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Novas opções nas academias – Tecido acrobático

Novas opções nas academias – Tecido acrobático Para quem não gosta da tradicional musculação, as academias estão oferecendo, cada vez…

By admin , in Coluna , at 13/11/2014

claudia

Novas opções nas academias – Tecido acrobático

Para quem não gosta da tradicional musculação, as academias estão oferecendo, cada vez mais, opções diferenciadas de atividade física.

Uma das mais fascinantes é o Tecido acrobático. Nessa atividade, a pessoa sobe pelo tecido e faz sua performance em alturas variadas.

Embora pareça algo surreal para um “ser humano comum”, a modalidade é divertida e já entre a primeira e a segunda aula, qualquer aluno(a) é capaz de fazer alguma manobra, além de ser bem seguro.

Para ir um pouco além no assunto, conversei com a Debora Scarcelli, ex-ginasta, professora de circo, artista, educadora física, administradora e apaixonada pela arte circense.

CGM – Além das habilidades artísticas, quais os benefícios de praticar tecido acrobático? E quais as partes do corpo que essa atividade mais trabalha?

DS – O tecido proporciona coordenação motora grossa, agilidade, concentração, desperta autoconfiança, além de favorecer principalmente os membros superiores e abdômen.

CGM – Onde é possível aprender ou praticar essa atividade?

DS – Hoje em dia há diversas academias voltadas para a prática exclusiva da atividade circense, mas também existem academias de musculação, clubes, escolas, pole dance, que incluíram o circo na grade de suas atividades.

CGM – O tecido acrobático foi bastante destacado na mídia, sobretudo após as personagens das atrizes Juliana Xavier em “Rebeldes” e Nathalia Dill em “Avenida Brasil”. No entanto, quando começou essa transição dos picadeiros para as academias?

DS – Acredito que nos últimos anos o acesso de ex-atletas, bailarinos, educadores físicos ao universo circense, como também os tradicionais circenses participando de forma mais efetiva da sociedade, como faculdades, trabalhos paralelos, gerou uma fusão entre diversas áreas o que acabou ficando interessante a prática da arte com atividade física.

CGM – A partir de que idade pode-se começar a praticar?

DS – Eu recomendo a prática a partir dos 5 anos, onde algumas habilidades motoras e sensoriais já foram desenvolvidas, e a prática só irá favorecer para a evolução do desenvolvimento.

CGM – Esse exercício não é recomendável para algum tipo de pessoa?

DS – Não recomendável para pessoas que possuem miastenia, mas de qualquer forma a aula tem que ser adaptada de acordo com o perfil e histórico médico de cada aluno e/ou turma.

CGM – Que estrutura básica uma academia ou instituição precisa para começar a dar aulas de tecido acrobático ou contratar uma apresentação? É necessário muito investimento?

DS – Para o tecido, o próprio tecido tem que ser adquirido, pois é um tecido próprio para a modalidade, uma estrutura ou viga onde ele irá ser pendurado e com o ART emitido por um engenheiro. Para proteção em baixo do tecido, colchões de proteção. O Investimento inicial gera custos médios, porém há durabilidade dos materiais com boa manutenção.

CGM – Força e concentração são pontos básicos nessa modalidade. Há atividades complementares que podem melhorar o desempenho no tecido?

DS – Sim. Qualquer outra prática esportiva favorece. Principalmente atividades que desenvolvam força e consciência corporal.

CGM – Já falamos sobre apresentações circenses e academias. Existem outras atividades em que pode ser associada a prática do tecido acrobático?

DS – Eventos em geral, desde que possua estrutura segura para a prática.

CGM – Algumas escolas adotam a ginástica olímpica como alternativa de atividade física para seus alunos. O tecido acrobático seria uma boa opção nesse quesito? Por que?

DS – Sim. Pois a criança desenvolve consciência corporal, força, coragem, equilíbrio, persistência, coordenação, além de “brincar” de ser um artista de circo.

Confira um pouco do trabalho da Débora:

Contato: [email protected]

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Claudia Giron Munck é Publicitária, Relações Públicas, especializada em Marketing e Mídias Digitais. Atua na área de Comunicação do Sesc SP e é Coordenadora Editorial da Revista Gente Nova.

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