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Negócios

Cartão de crédito: vilão ou aliado, depende de como é usado

em Negócios/News & Trends por

Administrar nossas finanças nem sempre é uma tarefa fácil, ainda mais em tempos de turbulência econômica. Muitas vezes nos vemos obrigados a entrar no cheque especial ou parcelar a fatura do cartão de crédito, opções que corroem o dinheiro em virtude dos juros abusivos cobrados pelas instituições financeiras. No entanto, o governo federal anunciou novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito, que podem significar um alívio para o bolso do consumidor.

Pelas regras antigas, se não pagássemos o valor total da fatura do cartão e apelássemos para o crédito rotativo, as taxas de juros praticadas pelo Sistema Financeiro tradicional eram de cerca de 15% ao mês, o que dá cerca de 435% ao ano. Já nas cooperativas de crédito esse valor era bem menor. Na UNICRED, por exemplo, o valor era de 8,09% ao mês, num total de 154,35% ao ano.

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Ex-camelô usa superação de vida para ensinar empresas a lidarem com desafios

em Brasil/Negócios/News & Trends por

Enquanto camelô, David Portes aprendeu a desenvolver habilidades para atrair e fidelizar clientes. Foram suas ações criativas de marketing que o transformaram no grande empresário e palestrante que é hoje. Agora, ele transmite toda a sua expertise e relata seu trabalho de sucesso para centenas de profissionais e empresas que buscam crescer e melhorar suas estratégias de venda.

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Entenda: cresce número de jovens investidores no mercado financeiro

em Negócios/News & Trends por

De acordo com especialistas financeiros, é bem mais interessante para um jovem com idade entre 18 e 25 anos, investir seu dinheiro em uma formação superior ao invés de fazer um investimento no mercado financeiro. Criar estratégias e tentar planejar um futuro promissor logo cedo, é essencial para quem deseja obter sucesso nas finanças. Por conta disso, analisar opções e investir em educação enquanto ainda conta com a ajuda dos seus pais, poderá determinar o quão longe você irá chegar. “Quando ainda se é estagiário, basicamente na sua primeira experiência no mercado de trabalho, o dinheiro pode parecer muito mais do que é na verdade, e com o tempo percebemos que nunca estamos realmente satisfeitos e queremos ganhar sempre mais”, comenta André Bona, Educador Financeiro do Blog de Valor. É normal o desejo de uma melhor qualidade de vida, porém, poder obtê-la mais cedo do que se imagina, é preciso disciplina em primeiro lugar.

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É preciso estimular as pessoas a sonharem alto também e principalmente na crise

em Negócios/NY Times por

*Por Aleksey Kolchin, presidente da divisão farmacêutica da GlaxoSmithKline (GSK) no Brasil

Inspirar pessoas a realizar objetivos ambiciosos num ambiente difícil como essa crise que por ora enfrentamos no Brasil é certamente hoje a principal atribuição de um líder, seja qual for a indústria ou segmento de atuação. Num cenário em que a conjuntura econômica se mostra desfavorável, a tendência é que as pessoas concentrem todas as suas energias em atender as demandas do dia a dia, ou seja, projetos de curto prazo. Cabe ao líder, portanto, empoderar e motivar as pessoas de modo que elas consigam enxergar além da superfície.

Notadamente, o brasileiro sempre teve tem como uma de suas características mais marcantes a atitude positiva e o otimismo em relação ao futuro. De uns tempos para cá, contudo, percebe-se por parte de muitos um certo desdém ou mesmo uma contrariedade em relação àqueles que ‘insistem em acreditar que as coisas vão melhorar’. Talvez por reflexo da decepção em relação à crise política, há um desestímulo geral em manter de pé esse traço cultural tão importante e valoroso.

É claro que é preciso conhecer e, na medida do possível, absorver elementos de outras culturas, mas isso não significa que a atitude positiva dos brasileiros ou mesmo seu viés emocional, outro traço tão arraigado, passe a ser visto como uma fragilidade ou ameaça.  Há nesse ponto um sentimento de inferioridade que não corresponde à realidade e só contribui para que ações e projetos que não tenham como fim resolver questões operacionais ou demandas pontuais sejam cada vez mais relegados dentro das organizações.

O papel do líder, ao meu ver, não consiste em se cercar de pessoas que o ajudem a fazer seu trabalho, mas sim contribuir para que as pessoas mais talentosas possam fazer o trabalho delas e, à medida do possível, surpreender a si mesmas e suas respectivas companhias. Aliás, é muito comum se deparar com pessoas que não sabem ao certo como podem chegar lá, ou seja, como encontrar um propósito que proporcione a elas e suas organizações satisfação plena. Nesse sentido, o líder deve atuar ajudando a encontrar esses significados e, inclusive, permitindo que as pessoas se testem e, por vezes, cometam erros, aprendam e, consequentemente, construam confiança. Para tanto, não bastam palavras encorajadoras, embora elas sejam vitais no processo; é preciso criar processos e mecanismos internos que viabilizem de fato o ‘pensar fora da caixa’.

