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Em cinco anos, metade dos computadores apresentará algum defeito

em Educação e Comportamento/Negócios por

Pesquisa sobre ciclo de vida de aparelhos eletrônicos realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pelo Instituto de Pesquisa Market Analysis demonstra que a satisfação sobre o desempenho e durabilidade dos produtos eletroeletrônicos é menor em relação aos celulares, que também está, junto com o computador, entre os aparelhos que têm maior frequência de problemas de funcionamento.

Apresentaram defeito ao menos uma vez, num tempo médio de uso:

Percentual de aparelhos que apresentaram defeito Tempo de uso dos aparelhos
32% dos computadores 2,6 anos
22% dos celulares 3,1 anos
21% lavadoras de roupa 4,8 anos
17% impressoras 2,9 anos
13% televisão 4,8 anos
11% DVD ou Blue Ray 3,9 anos
11% geladeira ou freezer 6,0 anos
9% câmara fotográfica 2,9 anos
9% micro-ondas 4,3 anos
8% fogão 5,6 anos

Combinando o tempo aquisição dos aparelhos com o número de problemas relatados neste período, o resultado é que, em média, a cada cinco anos, 51,6% de todos os computadores e 42,3% de todos os celulares do país apresentarão algum defeito.

Este dado objetiva a obsolescência funcional programada, isto é, a durabilidade planejadamente reduzida dos aparelhos como indutor das vendas.

Os dados corroboram as informações do Sindec – Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, que reúne o atendimento de 279 Procons do país – dos últimos sete anos, período no qual ambos os produtos lideraram as reclamações.

Mesmo assim, 70% dos brasileiros dizem que estão satisfeitos com aparelhos eletroeletrônicos que possuem. A elevada satisfação está relacionada à não ocorrência de um problema de funcionamento com o aparelho. É mais comum encontrar consumidores satisfeitos enquanto esses não vivenciaram problemas com os aparelhos eletrônicos que possuem. Havendo um único problema, a satisfação já apresenta queda.

“Existe o que poderíamos qualificar como uma assimilação conformada do consumidor frente às estratégias da indústria e da propaganda, já que ele percebe “em abstrato” que os aparelhos deveriam durar mais, mas está satisfeito com a durabilidade e desempenho de seu aparelho”, considera João Paulo Amaral pesquisador do Idec.

“Os consumidores conciliam suas aspirações a um aparelho menos descartável com sua realidade de troca do mesmo ajustando suas expectativas de durabilidade e expressando uma satisfação com o aparelho que a troca parece desmentir”, comenta o diretor do Instituto de Pesquisa Market Analysis, Fabián Echegaray.

Os segmentos sociais com menor renda disponível para o consumo descartável – os jovens e pessoas de classe mais baixa – valorizam mais a durabilidade dos produtos e, portanto, expressam mais intensamente a sua frustração quando se defrontam com problemas de obsolescência funcional.

Expectativa de durabilidade pelo consumidor

A pesquisa também tem como objetivo identificar as expectativas do consumidor em relação à duração dos aparelhos, dado inédito até agora no Brasil. De forma geral, os consumidores esperam que estes tenham uma vida útil de 2 a 3 anos a mais do que de fato têm hoje.

Nos aparelhos celulares, por exemplo, a duração ideal é 77% maior do que a duração vivenciada (3 anos e 5,3 anos, respectivamente).

“O consumidor anseia a combinação de vida útil substantiva com experiência de uso satisfatória e, a maneira como ele encontra para resolver esse frágil equilíbrio é naturalizando a troca”, comenta Fabián Echegaray.

Obsolescência psicológica programada

A pesquisa busca entender as percepções e hábitos dos consumidores brasileiros, na perspectiva dos desafios e obstáculos para o cumprimento da Lei nº 12.305 de 2010, que institui Política Nacional de Resíduos Sólidos, a qual prevê a redução na geração de resíduos, propondo a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar a reciclagem e reutilização dos resíduos sólidos, e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos.

“A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê antes de qualquer coisa que os fabricantes pensem na não geração de resíduos, ou seja, reduzir o impacto dos produtos por meio do design dos produtos e pela obsolescência psicológica, que induz os consumidores a descartarem mais rapidamente seus aparelhos”, explica João Paulo Amaral.

