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Cirurgia bariátrica não é tão simples quanto parece

Hábitos de vida cada vez mais desregrados, dietas inadequadas com muitos alimentos calóricos ricos em açúcar, além do baixo consumo…

By Redação , in Saúde & Bem-estar , at 18/08/2015

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Hábitos de vida cada vez mais desregrados, dietas inadequadas com muitos alimentos calóricos ricos em açúcar, além do baixo consumo de frutas e hortaliças – apenas 22,7% das pessoas ingerem diariamente a porção certa de alimentos saudáveis recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) –, aliadas ao sedentarismo e a fatores genéticos fazem da obesidade o “mal do século”.

Estima-se que 50% dos brasileiros estão acima do peso e a obesidade já atinge 18,5% das pessoas, de acordo com estudo feito pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). O problema é tão grave que, caso algo não seja feito, em dez anos, o país pode ter números semelhantes aos dos Estados Unidos, país com maior porcentagem de obesos no mundo.

O Brasil é o segundo em número de cirurgias bariátricas – de redução de estômago –, com 80 mil procedimentos, sendo 10% realizadas na rede pública (2013). E esses números vêm crescendo assustadoramente: o número de cirurgias saltou 90% nos últimos cinco anos e 300% em dez anos.

A cirurgia não é indicada como tratamento estético, mas para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com obesidade mórbida – quem tem pelo menos 40 kg a mais do que o normal – ou com doenças graves como diabetes, hipertensão, apneia do sono e problemas ortopédicos.

Mas de nada adianta reduzir o estômago se não houver mudanças de hábitos alimentares e de estilo de vida. Após a cirurgia bariátrica, a quantidade e o tipo de alimentos a serem consumidos devem ser limitados.

“É importante para o bem-estar físico e emocional essa adaptação alimentar no pós-operatório, por meio de uma orientação correta quanto aos alimentos que devem ser consumidos, para que a rápida perda de peso não leve à desnutrição”, explica a nutricionista Camila Prata, consultora de nutrição da Phosther Algamar.

Mesmo assim, pacientes no pós-operatório da cirurgia bariátrica podem apresentar complicações nutricionais. Uma delas é a deficiência de micronutrientes como Cálcio, Ferro, Vitamina D e Vitamina B12. Em determinados casos é importante, inclusive, a suplementação de micronutrientes logo a partir do terceiro dia do pós-operatório.

“Na maioria das vezes, somente uma alimentação balanceada não basta devido à grande diminuição da capacidade de absorção de nutrientes. Para suprir essa carência, logo após a cirurgia, é importante tomar um suplemento de minerais à base de algas marinhas, como o Vitalbalance, que é natural e de alta absorção pelo organismo”, orienta a nutricionista.

O Vitalbalance é um suplemento que atende as necessidades nutricionais do início da fase pós-cirúrgica, no momento de dieta líquida e pastosa. Pode ser usado a partir do terceiro dia depois do pós-operatório e é de fácil ingestão, uma vez que o conteúdo do sachê deve ser emulsificado em água.

E após três meses da cirurgia, quando o indivíduo começa a ingerir alimentos sólidos, a suplementação continua necessária para garantir o nível de minerais necessários ao organismo.

“A indicação, a partir daí, é utilizar o Vitalidade, suplemento que tem a mesma base nutricional do Vitalbalance, com 74 minerais na forma orgânica, mas que se apresenta em cápsulas.  Por ser 100% natural, pode ser tomado junto com outros medicamentos, sem qualquer contra indicação e de forma permanente”, explica o químico José Celso Guimarães, diretor técnico da Phosther Algamar, que complementa:

“Se hoje a alimentação dos indivíduos já é pobre em nutrientes por conta do desgaste do solo e de alimentos industrializados e com agrotóxicos, para quem fez a cirurgia bariátrica a importância da suplementação com o concentrado mineral Vitalidade é ainda maior, já que essas pessoas terão para sempre uma restrição alimentar”, conclui Guimarães.

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