Se houver entradas disponíveis, a venda física será iniciada no dia 22, das 10h às 20h.

A Seleção Brasileira recebe os paraguaios às 21h45 de 28 de março, terça-feira, na Arena Corinthians, na cidade de São Paulo (SP), pela 14ª rodada das Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018. Confira detalhes sobre os ingressos disponíveis.

Continue lendo

Visa traz o troféu do Super Bowl para o Brasil

em Brasil/Esporte/News & Trends por

Fãs da NFL terão a possiblidade de tirar fotos com o troféu Vince Lombardi em exposição no Shopping Morumbi, em São Paulo

A Visa, patrocinadora oficial da NFL desde 1995, promove na capital paulista uma série de atrações para os fãs do futebol americano. A principal delas é a chegada em solo brasileiro do troféu Vince Lombardi, prêmio dado ao vencedor de um dos maiores eventos esportivos do mundo – o Super Bowl.

Continue lendo

#ForçaChape

em Brasil/Esporte/News & Trends por

LUTO: O The São Paulo Times manifesta pesar aos familiares e amigos das vítimas do acidente aéreo envolvendo a delegação da Chapecoense, jornalistas e demais profissionais, ocorrido na madrugada desta terça-feira (29), na Colômbia.

O The São Paulo Times agradece a força, empenho e o legado que foi deixado pelos atletas, que contribuíram para alegrar e enriquecer o esporte brasileiro.

 

22% dos torcedores de futebol que compram falsificados alegam não notar diferenças com o original

em Brasil/Esporte/News & Trends por

43% dos entrevistados que compram produtos pirateados o fazem por causa do preço e 27% dos que compram oficiais dizem que é para ajudar o time do coração

Dois em cada dez (22,0%) torcedores de futebol que compram produtos de times falsificados disseram que tomam essa decisão porque não notam a diferença entre peças originais e pirateadas. A conclusão é de um levantamento nacional realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). De acordo com o levantamento, 43,5% dos torcedores brasileiros admitem que, a depender do produto, compram a versão pirata. Os entrevistados que só compram réplicas falsificadas somam 3,4% da amostra, enquanto 53,0% sempre optam por artigos originais. O preço elevado dos produtos oficiais (42,8%) é a principal razão para quem adquire produtos no mercado negro.

Continue lendo

Boca Juniors realiza avaliação técnica com alunos das unidades de São Paulo e Cotia

em Brasil/Esporte/News & Trends/São Paulo por
O C.A. Boca Juniors, da Argentina, realiza nesta segunda-feira (29), mais um processo de Avaliação Técnica Oficial com atletas matriculados nas unidades do clube xeneize no Brasil. Desta vez, as escolas da Penha, em São Paulo (SP) e Granja Viana, em Cotia (SP) receberão a atividade em conjunto e que será conduzida pelo diretor técnico das equipes de base do time azul y oro, José Malleo.
A atividade acontece a partir das 12h30 no Campo do Suave, na Rua Van Gogh, 21, Jardim Recanto Suave, em Cotia (SP). Após o processo de avaliação, por volta das 16h, o experiente treinador argentino fará uma clínica para os alunos no próprio local.

Continue lendo

Por que o basquete é tão popular na China?

em Esporte/Mundo/News & Trends por

As Olimpíadas já estão aí, batendo na nossa porta. O Rio de Janeiro será o palco dos jogos e, portanto, é sempre interessante saber um pouco mais sobre os esportes, os atletas e os países participantes da competição. A China, em especial, é uma potência esportiva e acaba disputando o ouro dos jogos. Sendo assim resolvi falar sobre uma modalidade que é bastante popular no país: o basquete.

Desde o início deste ano, temos observado as investidas do governo Chinês em famosos jogadores brasileiros. Mas, o futebol está longe de ser a paixão nacional desse país.  Na realidade, os chineses vibram mesmo com um belo jogo de basquete.

