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Coração impresso 3D: uma esperança possível

Cientistas e pesquisadores da Universidade de Louisville anunciaram que em breve poderão criar o que eles chamam de “coração bioficial”….

By Redação , in News & Trends Tecnologia e Ciência , at 29/07/2014 Tags:,

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Cientistas e pesquisadores da Universidade de Louisville anunciaram que em breve poderão criar o que eles chamam de “coração bioficial”. A equipe, liderada pelo biólogo celular Stuart Williams, vai usar células vivas a partir de um transplante potencial de um paciente combinado com materiais artificiais para criar um coração 3D impresso e totalmente funcional.

Anthony Atala, diretor do Instituto de Medicina Regenerativa Wake Forest, diz que este tipo de combinação de impressão 3D poderia revolucionar a forma como órgãos complexos são integrados aos corpos dos pacientes transplantados.

“Os benefícios potenciais incluem a acessibilidade e disponibilidade. Mais pacientes que precisam desses órgãos terão acesso a eles. Pode haver menos probabilidade de rejeição e de doenças que poderiam ser transmitidas”, diz Anthony.

Esse processo envolve estabelecer as várias camadas de material, a fim de criar objetos tridimensionais. Ele pode ser usado para criar quase qualquer coisa que se possa imaginar e as implicações para a medicina são surpreendentes.

A técnica já foi usada para criar próteses para pessoas amputadas e ossos artificiais. Cirurgiões na Holanda implantaram com sucesso um crânio 3D impresso em uma mulher de 22 anos de idade.

Os órgãos 3D impressos vêm com desafios únicos. Como advogado de políticas públicas, David Rosen aponta que pode levar anos ou mesmo décadas para que a Food and Drug Administration (FDA) aprove órgãos construídos em laboratório para os pacientes.

Ainda que o processo de fabricação de órgãos bioficiais seja perfeito, será feita uma série de ensaios clínicos e uma extensa pesquisa sobre todas as possíveis reações do paciente, antes que a FDA aprove os transplantes com esse método.

“Os desafios incluem garantir que os órgãos vão funcionar como previsto, demonstrando a sustentabilidade uma vez transplantado”, diz David Rosen.

Pode demorar um pouco, mas o potencial para obtenção de órgãos 3D que salvem vidas em necessidade crítica ainda é incrível.

© 2014, Newsweek.

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