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Saturday, August 8, 2020
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Livros de colorir: uma forma lúdica de descobrir e experimentar novas habilidades no nosso cotidiano

Velocidade é o que rege a vida nos dias atuais, temos a sensação que tudo é tratado com máxima urgência. O…

By Redação , in Brasil News & Trends São Paulo Saúde & Bem-estar , at 22/05/2015

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Velocidade é o que rege a vida nos dias atuais, temos a sensação que tudo é tratado com máxima urgência. O sentimento de preocupação torna-se comum no nosso dia a dia, pois temos muitas atividades para realizar seja na nossa vida pessoal ou profissional, portanto é necessário encontrar um equilíbrio. Os livros de colorir ajudam nesse aspecto, a atividade transparece a vontade das pessoas em diminuir o ritmo intenso da vida diariamente.

“Nossa vida se transformou em algo tão digital, que o simples fato de realizar uma atividade manual, não relacionada à tecnologia, pode ser gerador de grande bem-estar. O livro por si só não proporciona nada ao ser humano. Na verdade as pessoas sentem-se convocadas pela proposta do objeto, bem como pelos desenhos, a se debruçarem nesta atividade inebriante e secular que é pintar”, afirma Cristina Fank, terapeuta ocupacional da Mercur.

A experiência de colorir é transformadora, independente da escolha de cores pré-determinadas ou específicas. “A seleção das cores está sempre relacionada às preferências, gostos e experiências das pessoas. Mas sim, existem correntes que defendem a ideia de que as cores possuem energias e simbologias diferentes e que a escolha de determinados tons possa contribuir para áreas do desenvolvimento do ser humano ou revelar algo”, declara Márcia Murillo, pedagoga da Mercur.

Pintar é uma atividade que se aprende ao longo da vida. “O encontro com os velhos conhecidos lápis e papel, pode ser um momento de conforto, que dá a sensação de organização psíquica, calmaria e alívio de tensões, além de trazer outros benefícios, como a melhora da atenção, memória e percepção”, explica a pedagoga.

É importante ressaltar que, apesar, desse tipo de expressão artística fazer diferença no alívio da tensão, a atividade não pode ser encarada como uma terapia convencional, que tem como característica ser realizada por um profissional do segmento”, finaliza a terapeuta ocupacional. 

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