Continue lendo

Uma lei para combater a violência das torcidas

em Brasil/Esporte/News & Trends por
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Os lamentáveis episódios de violência envolvendo torcidas organizadas do Corinthians e do Palmeiras, antes e depois do clássico disputado no domingo, dia 3 de abril, mostram ser urgente a edição de lei eficaz para combater o problema.  Nesse sentindo, é importante o projeto nº 3.083/2015, do deputado federal Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS), que proíbe nos jogos a entrada de indivíduos com histórico de brigas, agressões e atitudes desabonadoras relacionadas ao esporte.

Somente terá acesso aos estádios com capacidade superior a 15 mil pessoas quem tiver registro em Cadastro Único organizado e mantido pelo Ministério dos Esportes e for portador da Carteira Nacional de Identificação de Torcedor (CNIT). O documento, emitido pela Pasta ou, por delegação desta, pelos clubes, federações ou confederação, não será concedido aos que tiverem ilícitos penais dentro dos estádios de futebol ou relacionados a evento esportivo.

Infelizmente, há gangues e indivíduos violentos infiltrados em torcidas uniformizadas, que agendam brigas, pela internet, em estações de trens, metrô e terminais de ônibus, como acaba de ocorrer em São Paulo, inclusive com a morte de uma pessoa inocente. Além disso, agridem torcedores ordeiros. Também há processos, já qualificados, contra indivíduos autuados como traficantes de drogas, por ocasião de jogos. Esse crime ajuda a alterar o comportamento das massas, inclusive com a ocorrência de homicídios. Segundo o projeto de Danrlei, os acessos aos estádios serão equipados com catracas ou instrumentos capazes de reconhecer nominalmente o torcedor, que apresentará, além da CNIT, a cédula de identidade.

Torcedores e cidadãos aplaudem o projeto, de Danrlei, que foi um grande goleiro no Grêmio de Porto Alegre e agora faz uma importante defesa em favor da paz no esporte.

Por Antonio Carbonari Netto, matemático pela PUC-Campinas, mestre em Administração, Educação e Comunicação pela Universidade São Marcos, com MBA em Gestão Universitária pela Universidade São Francisco, é membro da Academia Brasileira de Ciências da Administração e vice-presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior do Estado de São Paulo.

RUGBY: o esporte que mais cresce no Brasil

em Coluna/Esporte por

claudia

RUGBY: o esporte que mais cresce no Brasil

Um dos esportes que mais cresce no Brasil, o Rúgbi, tem sua origem na Inglaterra e nasceu entre os séculos XVIII e XIX, tendo suas primeiras regras escritas no ano de 1846, formalizando-se assim como esporte.

Disputado em mais de 120 países, é muito popular nos países de colonização inglesa, mas também em outros como os nossos vizinhos Argentina e Uruguai, que atualmente ocupam, respectivamente, as 5ª e 20ª posições no ranking mundial de Rugby Union. Vale ressaltar que as equipes que estão nas primeiras posições são: no topo da lista a Nova Zelândia, conhecida como All Blacks (devido seu uniforme todo preto) que é a atual campeã do último mundial realizado, em outubro de 2015, na Inglaterra; em segundo lugar, encontra-se o time australiano, os Wallabies (denominados assim em homenagem a um marsupial parecido com um canguru, característico da região da Oceania); e, em terceira posição está a seleção Sul-Africana, conhecida como Springboks (referência a um antílope da fauna local), aliás, o time da África do Sul ficou conhecido no Brasil devido ao filme “Invictus”, dirigido por Clint Eastwood e estrelado por Morgan Freeman e Mat Damon, que, baseado em fatos reais, retrata como o recém-empossado presidente Nelson Mandela usa o rúgbi para amenizar a desigualdade social/racial em seu país, em 1995, ano em que o mundial foi disputado em campos Sul-Africanos.

Em terras brasileiras o esporte chegou por volta de 1888, pelas mãos do inglês Charles Miller, o mesmo que trouxe o futebol para o nosso país. Mas o rúgbi só passou a ser praticado regularmente a partir de 1925.