Por isso, a pesquisa também abordou o tempo que o consumidor planeja trocar de produto, independente de defeitos apresentados. Embora o consumidor entenda que os aparelhos devessem durar mais, sua expectativa de trocar os atuais aparelhos é elevadíssima: cerca de 4 em cada 10 consumidores afirma que é provável que substituam o celular ao longo de 1 ano. Para outros aparelhos, as chances são de que 2 em cada 10 façam a troca no mesmo período.

Os percentuais sugerem uma elevada naturalização da obsolescência, seja ela psicológica (percepção de “atraso” tecnológico) ou funcional (vivência de problemas de funcionamento).Os dados mostram o valor simbólico de modernidade e de status social associado a alguns produtos, notadamente os celulares, valores capazes de suplantar as limitações econômicas das classes mais baixas, ao menos no nível da expectativa. E podem indicar, também, certo receio das novidades tecnológicas entre os que têm menos anos de estudo.

Mesmo entre perfis mais críticos com relação à obsolescência programada como os jovens e a população de baixa renda, ocorre uma grande naturalização da troca de produtos. Apesar de valorizarem a durabilidade, se deixam levar pela rápida atualização dos equipamentos, independentemente do estado de funcionamento. Essa contradição é especialmente percebida no caso dos celulares.

A durabilidade como influência na decisão de compra do consumidor 

A durabilidade é considerada um fator muito importante (78%) ou parcialmente importante (7%) no momento de compra pela grande maioria de consumidores. É pequena a fatia (8%) dos que afirmam que não têm a preocupação com a durabilidade entre os fatores de escolha.

É na região sul que a durabilidade é mais valorizada (95% dos entrevistados), e 99% dos consumidores de maior poder aquisitivo afirmam dar importância a esse aspecto.
Quando comparada a outros fatores como, por exemplo, o fato de ser o último modelo lançado, o design mais moderno e a diversidade de funções do aparelho, a durabilidade permanece como atributo mais importante de um produto eletrônico. Os perfis que mantêm mais fortemente a posição de preferência à durabilidade, mesmo diante de outros fatores, passam a ser as mulheres e os consumidores mais pobres e menos escolarizados.

Fontes que o consumidor consulta para informações sobre durabilidade

O acesso a fontes de informação sobre a durabilidade dos produtos varia de acordo com a escolaridade, renda e idade dos consumidores, sendo que as fontes impessoais (internet, sites de fabricantes) são mais buscadas por jovens, homens, pessoas com alta escolaridade e renda mais elevada, enquanto os mais pobres e menos instruídos tendem a recorrer aos vendedores.

“O dado surpreende porque, por razões óbvias, o vendedor não deveria ser considerado uma fonte isenta para esta informação. De toda forma, é interessante ver como sites e fóruns especializados no assunto também são fontes relevantes aos consumidores”, avalia João Paulo.

Como foi feita a pesquisa

Foram entrevistados, por telefone, 806 homens e mulheres, de 18 a 69 anos, de diferentes classes sociais das seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). O número de entrevistados em cada capital foi proporcional à população de cada lugar. O levantamento foi feito entre agosto e outubro de 2013. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.

Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Experiência adrenalizante com blogueiros reforça branding da Fiat para Punto Blackmotion

em Brasil/Negócios por

Um convite incomum: participar de uma gravação dando uma voltinha no Punto Blackmotion, como no comercial de TV. Três celebridades da internet, com perfis completamente diferentes foram selecionadas, dois homens e uma mulher: Thiago Borbs, do blog Judão, Guilherme Valadares, do Papo de Homem e Bruna Vieira, do blog Depois dos 15.

“A Voltinha” teria ainda algumas surpresas a serem reveladas somente no momento da experiência. Não bastasse ser filmada durante a madrugada, no depósito do porto de Santos (SP), cenário assustador, o piloto profissional e dublê de ação, contratado pela agência, montou um percurso cheio de manobras e surpresas radicais onde os features do carro e a coragem dos passageiros foram colocados à prova. Resultado: sem edições, 512 palavrões expressaram, de forma natural, a experiência incrível que viveram.

O filme foi criado pela Sunset, agência com foco em new medias, para divulgar uma série especial da linha 2014 do carro, nas redes sociais. A emoção e a adrenalina que o veículo oferece ficam estampadas no rosto, nos gestos e nos depoimentos que os três convidados deram durante e após a experiência.