Há dois anos, a GSK introduziu várias mudanças em sua política de recompensas. Em geral, as empresas pagam bônus às equipes pelo volume de vendas realizadas. Como nosso negócio é saúde, decidimos bonificar nossos consultores pela qualidade da informação prestada aos profissionais da saúde. Esse é um exemplo de mudança de paradigma que estimula diretamente a disseminação de conhecimento como um ativo de primeira grandeza dentro da organização.

É importante ressaltar que mais do que uma possibilidade, empreender dentro das organizações é uma necessidade no Brasil de hoje. Engana-se, contudo, quem pensa que é apenas a volatilidade do mercado que demanda que essa característica seja instigada pelos líderes das organizações. Na prática, ela é o principal pilar de sustentação de qualquer projeto de futuro, seja na Europa, no Japão, nos Estados Unidos ou no Brasil. É preciso estimular as pessoas a sonharem alto também e principalmente na crise. Afinal, como dizia Nelson Mandela, ‘o verdadeiro líder usa todos os problemas, não importa os quão sérios e sensíveis, para garantir que, no final, todos saiam mais fortes e unidos do que nunca’.

O fim do home office? Paulistanos trocam casa por espaços moderninhos

em Negócios/News & Trends por
No começo dessa década, os coworkings começaram a se expandir por São Paulo e hoje já estão em todos os bairros da cidade. Percebendo novas necessidades dos profissionais e empresas paulistanos, o foco agora é na especialização para atrair a diferentes públicos, como é o caso da BRAIN (www.brain.club). O “clube” – ou “polo de economia criativa” – reúne escritórios compartilhados a preços acessíveis a atividades de bem-estar e descompressão, proposta que tem se tornado atraente em comparação ao home office.

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O boicote às marcas afetam as grandes empresas?

em Negócios/News & Trends por

Os executivos da JBS arrastam com eles as marcas da holding para a berlinda dos consumidores e da opinião pública. A questão é o quanto as marcas de grandes empresas chegam a ser afetadas e como fica o posicionamento em crises como esta.

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65% dos brasileiros não possuem reserva financeira

em Negócios/News & Trends por

O Indicador de Reserva Financeira, calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 65% dos brasileiros não possuem reserva financeira. Em março, 76% dos consumidores não conseguiram poupar, contra 19% que conseguiram guardar dinheiro.

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42% dos usuários de cartão de crédito não sabem o quanto gastaram em março

em Negócios/News & Trends por

Quatro em cada dez (42%) consumidores que usaram o cartão de crédito em março não sabem ao certo o quanto gastaram nas compras do mês. Os dados são do Indicador de Uso do Crédito calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Apesar de não se lembrarem do valor exato, de acordo com o levantamento, 20% dos usuários disseram que viram o tamanho da fatura do cartão de crédito diminuir no último mês, contra 41% de entrevistados que observaram crescimento no valor da cobrança. Para 33%, ela se manteve estável. Considerando os entrevistados que se lembram do valor da fatura do último mês, a média da cobrança foi de R$1.140. Os itens de primeira necessidade como alimentos (62%) e remédios (49%) foram os mais adquiridos por meio do cartão de crédito. Produtos como roupas (32%), combustível (28%) e gastos com bares e restaurantes (26%) ocupam as demais posições do ranking.

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Airbnb – como lidar com essa nova prática?

em Brasil/Negócios/News & Trends por

A possibilidade de ganhos maiores para os proprietários de imóveis, e de maior flexibilidade e preços menores para os hospedes, dão espaço para inovações como as do site AIRBNB. Temos outros sites como booking que também locam imóveis por curtos espaços de tempo, porém não existe nada de ilegal nisso, é uma tendência no mercado de economia compartilhada, desde que não infrinja as normas do condomínio em que vai funcionar.

Diz o site do Airbnb, que você pode se hospedar por uma noite em um apartamento ou até por uma semana em um castelo. Traz ainda que estão presentes em mais de 65.000 cidades e 191 países. Ou seja, é uma tendência realmente e não podemos fechar os olhos. Porém, tal prática tem sido rechaçada em várias cidades como NY, Berlin, Miami, que tem trabalhado por meio de leis de zoneamento a fim de proibir locações com curto períodos de tempo. Em Miami por exemplo, a regulação imputou prazo mínimo de 6 meses de locação.

