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Novos recursos de tratamento oferecem mais chances no combate ao câncer

Há algumas décadas, o diagnóstico do câncer trazia ainda mais temores e inseguranças do que hoje. Isso porquê os recursos…

By Redação , in Brasil Saúde & Bem-estar , at 27/11/2015

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Há algumas décadas, o diagnóstico do câncer trazia ainda mais temores e inseguranças do que hoje. Isso porquê os recursos médicos eram limitados, o que comprometia o diagnóstico precoce. Com o passar dos anos, no entanto, os exames para detecção da doença e os tratamentos evoluíram. Para a Dra. Mariana Laloni, coordenadora do Centro de Oncologia do Hospital 9 de Julho, os pacientes diagnosticados com câncer estão cada vez mais se beneficiando dos novos recursos de tratamentos em diferentes áreas (cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia, e imunoterapia), apresentando como resultado melhora em sua recuperação e maiores taxas de cura.

A especialista considera fundamental aproveitarmos a oportunidade do Dia Nacional de Combate ao Câncer para falarmos sobre o assunto, conscientizando a população para a importância da prevenção e detecção da doença em fase inicial, o que é feito por meio de um bom acompanhamento médico periódico e de medidas de redução aos fatores que podem aumentar o risco individual do aparecimento do câncer.

Um estudo publicado pela revista inglesa The Lancet, aponta que o Brasil aumentou a sobrevida de pacientes diagnosticados com câncer de mama e de próstata. A pesquisa, que abrangeu 67 países, concluiu que, no Brasil, a expansão do acesso da população a serviços de saúde e exames para detecção e tratamentos foram os fatores que impulsionaram esse avanço.

De acordo com a Dra. Mariana Laloni, a quimioterapia continua sendo um dos tratamentos mais indicados e utilizados, porém vem surgindo alternativas à sua utilização. Uma delas é a imunoterapia. “Ao contrário da quimioterapia, que mata as células do organismo e dificulta ou impede a sua reprodução, a imunoterapia ativa o nosso próprio sistema imunológico. A partir disso, células do nosso próprio sistema de defesa passam a reconhecer que a célula tumoral é uma célula estranha (com defeito) e ativam o sistema para destruir as células tumorais”, salienta a especialista.

Ainda de acordo com a médica, embora esse tratamento seja relativamente novo, ele já está sendo usado no Brasil em algumas patologias como o melanoma. “Algumas pesquisas apontam que a imunoterapia tem trazido ótimos resultados, principalmente para cânceres de pulmão, rim e melanoma. Uma das principais vantagens da sua adoção é que, mesmo após o fim do tratamento, a imunidade do paciente pode continuar respondendo a células tumorais, diminuindo a recidiva de tumores aumentando o tempo livre de progressão da doença”.

A médica ainda ressalta a importância do acompanhamento médico periódico para detecção precoce de eventuais lesões cancerígenas.

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