“Eu pensei que o máximo de emoção naquele dia seria o Cássio defender o pênalti do Rogério Ceni. Aí cheguei naquele lugar, cheio de contêineres, uma ambulância e até um mini cárcere privado, já que tudo deveria ser surpresa. Eu não poderia ter contato com nada e nem ninguém… Ok, HAVIA ALGUMA COISA ALI, o que ficou claro quando eu tentei interagir com o piloto, que não só não olhou na minha cara como não respondeu ao meu “Opa, beleza?”. Acelera, curva, freia, cavalo de pau, MEU DEUS aquele funil… No fim foi tudo simplesmente DO [email protected]%L#*”, revela Thiago Borbs, do blog Judão.

A gravação foi realizada em ambiente controlado, com piloto profissional e ampla estrutura de segurança.O filme entrou no ar no dia 16 de dezembro.

© 2013, The São Paulo Times.

Por seis segundos em cada esquina de São Paulo

em Coluna por

Camila

Por seis segundos em cada esquina de São Paulo

Quarta maior aglomeração urbana do planeta. Mais de 11 milhões de habitantes disputando espaço, emprego, atenção e, no fim de ano, presentes de Natal. Para satisfazê-los, milhões de reais são investidos em decoração, enfeites e contratação de Papais Noéis. É isso mesmo. O fim do ano chega e você não parou pra pensar que os velhinhos, que passam o ano inteiro colocando as barbas pra crescer, as tiram do molho e pegam firme no batente. Existem books em agências especializadas para se contratar Papais Noéis. E a disputa começa ainda no fim do primeiro semestre, para que se escolha aquele com mais cara de “bom velhinho” e sente no trono do seu shopping e leve mais crianças e dinheiro ao comércio paulistano.

Como toda grande metrópole mundial, a cidade começa a se enfeitar e se encher de luz. Passei ao lado do Parque do Ibirapuera na semana passada e a grande árvore de Natal já está preparada. As fachadas de shoppings e bancos recebem mais luzes. Em alguns lugares, corais emprestam suas vozes às melodias que embalam as noites de dezembro.

Na decoração deste ano, outros valores, não só os financeiros, fazem parte desta data, considerada a mais lucrativa para o varejo. A novidade está espalhada em letras: palavras como amor, paz, união e amizade foram distribuídas por suas esquinas, bem grandes, para lembrar às pessoas, em meio ao caos do trânsito causado pelas tempestades (e pelo excesso de carros, claro), os valores que devem ser lembrados o ano inteiro e que são reforçados nesta época, independente da sua religião.

Sim, sei que o Natal é uma data cristã, que comemora o nascimento do menino Jesus. Mas os tais valores cristãos deveriam ser chamados de “valores humanos”. Não cabe a eles raça, cor, classe social e se quer, religião. Carregam em si a incumbência de lembrar à sociedade sua importância para o bom convívio, para uma vida conjunta melhor. E não só no fim do ano, mas no ano inteiro, pela vida inteira.

Infelizmente, tragédias continuarão a acontecer. Desabamentos, acidentes, assassinatos. Gente ruim continuará a transitar entre nós, não tem como ser diferente, faz parte da vida! Mas se todos os dias, ao levantarmos, lembrarmos de fazer algo bom por nós e pelos outros – a começar por nossas famílias – já geramos uma grande mudança.

Dizem que para a gente se contaminar por uma situação que nos cause mau humor, como uma fechada no trânsito, por exemplo, e mudar o rumo do nosso dia para algo pior, basta vivenciá-la e “ficar dentro dela”, pensando e se consumindo por seis segundos. Seis míseros segundos.

Então, que em 2014, você consiga levar para a sua vida esta pequena grande mudança: a dos seis segundos. Transforme isso. Respire fundo quando algo de ruim te acontecer. Situações chatas e negativas são inevitáveis. Mas lembre-se que rir ou berrar está em suas mãos. A grande transformação de um dia mais ou menos em um dia bom ou ruim pertence a você. Você pode mudar a sua vida em 2014. Você pode mudar a vida de quem está perto de você. Você pode mudar a vida da sua cidade!

Que São Paulo, mesmo depois que o novo ano entrar, continue a encontrar em suas esquinas, amor, união, paz, alegria e amizade. Mais do que a cidade, seus cidadãos precisam disso para uma vida melhor. Construa um ano novo feliz. E se precisar, (você vai precisar), conte comigo: 1,2,3,4,5,6. Respire fundo e vá em frente!

© 2013, The São Paulo Times.