De 1927 até 1940, anualmente, houve a disputa da Taça Beilby Alston, neste período foi criada a seleção brasileira de rúgbi que era formada, em sua maioria, por jogadores de origem inglesa. Com o início da II Guerra Mundial, a maioria dos  jogadores retornou à Europa para o combate e, assim, o esporte no Brasil foi interrompido. Somente em 1947 é que ele voltou a ser jogado. Porém, a sua notoriedade só retornou nos últimos anos. Fora das olimpíadas desde 1924,  o rúgbi voltou a ser um esporte olímpico e participará dos jogos  que serão disputados, neste ano, na cidade do Rio de Janeiro.

A seleção brasileira masculina e feminina de rúgbi (os Tupis), tem se desenvolvido muito, especialmente por não terem o mesmo investimento e reconhecimento como outros esportes. Pelo World Rugby Ranking, o Brasil está na 42ª posição tanto no masculino, quanto no feminino, com destaque para a seleção feminina que conquistou o 10º lugar no último mundial de Sevens, realizado em Dubai, hoje sendo reconhecida como a melhor seleção feminina da América Latina, ficando a frente de seleções como a da Argentina, Uruguai e Chile que são países onde o esporte é popular e tem tradição.

O Rugby Union é dividido em duas categorias, as quais se diferenciam, especialmente, pelo número de jogadores: é o Rugby XV, onde cada equipe possui 15 jogadores; e o Seven A Side, ou simplesmente Sevens, com sete jogadores cada equipe.

Aqui no Brasil, o rúgbi é facilmente confundido com o Futebol Americano, inclusive dizendo que ambos são violentos, mas são esportes bem distintos. Como no rúgbi o jogador só pode passar a bola para o companheiro que estiver atrás, isto faz com que o time todo jogue de forma diferente do Futebol Americano, além disso, uma partida de rúgbi dura apenas dois tempos de 40 minutos (no XV) e dois tempos de 7 minutos (no Sevens), já uma partida de Futebol Americano pode durar até mais de 3 horas. O rúgbi é um esporte de contato com regras bem definidas para que haja o “fair play” (jogo limpo), impedindo que seja um esporte violento, assim esse contato só deve ser feito com ombros e braços; já no futebol americano, os jogadores projetam seus corpos para cima dos adversários com a finalidade de parar a jogada, havendo mais riscos de se acidentarem e contraírem graves lesões, por isso que utilizam equipamentos de segurança como os capacetes e ombreiras.

Atualmente o Brasil possui centenas de times (profissionais e amadores) e uma infinidade de sites voltados para esta categoria esportiva, que ajudam os admiradores pelo esporte a conhecer mais sobre o jogo, suas regras, principais jogadas e pontuação, além de trazer notícias de times, torneios e campeonatos realizados no país e no mundo.

Com cerca de 70 mil praticantes no Brasil, o Rúgbi é o esporte que mais cresce em nosso país, cerca de 15% ao ano, e com ele, novas equipes surgem, como é o caso do Rugby Barro Branco, o primeiro time militar do Brasil, que foi fundado em maio de 2015. Isso só foi possível porque o esporte é amplamente incentivado na academia de oficiais da polícia militar do estado de São Paulo, através do seu comandante, o Coronel Celso Luís, juntamente com seus capitães que dão o suporte necessário para que o esporte se desenvolva entre as companhias da escola. Como um verdadeiro jogo de rúgbi, onde o trabalho em equipe é muito valorizado, o time do Barro Branco surgiu através da iniciativa do Tenente Bordin e hoje é potencializado pela Tenente Fernanda, a oficial de ligação do Grêmio Esportivo, contando também com o auxílio do coordenador e técnico Major Higino, que dirige os treinos semanais e está presente em todos os jogos, juntamente com o técnico do time Júlio Katz e o resultado disso são as excelentes vitórias que o time vem adquirindo ao longo dos torneios que tem participado. Segundo o capitão do time, o cadete Lucas Passoni, o rúgbi desenvolve características militares, tais como hierarquia, cobertura, disciplina e respeito, afinal, os pilares deste esporte são:

