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FAO: Controle de praga de gafanhotos em Madagascar depende de ampliação de financiamento

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) enfatizou nesta quinta-feira (02) a necessidade urgente de arrecadar 14,7 bilhões de…

By Redação , in Mundo The São Paulo Times , at 04/10/2014

Foto: PNUMA GRID Arendal/Peter Prokosch
Foto: PNUMA GRID Arendal/Peter Prokosch

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) enfatizou nesta quinta-feira (02) a necessidade urgente de arrecadar 14,7 bilhões de dólares para reforçar o combate à praga de gafanhotos que volta a assolar Madagascar. Entre as principais medidas a serem tomadas estão o controle de operações e análises aéreas, o fornecimento dos equipamentos e pesticidas adequados e o recrutamento de equipes para promoção de campanhas locais.

A FAO e o governo de Madagascar lançaram em conjunto um programa para controle dos gafanhotos, de duração de três anos a partir de setembro de 2013. As operações aéreas já inspecionaram mais de 30 milhões de hectares e controlaram as populações de gafanhoto em mais de 1,2 milhão de hectares.

“Os efeitos desta praga poderiam ter sido devastadores mas, graças aos intensos esforços do governo, apoiados pela FAO, conseguimos prevenir que estes gafanhotos migrassem para ainda mais longe”, disse o coordenador sub-regional da FAO para o Sul da África, David Phiri, ressaltando que uma grande crise alimentar foi evitada em Madagascar, uma vez que a peste atinge as colheitas e os pastos do país.

Apesar dessas providências, o baixo financiamento da iniciativa se torna um desafio, uma vez que não é suficiente para concluir as campanha de controle de gafanhotos – o que pode gerar uma crise humanitária e econômica.

Caso o fundo de financiamento não seja ampliado, os progressos da primeira campanha serão em grande parte perdidos e a praga vai expandir novamente – seguindo os mesmos acontecimentos de novembro de 2010 e de dezembro de 2011. Com a chegada da estação chuvosa a partir de outubro, as condições de temperatura e umidade se tornam ideais para a reprodução da espécie.

Fonte: onu.org.br

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