Diretor da TV Globo narra sua trajetória em livro

em Brasil/Negócios por

De vendedor de ferro-velho a diretor de TV, Vagner Pereira, mais conhecido como Fly, revela no livro “Como Saí do Buraco” seu espírito empreendedor em busca do sucesso.

Para que sua história possa inspirar outras pessoas a conseguir a tão sonhada estabilidade financeira, Fly compartilha sua infância pobre, o bom jeitinho para “inventar” trabalho, sua relação com o dinheiro e como multiplicá-lo. Com texto simples, acessível e bem-humorado, a obra traz histórias curiosas e mostra que, com foco e muita criatividade, é possível sair do buraco.

No livro, o diretor da TV Globo, que também é educador financeiro, conta como ganhou muito dinheiro, perdeu tudo e conseguiu retomar as rédeas de suas contas. Hoje, o autor dá palestras sobre o tema em todo Brasil.

“Como Saí do Buraco: Desafie Também os Seus Limites” está sendo lançado este mês em parceria com Isadora Andrade, roteirista da TV Globo, pelo selo Inspira, do Grupo 5W. O livro tem 115 páginas e o preço sugerido é de R$ 24,90.

© 2013, The São Paulo Times.

 

Microsoft promete anunciar novo CEO em 2014

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Um novo CEO da Microsoft será anunciado em 2014, segundo nota publicada nesta terça-feira (17) por John W. Thompsom, presidente da comissão responsável por encontrar o novo diretor-executivo da companhia.

Em agosto, Steve Ballmer, atual CEO, em meio à anunciada transformação da Microsoft em uma empresa de dispositivos e serviços, comunicou sua aposentaria em até 12 meses. O prazo para saída de Ballmer e escolha do substituto também foi estipulado dentro deste período, com uma decisão que deve ser tomada após seleção de candidatos internos e externos feita por uma comissão especial, nomeada pelo Conselho de Administração, para dirigir o processo de sucessão. Este comitê é presidido por John Thompson, Bill Gates, presidente do Conselho, Chuck Noski, do comitê de Auditoria e o presidente do comitê de remuneração, Steve Luczo.

“Foram identificados mais de 100 possíveis candidatos. Conversamos dezenas deles, e, em seguida, concentramos nossa energia intensamente em um grupo de cerca de 20 pessoas, todas extremamente impressionantes”, afirma Thompsom, em nota.

Até o momento não há previsões para a data exata do fim do recrutamento, que deve ser feito até 2014, pela comissão especial, ainda dentro do período estipulado para saída de Ballmer.

© 2013, The São Paulo Times, por Kaique Oliveira.

LEGO reforça posicionamento no mercado brasileiro no Natal

em Brasil/Negócios por

Como o Natal é a última grande data sazonal do mercado no ano, é uma oportunidade para as empresas e o varejo consolidarem, ou superarem, as suas projeções de crescimento. No caso da líder mundial em brinquedos de montar, a LEGO anuncia a perspectiva de aumento de 50% das vendas no País em comparação com igual período do ano passado, conta Robério Esteves, diretor de operações da marca no Brasil. Este desempenho, segundo ele, é o reflexo do crescimento acumulado ao longo do ano de 50%, repetindo o crescimento de 2012 de igual percentual no território nacional. “Até 2011, a LEGO vinha crescendo ao ritmo de 25% ao ano no Brasil. Em 2012, crescemos 50%, uma alta que deve se repetir em 2013”, informa.

Para manter os números crescentes, Esteves conta que a LEGO tem adotado várias estratégias. Uma delas é o alto número de lançamentos. Neste ano, por exemplo, do total de 299 produtos disponíveis no varejo, 237 são novidades, o que representa uma renovação de 84% do sortimento da LEGO no mercado local em relação ao ano anterior. “A constante criação de novas linhas com temas distintos, novas peças e funções variadas, além do uso de tecnologia e muitas pesquisas, garantem a qualidade e o alinhamento com a expectativa das crianças desta nova geração. Oferecemos desde simples peças de montar até conjuntos sofisticados com funções robóticas, proporcionando sempre muita diversão e aprendizado”, comenta o executivo.