Integridade, demonstrada pela honestidade e o jogo limpo; Respeito por todos os envolvidos no jogo, desde os jogadores companheiros até adversários, arbitragem e torcida; Solidariedade proporcionada pelo trabalho em equipe e lealdade, uma amizade entre todos os envolvidos que ultrapassa as diferenças políticas, geográficas, culturais e religiosas; Paixão, pois o rúgbi é um esporte excitante que leva tanto os participantes, quanto os expectadores a apaixonar-se por sua dinâmica; e a Disciplina que é gerada pelo cumprimento das leis, regulamentos e valores que o esporte agrega e esta é aplicada dentro e fora do campo. Costuma-se dizer que o rúgbi é um esporte praticado por cavalheiros, devido o tratamento formal que se dá durante o jogo, um exemplo disso é a forma de se dirigir ao árbitro e este aos jogadores, sempre os tratando como senhor e, geralmente, o único que fala com ele é o capitão do time.

Pode-se afirmar que, além de conservar seus valores, o rúgbi é um esporte “democrático”, no sentido de igualitário, porque dá a oportunidade de pessoas de diferentes portes físicos (gordo, magro, alto, baixo), habilidades, gêneros e idades de praticá-lo, diferentemente de inúmeros esportes.

A missão do rúgbi vai muito além de seus campos, ele é um esporte que serve de mecanismo para a formação de uma sociedade consciente, formada por valores morais que tanto faz falta ao povo brasileiro. Ao invés de propagar a malandragem, o individualismo e a indisciplina que os jogos de futebol difundem, ele incentiva o trabalho em equipe, afinal o time é como um corpo que é uma unidade embora tenha muitos membros, e todos os membros sendo muitos, formam um só corpo, um só time; é praticamente impossível um único membro do time decidir uma partida. Outra questão diz respeito à disciplina, afinal viver com disciplina e sensatez, fazendo o que é justo, direito e correto só implica no sucesso de todo o grupo. Assim, saber dividir, cooperar e trabalhar em equipe são necessários para chegar a vitória de uma partida de rúgbi e imprescindíveis para alcançar a vitória mais importante de todas, viver em paz, com qualidade e tranquilidade em um mundo que prega a “lei da vantagem” como o único caminho para o sucesso. É por isso que todos aqueles que conhecem o esporte que mais cresce no Brasil pensam exatamente como o jogador do União Rúgby de Alphaville, Márcio Rosale, que diz: “O rúgbi é minha vida”, uma vida pautada em preservar e conservar os valores criados para dentro de campo, mas que o transcende e passa a fazer parte do seu dia a dia.

Colaboração: Eliane Galante, especializada em Ciências Sociais e Geografia

__________________________________________________________________________________________________________
Claudia Giron Munck é Publicitária, Relações Públicas, especializada em Marketing e Mídias Digitais. Atua na área de Comunicação do Sesc SP e é Coordenadora Editorial da Revista Gente Nova.

Que tal jogar uma partida de tênis com Marcelo Melo. Conheça o Twittênis, a primeira disputa interativa realizada através de tweets

em Esporte/Tecnologia e Ciência por
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Jogar tênis com Marcelo Melo, líder do ranking mundial de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), é uma experiência para poucos. É pensando nisso que a próxima ação da Centauro, patrocinadora do atleta, vai aproximar fãs e jogador em uma partida inédita.

Nesta quinta-feira (04), a rede apresentará o Twittênis, a primeira disputa interativa de tênis realizada através de tweets. Idealizada pela agência Publicis Salles Chemistri, a ação será transmitida ao vivo em streaming, às 11h30, no hotsite twittenis.centauro.com.br.

