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Ex-camelô usa superação de vida para ensinar empresas a lidarem com desafios

Enquanto camelô, David Portes aprendeu a desenvolver habilidades para atrair e fidelizar clientes. Foram suas ações criativas de marketing que o transformaram no grande empresário e palestrante que é hoje. Agora, ele transmite toda a sua expertise e relata seu trabalho de sucesso para centenas de profissionais e empresas que buscam crescer e melhorar suas estratégias de venda.

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News & Trends

Entenda: cresce número de jovens investidores no mercado financeiro

em Negócios/News & Trends por

De acordo com especialistas financeiros, é bem mais interessante para um jovem com idade entre 18 e 25 anos, investir seu dinheiro em uma formação superior ao invés de fazer um investimento no mercado financeiro. Criar estratégias e tentar planejar um futuro promissor logo cedo, é essencial para quem deseja obter sucesso nas finanças. Por conta disso, analisar opções e investir em educação enquanto ainda conta com a ajuda dos seus pais, poderá determinar o quão longe você irá chegar. “Quando ainda se é estagiário, basicamente na sua primeira experiência no mercado de trabalho, o dinheiro pode parecer muito mais do que é na verdade, e com o tempo percebemos que nunca estamos realmente satisfeitos e queremos ganhar sempre mais”, comenta André Bona, Educador Financeiro do Blog de Valor. É normal o desejo de uma melhor qualidade de vida, porém, poder obtê-la mais cedo do que se imagina, é preciso disciplina em primeiro lugar.

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Pesquisa aponta que pensão alimentícia é o assunto jurídico mais procurado por brasileiros

em News & Trends por

Dados cedidos pelo Dubbio mostram que as novas regras trazem dúvidas para pais e mães Dúvidas jurídicas estão sempre presentes no nosso dia-a-dia. Muitas são as questões que não sabemos ao certo e damos uma rápida pesquisada na internet para saber se estamos  em nosso direito. E o maior problema na cabeça dos brasileiros giram em torno de questões jurídicas acerca das novas regras sobre a Pensão Alimentícia, segundo dados revelados pelo Dubbio (www.dubbio.com.br) – uma plataforma com o objetivo de sanar as dúvidas da população, servindo como uma ponte entre as pessoas com problemas jurídicos e os advogados que estão dispostos a resolvê-los.

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Sala de espera

em Cássio Zanatta/News & Trends por

Talvez seja o único lugar no mundo onde luz faz barulho. E esse arrepio por dentro, vem do chão sem carpete ou da sem-gracice da decoração? Na parede há uma foto de Paris, talvez para dar aquela esperança ao cidadão de rever Paris. Mesmo que esteja desbotada e não alcance esse objetivo, bem sempre faz.

Há mais duas pessoas na sala. Checam seus celulares, evitam a troca de olhares. Sou do tempo em que esse papel era incumbência das revistas semanais. Eram sempre de meses ou anos atrás, e eu ficava me perguntando qual seria a relação entre cura e revista velha.

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É preciso estimular as pessoas a sonharem alto também e principalmente na crise

em Negócios/NY Times por

*Por Aleksey Kolchin, presidente da divisão farmacêutica da GlaxoSmithKline (GSK) no Brasil

Inspirar pessoas a realizar objetivos ambiciosos num ambiente difícil como essa crise que por ora enfrentamos no Brasil é certamente hoje a principal atribuição de um líder, seja qual for a indústria ou segmento de atuação. Num cenário em que a conjuntura econômica se mostra desfavorável, a tendência é que as pessoas concentrem todas as suas energias em atender as demandas do dia a dia, ou seja, projetos de curto prazo. Cabe ao líder, portanto, empoderar e motivar as pessoas de modo que elas consigam enxergar além da superfície.

Notadamente, o brasileiro sempre teve tem como uma de suas características mais marcantes a atitude positiva e o otimismo em relação ao futuro. De uns tempos para cá, contudo, percebe-se por parte de muitos um certo desdém ou mesmo uma contrariedade em relação àqueles que ‘insistem em acreditar que as coisas vão melhorar’. Talvez por reflexo da decepção em relação à crise política, há um desestímulo geral em manter de pé esse traço cultural tão importante e valoroso.

É claro que é preciso conhecer e, na medida do possível, absorver elementos de outras culturas, mas isso não significa que a atitude positiva dos brasileiros ou mesmo seu viés emocional, outro traço tão arraigado, passe a ser visto como uma fragilidade ou ameaça.  Há nesse ponto um sentimento de inferioridade que não corresponde à realidade e só contribui para que ações e projetos que não tenham como fim resolver questões operacionais ou demandas pontuais sejam cada vez mais relegados dentro das organizações.