Esteves informa que também está entre as estratégias da marca a ampliação da oferta de conjuntos com custos mais acessíveis, que chegam ao varejo com preço a partir de R$ 11,90. No Brasil, o executivo ressalta que 70% do volume dos produtos da LEGO são de conjuntos com preço de até R$ 100,00. De acordo com ele, atrelado a isso também está o fato de os conjuntos da marca apresentarem excelente desempenho nas prateleiras das lojas de brinquedos e o maior número de estabelecimentos que vendem os produtos a marca, que estão distribuídos em todo o País.

Entre as 18 linhas presentes no Brasil, Esteves chama a atenção para Chima, que é o grande lançamento mundial da LEGO este ano, e para a consolidação da linha Friends, que é formada por conjuntos dirigidos às meninas. No caso de Chima, trata-se de uma linha que traz às crianças e adolescentes uma história totalmente criada pela LEGO, com conjuntos para montar, figuras de ação e os Speedorz, que são os veículos com os quais é possível brincar sozinho ou competir em grupo. Sobre Friends, lançada em 2012, a linha traz as amigas Mia, Emma, Andrea, Stephanie e Olivia (todas minibonecas), que vivem em Heartlake City e dividem diferentes interesses em suas profissões e hobbies, como veterinária, cultura, gastronomia e design. “A linha Friends foi criada pela LEGO após o desenvolvimento de uma grande pesquisa com meninas e mães de diversas partes do mundo para refletir os interesses contemporâneos do universo feminino, ressaltando o valor da amizade”, conta Esteves.

Outros pontos marcantes que contribuem para o bom desempenho comercial da marca são os investimentos em comunicação. Entre os exemplos deste tipo de ação, Esteves destaque os anúncios em canais de TV a cabo e ações promocionais e de merchandising em pontos de venda de todo o País, além da realização de um grande número de eventos, como as Oficinas de Criação. Além disso, o executivo cita a parceria com a Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil para uma promoção especial em 2,7 mil postos de combustível, pela qual os clientes podem adquirir miniaturas exclusivas da Ferrari feitas totalmente com LEGO.

Lojas conceito estimulam o varejo de brinquedos em regiões estratégias

A abertura de duas lojas conceito da LEGO também estiveram entre os pontos altos da marca este ano. No Rio de Janeiro (RJ), a LEGO Store chegou ao Rio Barra Design no primeiro mês do ano; em Curitiba (PR), a loja abriu as portas no momento da inauguração do Shopping Pátio Batel, em setembro. “Abrimos as lojas com o objetivo de criar uma referência de grife e do conceito da marca na região e, com isso, estimular a venda de produtos em todo o varejo”, conta Esteves. O executivo ressalta que este fator é comprovado pelos resultados da LEGO Store em São Paulo (SP) que, inaugurada em 2010, impulsionou as vendas dos brinquedos e acessórios em todas as lojas clientes.

© 2013, The São Paulo Times.

AES Eletropaulo engaja consumidores para uso consciente da energia elétrica

em Brasil/Negócios por

A AES Eletropaulo, com o apoio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), engaja consumidores para o consumo consciente e seguro da energia elétrica no cotidiano.

“Energia Elétrica Seja Consciente”, a maior campanha criada para a empresa nos últimos anos, pede que os usuários enviem dicas e formas conscientes de utilizar a energia elétrica na Fanpage da marca, além de informar pelo canal, como evitar desperdícios.

Criado pela agência de propaganda Dim&Canzian, a ação explora de forma inusitada os tipos mais comuns do mau uso da energia nas relações diárias das famílias. Dentre os exemplos de desperdício e da falta de segurança mostrados, está o abre e fecha contínuo da geladeira.

A campanha é composta de sete filmes para TV, 36 spots de rádio, mídia impressa e OOH, além de forte convergência para as redes sociais. A ação começa este mês e segue ao longo de todo o ano de 2014. O primeiro filme já está no youtube:

“Nosso objetivo é reduzir o número de acidentes e, de forma lúdica, conscientizar a sociedade sobre o uso eficiente da energia elétrica”, revela Carlos Rafael Tanjioni, analista de Gestão da Marca da AES Eletropaulo.

“Essa é a maior campanha de conscientização dos últimos anos da AES Eletropaulo unindo dicas de economia e segurança. Para nós é uma honra estar à frente dessa iniciativa que vai estreitar ainda mais a relação da marca com seus clientes durante 2014 e para os próximos anos”, afirma Michele Dim D’Ippolito, Chief Creative Officer da Dim&Canzian.

