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Saturday, June 6, 2020
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Livro relata a trajetória do implacável e ultra secreto departamento de inteligência de Israel

Com mais de 100 mil exemplares vendidos no mundo, Mossad, título que chega ao Brasil pela Editora Seoman, aborda o nascimento do…

By Redação , in Geral Mundo The São Paulo Times , at 18/04/2014 Tags:,

Com mais de 100 mil exemplares vendidos no mundo, Mossad, título que chega ao Brasil pela Editora Seoman, aborda o nascimento do grupo de inteligência de Israel, criado em 1951 – o MOSSAD – grupo de agentes secretos israelenses que se dedicam a procurar os inimigos do Estado de Israel nos locais mais improváveis do planeta.

A primeira operação autorizada por um chefe de governo à unidade, conhecida comoOperação Garibaldi aconteceria em maio de 1960, quando David Ben-Gurion permitiu a Isser Harel o rapto de Adolf Eichmann, um dos responsáveis pela “Solução Final da Questão Judaica” nazista, que vivia sob outra identidade na cidade de Buenos Aires e que foi condenado à forca em 1962. O êxito desta operação levou então à criação do temível Kidon (baioneta), a subunidade de assassinos do Metsada, o departamento de operações especiais do Mossad.

O Kidon tornou-se desde então, o implacável e secreto esquadrão que identifica e liquida inimigos de Israel.

Entre 1960 e 2011, foram muitas as operações ultrassecretas lideradas pelo grupo, sendo as 16 mais importantes citadas neste livro. Entre elas temos:

  • Operação Riga (1965) que teve início no Brasil e como alvo Herbert Cukurs, responsável pela assassinato de mais de 30 mil judeus no gueto de Riga, o que culminou em sua morte nos subúrbios de Montevidéu – Uruguai;
  • Operação Ira de Deus (1972-1973)que teve como objetivo a caça aos terroristas palestinos membros  do Setembro Negro, responsáveis pela morte de 11 atletas israelenses, durante as Olimpíadas de Munique, e que culminou na morte/neutralização de 12 terroristas palestinos;
  • Operação Engenheiro (1996), que teve como função exterminar Yehlya, conhecido como “engenheiro”, por projetar as mais diversas e complexas bombas e explosivos para o Ramas e ainda ser o comandante da brigada Izzedine Al´Qassam. Ele  foi morto por um kidon que acionou uma carga explosiva que lhe levou a óbito instantâneo;
  • Operação Nêutron (2006-2011), liquidou três cientistas iranianos que ajudariam a criar uma arma nuclear de extermínio em massa. A unidade de assuntos tecnológicos de espionagem israelense desenvolveu então um vírus cibernético denominado Stuxnet  com o intuito de sabotar de vez o programa nuclear iraniano, e que culminou na destruição de diversos servidores iranianos.

 

Após a experiência de cinco anos como correspondente em Jerusalém, Frattini diz que na verdade um dos motivos que o levou a escrever este livro foi nunca ter ouvido um israelita falar sobre o instituto de inteligência israelense – “O Mossad de Israel é como a máfia na Itália: Todos sabem que existe mas ninguém fala sobre o assunto” – assim como investigar as operações secretas e trazer aos leitores os segredos do mais temido serviço secreto de Israel.

Lançado em mais de 4 países da Europa, ficando em primeiro lugar no gênero não-ficção por mais de 7 semanas em Portugal, o livro se diferencia na veracidade hermética sobre o serviço secreto, com depoimentos corroborados por ex-dirigentes do Mossad, que estão citados na contra-capa do livro.

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