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Negócios

Dia dos pais: 10 orientações para não se endividar

em Negócios/News & Trends por

No domingo (13) se comemora o Dia dos Pais e, para demonstrar o amor, carinho e gratidão, muitas pessoas acabam presenteando a qualquer custo, mesmo sem ter dinheiro, correndo o risco de desequilibrar suas finanças por conta dessa data comemorativa.

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Pedidos de falência caem 13,2% em julho contra o mesmo mês do ano anterior

em Negócios/News & Trends por

Para os pedidos de recuperação judicial também houve queda, de 11,6%, mantida base de comparação

Os pedidos de falência caíram 13,2% na variação de julho contra o mesmo mês do ano anterior, segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Mantida a base de comparação, as falências decretadas subiram 39,6%, enquanto para os pedidos de recuperação judicial e recuperações judiciais deferidas1  foram observadas quedas de 11,6% e 20,5%, respectivamente.  A tabela 1 resume os dados.

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Qual a diferença entre comprar uma franquia e uma marca licenciada?

em Negócios/News & Trends por

O Brasil é considerado um dos países mais empreendedores do mundo, mas apesar do espírito empreendedor, muitas empresas não sobrevivem aos primeiros anos de vida. A estimativa é que seis em cada dez empresas fechem as portas antes mesmo de completar cinco anos.

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5 tendências que influenciarão o trabalho do futuro

em Negócios/News & Trends por

Mudanças tecnológicas e culturais sempre nortearam o desenvolvimento dos espaços de trabalho, que estão acontecendo cada vez mais rápido, englobando cada vez mais pessoas. O efeito dominó desses avanços e as mudanças em massa possuem impactos significativos na forma como as pessoas vivem e trabalham em todo o mundo. A tecnologia, em particular, tem permitido aos funcionários uma maior sensação de liberdade, eficiência e conectividade sem as limitações tradicionais de tempo e lugar.

A ADP, empresa líder global em soluções de Gestão do Capital Humano, levantou informações para descobrir quais são as maiores mudanças do mundo do trabalho e quais as tendências esperadas para os próximos anos. Nesse estudo, intitulado Future of Work, foram entrevistadas mais de 2 mil pessoas que trabalham em empresas com 250 ou mais empregados, no Brasil e países como Estados Unidos, Canadá, México, Chile, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Austrália, China, Índia e Cingapura.

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51% dos brasileiros que possuem cheque especial desconhecem as taxas de juros

em Negócios/News & Trends por

Ao lado do cartão de crédito, o cheque especial é uma das modalidades de crédito mais conhecidas e utilizadas pelos brasileiros. A partir da análise da vida financeira e do perfil de renda do cliente, os bancos estipulam um limite de crédito, que fica à disposição na conta corrente do cliente. As altas taxas de juros da modalidade, no entanto, seguem desconhecidas por grande parte de quem a utiliza. De acordo com uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 26% dos consumidores possuem cheque especial disponível para uso no banco, mas 51% destes não sabem os juros cobrados.

O levantamento mostra que 32% buscaram alternativas de crédito antes de recorrer ao cheque especial, mas não conseguiram. “Com taxas que ultrapassam 300% ao ano, as dívidas no cheque especial crescem muito rapidamente. O consumidor só deve utilizar em caso de emergência e por um curto período, com a consciência de que, quanto mais tempo ficar no negativo, maior será o custo financeiro”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil. “Caso se depare com alguma emergência, o consumidor deve analisar se há outras soluções de crédito com taxas menores, como o empréstimos pessoais e o consignado”, afirma.

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É saudável ter um negócio com o seu amigo?

em Negócios/News & Trends por

Com a situação de retração econômica dos últimos anos, o número de empregos informais no Brasil superou a marca de 10 milhões, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Como apoio, muitos destes trabalhadores encontram naquelas pessoas mais próximas, como os grandes amigos, a possibilidade de empreender e ter sucesso. Por outro lado, surgem diversos receios de o relacionamento ser abalado com os conflitos diários do trabalho. Afinal, a frase “amigos, amigos e negócios à parte” é uma máxima verdadeira ou é possível ter um negócio saudável e se manter uma grande amizade?

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Cartão de crédito: vilão ou aliado, depende de como é usado

em Negócios/News & Trends por

Administrar nossas finanças nem sempre é uma tarefa fácil, ainda mais em tempos de turbulência econômica. Muitas vezes nos vemos obrigados a entrar no cheque especial ou parcelar a fatura do cartão de crédito, opções que corroem o dinheiro em virtude dos juros abusivos cobrados pelas instituições financeiras. No entanto, o governo federal anunciou novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito, que podem significar um alívio para o bolso do consumidor.

Pelas regras antigas, se não pagássemos o valor total da fatura do cartão e apelássemos para o crédito rotativo, as taxas de juros praticadas pelo Sistema Financeiro tradicional eram de cerca de 15% ao mês, o que dá cerca de 435% ao ano. Já nas cooperativas de crédito esse valor era bem menor. Na UNICRED, por exemplo, o valor era de 8,09% ao mês, num total de 154,35% ao ano.