“A AES Eletropaulo é nosso cliente há quase 10 anos e estamos orgulhosos por participar de um projeto tão relevante, e que reflete um compromisso com o hoje e com o futuro”, declara Marcio Canzian, Chief Media Officer da Dim&Canzian.

© 2013, The São Paulo Times.

Guerra dos sexos: aplicativos tornam-se a arma da batalha

em Brasil/Educação e Comportamento/Tecnologia e Ciência por

Os papos sobre homens que eram sucesso entre as rodas de mulheres ganharam maior abrangência com o auxílio da tecnologia. Com mais de 5 milhões de visitas, 100 milhões de perfis visualizados e 1 milhão de avaliações, o aplicativo Lulu foi a maior tendência dentro do universo feminino em 2013, conforme dados da Luluvise, empresa responsável pelo projeto.

O app permite que mulheres avaliem os homens que fazem parte de sua rede no Facebook com notas e também características predefinidas em forma de hashtags, como #RespeitaAsMulheres e #ApaixonadoPelaEx.

Apesar das polêmicas envolvidas com esta mecânica de avaliação, a ferramenta foi aprovada por grande parte dos usuários e continua em implantação no Brasil, com previsões de avanço para algo ainda maior, de acordo com a executiva-chefe da companhia e criadora do Lulu, a jamaicana Alexandra Chong, 32. Algumas das hashtags denunciadas pelos participantes e que não estavam de acordo com o sentido correto da tradução feitas em português foram retiradas do ar.

“Ei cara, você é um cara!” – esta é a mensagem que aparece caso um homem tente acessar o app. Isso porque o Lulu não é um clube onde eles participam, mas aqueles que tentarem entrar poderão apenas visualizar algumas informações limitadas ao público masculino, como ver quantas mulheres visualizaram seu perfil e marcaram-no como favorito, ver resultados de enquetes com usuárias do app, pedir que amigas o avaliem e adicionar fotos e hashtags ao seu perfil.

Clube do Bolinha

Alexandra afirmou que nunca criaria uma versão do projeto voltada para homens, mas que daria total apoio a quem quisesse fazer algo similar para o público masculino. Assim, em resposta ao Lulu, um grupo de brasileiros de Indaiatuba (SP) lançou em dezembro o Clube do Bolinha, também em forma de app.  Ambas criações usam como referência à série de quadrinhos e desenho animado “Luluzinha”, além de também aplicarem a mesma mecânica de respostas com notas e características pessoais para cada perfil.

O Clube do Bolinha, disponível inicialmente para o sistema Android, permite adicionar atributos aos perfis de mulheres que fazem parte da rede de cada usuário. Diferentemente do Lulu, que restringe a visualização das opiniões às mulheres, homens e mulheres podem verificar as avaliações e o que foi dito sobre um perfil.

A guerra dos sexos teve início. Agora cabe a cada um utilizar e interpretar as dicas da forma que melhor lhe agradar, porém, aos que se sentirem ofendidos por algum motivo, é importante dizer que ambos os aplicativos permitem a remoção do perfil e, aos homens que quiserem, que pensam em melhorar sua reputação e estão dispostos a pagar por isso, vale a pena fazer a busca pelo Lulu Fake, um sistema simpático que reúne mulheres que podem levantar a sua estima.

Update:

Nova política de uso do Lulu no Brasil
O aplicativo Lulu anunciou duas mudanças na ferramenta exclusivas para o País. A partir do dia 16 de dezembro, somente homens que optarem por participar do do aplicativo serão avaliados. Os comentários publicados anteriormente serão ocultados. Além disso, o Lulu permitirá até o Natal que os homens tenham acesso à sua nota na brincadeira, informação até agora estava disponível apenas para mulheres. A empresa afirma que a mudança não se deve aos processos levantados na justiça, mas sim pelo sucesso da marca nacionalmente.

 

© 2013, The São Paulo Times, por Kaique Oliveira.

Em até 30 minutos, Amazon entregará compras online via drone

em Geral/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Em poucos anos, se você vir um pequeno robô voar em volta de sua casa, relaxe. Pode ser um drone da Amazon entregando um produto que você comprou há meia hora no site da empresa.

A gigante do varejo está trabalhando para realizar entregas de pacotes usando drones. Jeff  Bezos, fundador e CEO da Amazon, revelou no programa da CBS “60 Minutes” , que está elaborando e testando um serviço de entrega baseado em um drone chamado “Prime Air”, e espera enviar pacotes em apenas 30 minutos depois que os clientes clicarem em comprar na loja online da empresa.