O papel do líder, ao meu ver, não consiste em se cercar de pessoas que o ajudem a fazer seu trabalho, mas sim contribuir para que as pessoas mais talentosas possam fazer o trabalho delas e, à medida do possível, surpreender a si mesmas e suas respectivas companhias. Aliás, é muito comum se deparar com pessoas que não sabem ao certo como podem chegar lá, ou seja, como encontrar um propósito que proporcione a elas e suas organizações satisfação plena. Nesse sentido, o líder deve atuar ajudando a encontrar esses significados e, inclusive, permitindo que as pessoas se testem e, por vezes, cometam erros, aprendam e, consequentemente, construam confiança. Para tanto, não bastam palavras encorajadoras, embora elas sejam vitais no processo; é preciso criar processos e mecanismos internos que viabilizem de fato o ‘pensar fora da caixa’.

Há dois anos, a GSK introduziu várias mudanças em sua política de recompensas. Em geral, as empresas pagam bônus às equipes pelo volume de vendas realizadas. Como nosso negócio é saúde, decidimos bonificar nossos consultores pela qualidade da informação prestada aos profissionais da saúde. Esse é um exemplo de mudança de paradigma que estimula diretamente a disseminação de conhecimento como um ativo de primeira grandeza dentro da organização.

É importante ressaltar que mais do que uma possibilidade, empreender dentro das organizações é uma necessidade no Brasil de hoje. Engana-se, contudo, quem pensa que é apenas a volatilidade do mercado que demanda que essa característica seja instigada pelos líderes das organizações. Na prática, ela é o principal pilar de sustentação de qualquer projeto de futuro, seja na Europa, no Japão, nos Estados Unidos ou no Brasil. É preciso estimular as pessoas a sonharem alto também e principalmente na crise. Afinal, como dizia Nelson Mandela, ‘o verdadeiro líder usa todos os problemas, não importa os quão sérios e sensíveis, para garantir que, no final, todos saiam mais fortes e unidos do que nunca’.

O fim do home office? Paulistanos trocam casa por espaços moderninhos

em Negócios/News & Trends por
No começo dessa década, os coworkings começaram a se expandir por São Paulo e hoje já estão em todos os bairros da cidade. Percebendo novas necessidades dos profissionais e empresas paulistanos, o foco agora é na especialização para atrair a diferentes públicos, como é o caso da BRAIN (www.brain.club). O “clube” – ou “polo de economia criativa” – reúne escritórios compartilhados a preços acessíveis a atividades de bem-estar e descompressão, proposta que tem se tornado atraente em comparação ao home office.

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Vai para Manaus? Holiday Inn oferece jantar e hospedagem romântica no Dia dos Namorados

em Brasil/Cultura e Entretenimento/News & Trends por

Entra ano, sai ano, mudam as estações, mas se tem uma coisa que não sai de moda é o amor. E, no mês dos namorados, vale tudo para surpreender o companheiro na hora de celebrar essa data tão especial. Por que não um jantar especial ou até mesmo uma hospedagem romântica? Pensando nisso, o Holiday Inn  Manaus, empreendimento hoteleiro do IHG (InterContinental Hotels Group), oferecerá duas opções para os casais apaixonados.

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Canabidiol sem THC chega ao Brasil com exclusividade

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

Elaborado na Europa em área farma, o PURODIOL é natural, tem rigoroso controle de extração, maior concentração de CBD e garante 99,5% de pureza

O Canabidiol vem sendo utilizado como potente aliado para auxiliar no tratamento de diversas doenças neurológicas como Epilepsia, Parkinson, Autismo, Esquizofrenia e Dores Neuropáticas e também nos tratamentos da Ansiedade, Síndrome do Pânico, Transtorno Pós-Traumático, Dependência Química e Síndrome de Down, entre outras patologias.

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Nasce o senhor

em Cássio Zanatta/News & Trends por

O que fazia um grilo numa estação de metrô às oito e meia da noite, desafiando os milhares de pés que pisavam ao seu redor? Não pensei nisso na hora, só me dei conta do prenúncio do juízo final depois. O que queria esse frio em março, esse moço com a camisa do Juventus e mochila do Vasco, do que ria a mulher da bilheteria quando me deu o troco?