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Ex-camelô usa superação de vida para ensinar empresas a lidarem com desafios

em Brasil/Negócios/News & Trends por

Enquanto camelô, David Portes aprendeu a desenvolver habilidades para atrair e fidelizar clientes. Foram suas ações criativas de marketing que o transformaram no grande empresário e palestrante que é hoje. Agora, ele transmite toda a sua expertise e relata seu trabalho de sucesso para centenas de profissionais e empresas que buscam crescer e melhorar suas estratégias de venda.

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Entenda: cresce número de jovens investidores no mercado financeiro

em Negócios/News & Trends por

De acordo com especialistas financeiros, é bem mais interessante para um jovem com idade entre 18 e 25 anos, investir seu dinheiro em uma formação superior ao invés de fazer um investimento no mercado financeiro. Criar estratégias e tentar planejar um futuro promissor logo cedo, é essencial para quem deseja obter sucesso nas finanças. Por conta disso, analisar opções e investir em educação enquanto ainda conta com a ajuda dos seus pais, poderá determinar o quão longe você irá chegar. “Quando ainda se é estagiário, basicamente na sua primeira experiência no mercado de trabalho, o dinheiro pode parecer muito mais do que é na verdade, e com o tempo percebemos que nunca estamos realmente satisfeitos e queremos ganhar sempre mais”, comenta André Bona, Educador Financeiro do Blog de Valor. É normal o desejo de uma melhor qualidade de vida, porém, poder obtê-la mais cedo do que se imagina, é preciso disciplina em primeiro lugar.

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É preciso estimular as pessoas a sonharem alto também e principalmente na crise

em Negócios/NY Times por

*Por Aleksey Kolchin, presidente da divisão farmacêutica da GlaxoSmithKline (GSK) no Brasil

Inspirar pessoas a realizar objetivos ambiciosos num ambiente difícil como essa crise que por ora enfrentamos no Brasil é certamente hoje a principal atribuição de um líder, seja qual for a indústria ou segmento de atuação. Num cenário em que a conjuntura econômica se mostra desfavorável, a tendência é que as pessoas concentrem todas as suas energias em atender as demandas do dia a dia, ou seja, projetos de curto prazo. Cabe ao líder, portanto, empoderar e motivar as pessoas de modo que elas consigam enxergar além da superfície.

Notadamente, o brasileiro sempre teve tem como uma de suas características mais marcantes a atitude positiva e o otimismo em relação ao futuro. De uns tempos para cá, contudo, percebe-se por parte de muitos um certo desdém ou mesmo uma contrariedade em relação àqueles que ‘insistem em acreditar que as coisas vão melhorar’. Talvez por reflexo da decepção em relação à crise política, há um desestímulo geral em manter de pé esse traço cultural tão importante e valoroso.

É claro que é preciso conhecer e, na medida do possível, absorver elementos de outras culturas, mas isso não significa que a atitude positiva dos brasileiros ou mesmo seu viés emocional, outro traço tão arraigado, passe a ser visto como uma fragilidade ou ameaça.  Há nesse ponto um sentimento de inferioridade que não corresponde à realidade e só contribui para que ações e projetos que não tenham como fim resolver questões operacionais ou demandas pontuais sejam cada vez mais relegados dentro das organizações.

O papel do líder, ao meu ver, não consiste em se cercar de pessoas que o ajudem a fazer seu trabalho, mas sim contribuir para que as pessoas mais talentosas possam fazer o trabalho delas e, à medida do possível, surpreender a si mesmas e suas respectivas companhias. Aliás, é muito comum se deparar com pessoas que não sabem ao certo como podem chegar lá, ou seja, como encontrar um propósito que proporcione a elas e suas organizações satisfação plena. Nesse sentido, o líder deve atuar ajudando a encontrar esses significados e, inclusive, permitindo que as pessoas se testem e, por vezes, cometam erros, aprendam e, consequentemente, construam confiança. Para tanto, não bastam palavras encorajadoras, embora elas sejam vitais no processo; é preciso criar processos e mecanismos internos que viabilizem de fato o ‘pensar fora da caixa’.

Há dois anos, a GSK introduziu várias mudanças em sua política de recompensas. Em geral, as empresas pagam bônus às equipes pelo volume de vendas realizadas. Como nosso negócio é saúde, decidimos bonificar nossos consultores pela qualidade da informação prestada aos profissionais da saúde. Esse é um exemplo de mudança de paradigma que estimula diretamente a disseminação de conhecimento como um ativo de primeira grandeza dentro da organização.

É importante ressaltar que mais do que uma possibilidade, empreender dentro das organizações é uma necessidade no Brasil de hoje. Engana-se, contudo, quem pensa que é apenas a volatilidade do mercado que demanda que essa característica seja instigada pelos líderes das organizações. Na prática, ela é o principal pilar de sustentação de qualquer projeto de futuro, seja na Europa, no Japão, nos Estados Unidos ou no Brasil. É preciso estimular as pessoas a sonharem alto também e principalmente na crise. Afinal, como dizia Nelson Mandela, ‘o verdadeiro líder usa todos os problemas, não importa os quão sérios e sensíveis, para garantir que, no final, todos saiam mais fortes e unidos do que nunca’.

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