“Eu acho que sou um otimista, Charlie”, disse Bezos a Charlie Rose, durante o programa. “Eu sei que não pode ser antes de 2015, pois precisamos de autorização da Administração Federal de Aviação (FAA). Mas quem sabe em quatro ou cinco anos? Isso vai acontecer e vai ser muito divertido.”

Segundo Bezos, os drones serão capazes de transportarem itens com até cinco quilos. Esses irão cobrir 86% do que a Amazon oferece atualmente e será levado para enormes armazéns da empresa, espalhados por todo o país.

“Esses veículos podem se deslocar até um raio de 16km a partir de uma central de atendimento. Assim vamos cobrir grande parte da população nas áreas urbanas”, disse Bezos.

A Amazon disse em um post no seu site, que está aperfeiçoando o projeto Prime Air, enquanto a Administração Federal de Aviação está trabalhando em leis para veículos aéreos não tripulados.

“A FAA não deixaria a Amazon fazer isso agora”, disse Ryan Calo, especialista em robótica da Universidade de Washington, ao EUA Today. “Mas isto é justamente o tipo de aplicação que o Congresso tinha em mente quando solicitou em 2012 a criação de leis para aviões comerciais não tripulados.”

Segundo Calo, mesmo que a Amazon seja autorizada a utilizar drones para as suas entregas, ela precisará investir em segurança para deixar os veículos voarem. A Amazon, no entanto, já priorizou isto em seus planos.

“A segurança vai ser a nossa principal prioridade, e os nossos veículos serão construídos e projetados nos padrões da aviação comercial”, disse a empresa.

(c) 2013, IBTimes.

Fusão da American Airlines e da US Airways deve resultar na maior companhia aérea do mundo

em Mundo/Negócios por

Se confirmada a fusão entre a American Airlines e a US Airways, o resultado será a maior companhia aérea global. A operação prevê um adicional de US $ 1 bilhão por ano a partir de 2015, além dos lucros parciais já contabilizados separadamente. As ações da US Airways subiram 68%, desde que o anúncio foi feito, em fevereiro. Os investidores da American Airlines também se beneficiarão, apesar de a empresa ter falido. O mesmo deve ocorrer entre os colaboradores das companhias aéreas, que afirmam, junto a seus sindicatos, estarem de acordo com a operação.

O mesmo não se pode afirmar dos clientes. Segundo William J. Baer, procurador-geral assistente para a divisão antitruste do Departamento de Justiça, responsável por anunciar o acordo: “Isso vai atrapalhar os relacionamentos acolhedores entre as companhias tradicionais, que atualmente fornecem maior número de vôos e passagens aéreas mais competitivas”.

Ambas concordaram em desistir de 138 espaços de decolagem e pouso em Washington D.C`s Reagan National Airport e New York’s La Guardia Airport, além de operar com reduções em cinco outros aeroportos menores. Isso equivale a diminuir 112 vôos diários, que correspondem a 1,6% da capacidade das duas companhias juntas. Quanto mais vôos da American/US Airways são fechados, maior a concorrência no mercado de aviação comercial, o que pode prejudicar os viajantes aéreos.

Em acordo com o governo dos Estados Unidos, a American Airlines e a US Airways concordaram em manter bases existentes, por apenas três anos, nos seguintes aeroportos: Aeroporto Internacional JFK, em Nova York, Charlotte -Douglas , na Carolina do Norte, O’Hare, em Chicago, Los Angeles International, Miami International, Philadelphia International e Phoenix Sky Harbor International Airport , no Arizona.

Na última década, o número de grandes companhias aéreas caiu de oito para quatro, e, se confirmada esta fusão, cairá para três. O cenário que tem sido observado é a piora atendimento às zonas menos povoadas do país e a alta dos preços nas passagens, além da diminuição da prestação de serviços para os aeroportos de médio porte, como Pittsburgh.

(c) 2013, Newsweek

Cientistas descobrem que poluição pode aumentar o risco de autismo

em Mundo por

Além dos inúmeros riscos à saúde causados pela poluição já detectados, cientistas da Escola Keck de Medicina, da Universidade do Sul da Califórnia (USC), EUA, apontam para novas possibilidades. O estudo desenvolvido por eles diz que a exposição à poluição do ar, quando combinada a uma desordem genética específica, pode aumentar o risco de autismo.