No entanto, o inocente se arrastava até a plataforma. Já havia batido o recorde municipal de tropeçar pelo caminho; atribuí isso ao cansaço do dia de trabalho. Talvez (me dou conta agora) fosse meu corpo apelando para não ir adiante. Nem me apercebi das nuvens se assanhando com a reunião dos deuses, pedindo cerveja, preparando-se para o espetáculo.

Esperando na plataforma, chequei as mensagens no celular. Bem que podia ter recebido algo como “Pegue um táxi, você está cansado” ou “Fuja, é uma cilada”. Havia um vídeo fofo de um gatinho fofo deixando um bebê fofo dormir em seu pelo fofo. Mal sabia que havia uma pedrada no meio do caminho.

Foi então que houve.

O trem chegou e, antes que ele parasse, deu tempo de pensar no fiasco da não-aparição do cometa Halley em 1986 (por que isso viria à cabeça naquele exato momento, se não pela iminência de outra decepção?). Assim que a porta se abriu, entrei no vagão já cheio e procurei um espaço onde pudesse respirar. Segurei no corrimão que se prendia ao teto. E então – silêncio no estúdio – ao me ver, a moça se levantou de sua cadeira e disse:

– Por favor, senhor, sente-se. E me ofereceu seu lugar.

Em seguida, em perfeita sincronia, o sinal tocou, a porta se fechou num estrondo, alguém gargalhou do outro lado do vagão – de alguma piada que seu colega lhe contara, de algum vídeo no celular, não fofo mas gozadíssimo, ou o grilo entrou em sua calça e fez cócegas na perna?

O fato, senhor, é que o trem andou, senhor, ganhou velocidade, senhor, e pude ver no reflexo da janela o que 55 anos, 5 meses, 2 dias, algumas horas e outros tantos minutos – que me cansei de fazer conta – fazem com um destemperado senhor.

Atordoado, desci duas plataformas depois da minha. Peguei um táxi que apareceu por milagre (hoje estou meio bíblico) e o motorista perguntou:

– Para onde, amigo?

Juro que se ele tivesse dito “senhor”, eu daria uma traulitada na sua cabeça, assumiria o volante do táxi, sairia cantando pneu, esmagaria todos os grilos pelo caminho e formigas na falta deles, furaria todos os sinais vermelhos até invadir aquela nuvem onde santos de bata e auréola, meio bebinhos, já não riam, apenas choravam abraçados, cantando Lupicínio – coisa que muito os emociona.

Casal larga o emprego, monta empresa de sucesso e viaja o mundo

em Brasil/Cultura e Entretenimento/News & Trends por

Quem nunca quis largar o emprego e abrir sua própria empresa, para fazer o que mais gosta? O casal Gabriel e Lívia Lorenzi, escolheu esse caminho e teve a coragem de largar os empregos em grandes corporações para abrir seu próprio negócio, uma rede de sites de viagem. A ideia da dupla sempre foi compartilhar a experiência de suas viagens, ajudando assim as pessoas que planejam fazer suas viagens pela Internet.

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IPA Day fecha parceria com empresa aérea e hotéis facilitando a ida dos visitantes

em News & Trends/São Paulo por

O IPA Day Brasil, evento focado no estilo India Pale Ale acontece no dia 11 de novembro de 2017, no Espaço de Eventos Quintalinda, na cidade de Ribeirão Preto (SP). Com 6.500 litros em sistema open bar, diferentes opções na praça de alimentação e atrações musicais ao vivo, o evento que já virou obrigatório no calendário oficial anuncia descontos em passagens aéreas e translados gratuitos para o festival entre as vantagens para 2017.

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Por outros motivos

em Cássio Zanatta/News & Trends por

Não para vestir o casaco que eu só usaria em outro hemisfério. Nem porque – ai – acabam de inaugurar mais um shopping. Muito menos porque meia São Paulo vai estar lá. Vou a Campos de Jordão por outros motivos. Os plátanos estão amarelos e forrando as ruas de folhas secas. Porque, quando a tarde cai, nasce o cheiro das lareiras acesas. Porque a boca faz fumaça e o frio, silêncio.

Não porque gosto assim de dropes e pipoca. Vou ao cinema por outros motivos. Não lembrar que atrás daquele beijo apaixonado existe uma câmera, um microfone escondido e um diretor aos gritos é um deles. Sair do cinema se sentindo o galã, imitando os gestos do galã, é outro. Ficar com aquela cena na cabeça e lembrar dela em detalhes 18 anos depois.

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