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Energia solar na indústria é alternativa para reduzir custos

em Brasil/Tecnologia e Ciência por

Incentivos fiscais, queda no custo dos equipamentos e alta radiação solar são outras vantagens para minimizar custos na indústria.

Um dos custos que, sem dúvida, é levado em conta na hora de repassar o preço dos produtos ao consumidor final é o de energia elétrica. Mesmo com as medidas de corte de tarifas apresentadas pelo Governo Federal, que estimava reduzir o custo da indústria com energia elétrica em 28% a partir de 2013, a utilização de outras alternativas energéticas, como a energia solar fotovoltaica por exemplo, também pode contribuir para que este custo diminua ainda mais, pois, ao produzir a própria energia, a indústria pode repassar custos menores ao consumidor final.

É o que afirma Pedro Pintão, engenheiro de produção e diretor da Neosolar Energia, empresa paulista especializada em soluções para energia solar. “Mesmo que no Brasil ainda não exista a produção de todos os componentes necessários para instalar um sistema fotovoltaico, o custo já é menor e o valor do investimento pode ser recuperado em seis anos, variando de acordo com a localização e tamanho do projeto.”

No Estado de São Paulo, a indústria que resolver investir na produção de energia solar tem mais um fator a favor: o Governador Geraldo Alckmin assinou, no último dia 27 de março, decreto que isenta de impostos equipamentos destinados a produção de energia renovável. Aliado a queda dos preços, a alta incidência de radiação solar na maior parte do país, também viabiliza a instalação de painéis solares. Geralmente as indústrias tem uma grande área de telhado que poderia ser aproveitada para a capitação da luz e utilizada para produção de energia elétrica tanto para as áreas administrativas quanto para processos produtivos.

Consumo de energia na indústria

O consumo de energia elétrica na indústria cresceu 1,4% em fevereiro deste ano, frente ao mesmo período do ano passado, segundo dados de um levantamento realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), divulgado no último dia 27/03/14.

Somados os setores indústria, serviços e residências, o consumo em fevereiro foi superior a 41 mil gigawatts-hora.

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