Intitulado “Transtorno do espectro do autismo: interação da poluição do ar com o receptor gene MET tirosina quinase, transtorno do espectro do autismo, ou ASD”, a pesquisa leva a outras conclusões, além daquelas já detectadas, de que a doença tem fatores hereditários e é incurável. Segundo eles, em vários momentos a transição epitelial – mesenquimal (ou MET), que é a variante do gene, foi associada ao autismo. Ela controla a expressão da proteína Met no sistema imunológico e prevê alteração de função na estrutura cerebral.

“Nossa pesquisa mostra que crianças com o genótipo específico e exposição a níveis elevados de poluentes atmosféricos estavam em maior risco de transtorno do espectro do autismo quando comparadas àquelas sem este genótipo e menos expostas à poluição do ar”, informou em comunicado, Heather E. Volk, da USC, e um dos principais autores do estudo.

Daniel B. Campbell, da USC, coordenador do estudo, afirmou: “Apesar de interações gene-ambientais, acredita-se que a poluição contribui para o risco do autismo. Esta é a primeira demonstração de uma interação específica entre um fator genético bem estabelecido e um fator ambiental que contribuem de forma independente, para o risco da doença”.

Segundo ele, tal constatação será importante para determinar os mecanismos pelos quais os fatores genéticos e ambientais interagem para aumentar o risco do autismo.

A pesquisa, liderada por Campbell e Volk, analisou 408 crianças, entre dois e cinco anos, contra os riscos genéticos de autismo na infância, que toma como base populacional indivíduos em idade pré-escolar, na Califórnia. Destes, 252 preencheram os critérios para o autismo ou ASD, através do genótipo MET, que foi determinado por meio de amostras de sangue. A exposição à poluição do ar foi determinada com base no local onde as crianças e seus familiares viveram anteriormente, além de avaliar critérios como o tráfego local e medidas regionais de qualidade do ar.

(c)2013. IBTimes

Xbox One chega ao mercado brasileiro

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Lançado oficialmente no país em novembro deste ano, o Xbox One, videogame produzido pela Microsoft, parece já ter caído no gosto do público. A nova geração do aparelho apresenta jogos com gráficos de alta definição superiores aos vistos em seu antecessor (Xbox 360) e similares aos concorrentes PlayStation 4 e Nintendo Wii U.

A terceira geração chega ao mercado oito anos após o lançamento do Xbox 360. Nos EUA foi apresentado ao público em maio deste ano, pelo presidente de negócios de entretenimento interativo da Microsoft, Don Mattrick. Vale ressaltar que o console não tem retro compatibilidade com seu antecessor, mas roda jogos usados.

Outra vantagem é que não é mais necessário conectar o aparelho na internet ou realizar uma checagem online a cada 24 horas. A partir de agora, basta configurar o console na primeira vez de uso. Os jogos digitais e em caixa funcionam totalmente off-line.

O Xbox One tem 500 GB de armazenamento interno, leitor de blu-ray e uma nova versão do sensor de movimentos Kinect. A Microsoft quer que o novo videogame se torne a central multimídia dos jogadores. Para isso, o aparelho vem com entrada HDMI para o conversor de TV a cabo ou set-top-box. Assim é possível controlá-lo por sua interface.

Outra funcionalidade é o modo “snap”, que divide a tela do jogador e permite que execute duas tarefas simultaneamente. Caso o usuário não saiba o que fazer em um game, por exemplo, é possível abrir o YouTube no “snap” e procurar por um tutorial de ajuda.  No país está sendo vendido por R$ 2,3 mil.

Nos Estados Unidos, o jogador pode usar comandos de voz para mudar os canais de TV e ver a programação de sua operadora, por exemplo. No Brasil ainda não há previsão de chegada deste serviço.

Com mais de um ano de defasagem, a Nintendo também lançou seu videogame no Brasil. O Wii U custa R$ 1,9 mil. No mesmo período, a Sony manteve sua agenda de lançamentos, e trouxe oficialmente ao país o PlayStation 4, por R$ 4 mil.

Rumores

Há especulação nos Estados Unidos de que a Microsoft está trabalhando duro para promover o videogame, por estar enfrentando algumas mudanças inesperadas. Segundo CVG News informou recentemente, o CEO da empresa, Steve Ballmer, pretende se aposentar e, em decorrência disso, foi forçado a defender o Xbox como um produto rentável para a corporação.

(c)2013, IBTimes

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