No Brasil ainda temos pouca ação a fim de regular a operação do Airbnb. Não obstante a hospedagem seja regulada e exclusiva de meios de hospedagem. Sendo que o condomínio pode se encaixar nessa possiblidade, para tanto precisa ter essa previsão na convenção e demais autorizações previstas em lei.  A lei de hospedagem não regula locações acima de 90 dias (Art. 24,§ 2º, Lei Federal nº 11.771 de 2008)

Se por um lado o proprietário pode dispor da sua unidade conforme melhor lhe convier, o que é um direito que lhe assiste por força do Art. 1.335 do Código Civil e em função do exercício regular do direito de propriedade descrito na Constituição Federal. Por outro lado, existem limitações ao exercício desse direito, e o limite é a perturbação ao sossego, saúde, segurança e aos bons costumes daqueles que compartilham a coproprierade, além das limitações impostas pelo direito de vizinhança (Art. 1.277 e 1.336, IV do CC) e pela lei que regula o funcionamento de meios de hospedagem.

A hospedagem não é regulada pela lei de locações, e sim por leis que tratam da hospedagem conforme acima mencionado.  Sendo  dever de todo condômino dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação ( Art.1.335, II e 1.336,IV, do CC), e locar o bem por dia, é característica dos meios de hospedagem e depende de enquadramento específico, e fazê-lo  desvia a finalidade de um edifício restritamente residencial,  além de não cumprir os requisitos descritos na lei.

Nesse sentido a  Lei Federal nº 11.771 de 2008, dispõem sobre a Política Nacional de Turismo nos seguintes termos:

“Art. 24.  Os meios de hospedagem, para obter o cadastramento, devem preencher pelo menos um dos seguintes requisitos:

I – possuir licença de funcionamento, expedida pela autoridade competente, para prestar serviços de hospedagem, podendo tal licença objetivar somente partes da edificação; eII – no caso dos empreendimentos ou estabelecimentos conhecidos como condomínio hoteleiro, flat, flat-hotel, hotel-residence, loft, apart-hotel, apart-service condominial, condohotel e similares, possuir licença edilícia de construção ou certificado de conclusão de construção, expedidos pela autoridade competente, acompanhados dos seguintes documentos:a) convenção de condomínio ou memorial de incorporação ou, ainda, instrumento de instituição condominial, com previsão de prestação de serviços hoteleiros aos seus usuários, condôminos ou não, com oferta de alojamento temporário para hóspedes mediante contrato de hospedagem no sistema associativo, também conhecido como pool de locação;”

Na prática a grande maioria dos casos realizados pelo sistema de diárias perturbam a vida dos prédios residências e desviam a finalidade das edificações que é estritamente residencial.

Temos os defensores desta modalidade de “locação” por sites especializados por diárias, os quais defendem que na lei de locações existe a possibilidade de locação por temporada por prazo de até 90 dias.

É certo que a locação por temporada, com respaldo na lei de locações e sem desvirtuar a finalidade da edificação, poderia ocorrer por curtos períodos de tempo, porém a prática constante, somada a necessidade de utilização da estrutura do prédio (garagens, salão de festas, piscina) e os serviços adicionais quase sempre são oferecidos (mobília, limpeza, serviços em geral), desvirtuam a locação por temporada e se enquadram na hospedagem que é disciplinada em lei específica  a qual não incluem o condomínio edilício no rol de locais aptos a funcionar nessa modalidade.

A locação por diária traz encargo extra a portaria, que na maioria das vezes fica responsável por liberar as chaves, cadastrar veículos, liberar acesso a áreas comuns e carrinho de supermercado, funcionando como recepcionista de hotel e não porteiro. E os prédios não tem essa estrutura.

Para o síndico e administradores cabe a análise do caso concreto, sendo fato notório que empregar o apartamento em sites a locações por diárias, com se fossem aparts hotéis, interfere na finalidade residencial de um condomínio, porém, utilizar o mesmo site e firmar locações mais longínquas pode se enquadrar ao esperado pelo condomínio, que deve prontamente se reunir a fim de regrar as condições necessárias para o funcionamento do condomínio.

Importante que o condomínio não proíba a locação por temporada, que não cobre taxa extra na locação por temporada, mas sim que o prédio regule a relação, estabelecendo limites de pessoas por unidades, advirta locadores que estão locando com constância a unidade em curtos espaços de tempo, procurando entender cada situação. E por fim emita comunicados aos condôminos e regule a relação por meio de assembleia.

Por Dr. Rodrigo Karpat

Entrar em uma companhia achando que sabe tudo é um dos piores erros da geração Y

em Negócios/News & Trends por

Os piores erros que podem ser cometidos no início de carreira são praticamente infinitos. Pegue tudo de positivo que se extrai de uma primeira experiência profissional e inverta: pronto, lá estão todos eles. A boa notícia é que dá para se preparar para não os cometer e, para isso, é só preciso um pouco de humildade.
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Rescisão indireta – veja 11 situações que o empregado pode demitir o patrão

em Negócios/News & Trends por

Constantemente os trabalhadores se encontram em uma situação complexa, na qual não querem pedir demissão, pois perderão seus direitos, mas se encontram em situações que não lhe são satisfatórias de trabalho. Exemplos não faltam, como casos de serem obrigados a realizarem trabalhos que não condizem com sua contratação.  Nesses e em outros casos uma alternativa para o trabalhador é a rescisão indireta.

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