Número 1 do mundo, Marcelo Melo entrará em quadra para rebater as bolas disparadas por uma máquina lançadora que responde, em tempo real, aos tweets enviados com a #twitteniscentauro. Basta ao usuário escrever comandos como: Direita #twitteniscentauro ou Centro #twitteniscentauro para determinar a direção e a intensidade que a bola deve ser lançada. Para cada bola rebatida (ou não), o usuário receberá um tweet de volta indicando de quem foi o ponto.

O mineiro Marcelo Melo é patrocinado pela Centauro desde 2007, ano em que, motivado por Sebastião Bomfim Filho, fundador da empresa, o tenista decidiu se dedicar apenas ao jogo de duplas e não mais participar de torneios em simples. Desde então, o jogador conquistou inúmeras vitórias e torneios, incluindo um Roland Garros, até chegar ao topo do ranking.

Lugano chega para preencher a lacuna de líder do São Paulo depois de Rogerio Ceni

em Coluna/Esporte por

allan

Lugano chega para preencher a lacuna de líder do São Paulo depois de Rogerio Ceni

Rogerio Ceni, ícone da torcida tricolor, pendurou as luvas e as chuteiras no final do ano de 2015. Depois de completar mais de mil jogos com a camisa do São Paulo, o clube do Morumbi se viu sem ídolo e sem líder no elenco atual.

Para preencher a vaga de líder no elenco o clube contratou o uruguaio Lugano, também ídolo do clube e com passagem vitoriosa nos anos 2000. Que Lugano é líder ninguém pode contestar, raça e comprometimento nunca faltaram ao uruguaio que serve de exemplo dentro e fora de campo para os companheiros.

O que pode ser contestado é a qualidade física do atleta, e aí esta o grande problema dos que criticam. É obvio que Lugano não chega com a mesma capacidade física da década passada, nenhum atleta de futebol no mundo tem aos 35 anos o mesmo folego que tinha aos 25. Lugano chega para ocupar a vaga de líder no São Paulo pós Rogerio, nada é mais claro que isto na intenção do São Paulo hoje.

Se Lugano fosse o zagueiro de 2005 não estaria jogando no Cerro Porteño, continuaria na Europa. Um clube grande e de massa como é o São Paulo não pode se dar o luxo de não ter um líder dentro do elenco, todos os grandes clubes do mundo contam com pelo menos um líder.

O uruguaio respeita, e muito, os torcedores são paulinos e isso basta para ele fazer parte do elenco. Com ele em campo talvez as goleadas sofridas ano passado para os rivais não teriam acontecido. Respeito e comprometimento não fazem mal a ninguém e com Lugano no elenco isto não deve faltar ao São Paulo em 2016.

__________________________________________________________________________________________________________
Allan Moran. Pós graduado em gestão e marketing em entidades esportivas. Complementou o mesmo curso na Universidad Europea de Madrid e é sócio da Trivela Sports. ©2014.

Torneio de futebol nos EUA ajuda a promover mercado de imóveis para brasileiros

em Brasil/Esporte/The São Paulo Times por

futebolA Florida Cup, torneio de futebol que contará com a participação de clubes como Corinthians, Atlético-MG e Fluminense em janeiro de 2016, e o período de férias podem ajudar a promover o mercado imobiliário para brasileiros em Miami e Orlando, nos EUA.

Segundo a Lello, tradicional imobiliária paulistana, a procura por unidades residenciais deve subir em torno de 20%, em razão do maior movimento de torcedores e turistas brasileiros nas duas cidades norte-americanas.

O movimento de brasileiros interessados em comprar imóveis em Miami e Orlando se manteve aquecido neste ano, apesar do cenário econômico nacional e da alta do dólar.

Somente no primeirode 2015, segundo a Lello, houve aumento de 26,5% no número de imóveis vendidos para brasileiros no famoso estado norte-americano, em relação ao mesmo período de 2014. O valor médio dos empreendimentos comercializados para brasileiros é de US$ 400 mil em Miami e US$ 200 mil em Orlando.

“​A maioria dos brasileiros que compram imóveis na Flórida, cerca de 80%, pagam o valor à vista, e 20% usam créditos imobiliários nos EUA”, diz Igor Freire, diretor de Vendas da Lello Imóveis.​

Desde 2012 a Lello Imóveis presta serviços de assessoria ao cliente que desejam comprar imóveis em Miami e Orlando, desde a pré-aquisição até posterior venda da unidade.   

O trabalho consiste em esclarecer os  interessados sobre os tipos de empréstimos disponíveis em instituições bancárias americanas, listando vantagens e desvantagens de cada uma. A Lello também presta suporte para obtenção de empréstimos, aconselhamento na negociação de valores com os proprietários dos imóveis de Miami e apoio no processo de compra, venda e assinatura do contrato. 

O site www.lellomiami.com.br possui várias opções de imóveis.  Além de identificar as reais necessidades do comprador, a Lello se prontifica a selecionar as melhores oportunidades de imóveis em Miami e a enviar, aos interessados, materiais ilustrativos que possam facilitar a escolha do tipo de imóvel e região.

Obrigado M1to

em Esporte/The São Paulo Times por
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Era início da década de 90 e Zetti, apesar de ainda no auge, entrava naquela idade em que os atletas planejam a aposentadoria. Um acidente tinha matado nosso promissor reserva, Alexandre (não sei se você lembra mas, além de bom goleiro, ele também era bem habilidoso com os pés). Ou seja: a possibilidade de ficarmos sem um substituto à altura do Zetti apavorava qualquer são paulino.

Eu e meus dois irmãos sentamos em frente à TV para ver um jogo do Tricolor. Não era um jogo importante e o time titular estava jogando algum campeonato de peso (não lembro se Libertadores ou Brasileirão). Por isso, entramos com o Expressinho. Sim, graças ao preciosismo do Mestre Telê, tínhamos dois times competitivos.

Para você ter uma idéia, nosso time B era dirigido por Muricy e contava com caras como Denílson, Juninho, Catê e Caio Ribeiro, por exemplo. E, naquela noite, tinha também um goleiro que eu e meus irmãos nunca tínhamos visto ou ouvido falar: um tal de Rogério. Rogério o que? Sei lá, não falaram o sobrenome. Não sei se era a estréia dele, mas era o primeiro jogo que eu o veria atuar. Lembro de nós três preocupados com aquele novato que ia catar no gol. Mas vamos ver, né? Todo mundo precisa de uma primeira chance.

Para nosso alívio, o moleque era bom. A cada defesa que ele fazia, a desconfiança ia desaparecendo. Por outro lado, era só um jogo, não podíamos nos precipitar com empolgações vazias. Ou seja, a sensação era a de que tínhamos um bom goleiro, mas ainda era cedo para cravar que seria o substituto do ídolo Zetti.

Até que, numa bola dividida com o atacante adversário, Rogério levou um chute no nariz – que, em poucos segundos, dobrou de tamanho e passou jorrar sangue feito um vulcão. Pronto: é só aparecer um goleiro que joga direitinho, que acontece isso. Puta azar. Agora ele vai ficar afastado algumas semanas e, quando voltar, vai estar tão traumatizado que nunca mais divide bola nenhuma.

O goleiro reserva já estava aquecendo, quando levanta do campo um sujeito com dois chumaços de algodão no nariz, como se tivesse saído de um caixão. E mais: o cara sai andando e se posiciona embaixo do travessão. Como assim? Ele tá com o nariz destruído e vai continuar em campo? Vai ser um gol atrás do outro.

Para nosso desespero, o reserva voltou para o banco e Rogério continuou em campo. Para nossa felicidade, ele continuou fechando o gol. Parava para trocar de algodão de vez em quando, porque o sangue era muito. Mas agora, nossa sensação era outra: não tínhamos apenas um novo goleiro, tínhamos um mito.

Foi a primeira das milhares de vezes que gritei: Rogééééééééééééério

Por Zé Luiz Martins, Roteirista e tricolor.

1 2 3 9
Voltar p/ Capa