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News & Trends

Mercado de Miami cresce com compradores internacionais

em Mundo/Negócios por

Segundo Miami Association of Realtors, o Brasil está no topo da lista dos países que mais adquiri imóveis na Flórida.

Miami Market Report 2013 aponta melhoria no mercado e crescente número de compradores internacionais. Alguns dos destaques apontados no levantamento feito pelo por Douglas Elliman 3Q Market Reports estão o maior preço médio de vendas alcançado em 5 anos, a segunda maior atividade de vendas desde 2006 e o tempo de comercialização mais rápidos nos últimos 7 anos.

Segundo o brasileiro Matias Alem, presidente da BRG International, que atua há quase 14 anos no mercado imobiliário americano, percebeu uma estagnação nos imóveis de até 1 milhão de dólares, enquanto os imóveis de alto luxo e acima dos 7 milhões, estão em crescimento.

“Estamos comercializando um apartamento em um dos edifícios mais luxuosos de Miami cujo valor é US$ 13 milhões. O proprietário brasileiro decidiu comprar duas coberturas de US$ 5 milhões e unificá-las. Esse tipo de comercialização tem sido bem comum aqui e o número de brasileiros interessados é cada vez maior”, comenta Alem.

Qualidade de vida e dos imóveis, segurança e preços atrativos são alguns dos motivos que estão levando brasileiros a comprar imóveis na Flórida. O movimento foi percebido pelo mercado já em 2011, quando imobiliárias nomearam os brasileiros como responsáveis pelo novo boom de imóveis. Ainda segundo a MIAMI Association of Realtors, em agosto deste ano, o Brasil chegou ao topo da lista dos 10 países que compram imóveis no local. Na sequencia estão Argentina, Colômbia e Venezuela, seguidos de Rússia, Malásia, França, Espanha e Reino Unido.

Portrait: A mulher que cambaleava no salto 15

em Coluna por

Camila

A mulher que cambaleava no salto 15

A mulher cambaleava. De um lado pro outro como se estivesse na corda bamba, enquanto comentava inconformada com as amigas: “O saltinho desta sandália caiu na semana passada”. Fui obrigada a olhar para os pés dela. O salto longo e fino compunha o figurino que tentava ser corporativo e destoava do resto de sua roupa e corpo, um pouco rechonchudo. Equilibrar-se com aquele porte, naquele salto, não é para qualquer um.

Foi então que me dei conta de que todos nós, quando nos vestimos para sair, nos olhamos no espelho antes para aprovar ou não o que escolhemos. E fazemos isso, óbvio, parados. No máximo, damos aquela voltinha básica para ver se está tudo em ordem, se tem alguma etiqueta pra fora, pra colocar a calça e as mangas no lugar. Feito o check up, rua!

Mas depois de um tempo, quando as horas passam e os pés incham, quando, na hora do almoço, o restaurante fica a três quarteirões de distância do escritório, quando o sapato começa a apertar, viramos um pouco “Valdirene” (personagem de Tatá Werneck em Amor à Vida).  Sim, eu me incluo nisso depois de horas de barzinho ou balada com meus amigos. Brinco com eles que preciso ir embora porque a Valdirene chegou. Não dá certo uma mulher se equilibrando no salto como se estivesse escalando um morro numa trilha cheia de pedras, cambaleando. Toda a elegância e feminilidade que o sapato poderia proporcionar caem por água abaixo.

É aí que se percebe que a elegância está no andar e não no sapato, no porte e não na altura, na atitude e não no vestir. Mais elegante uma rasteirinha em um andar delicado, do que um salto alto em um passo pesado. E pra isso, não precisa ter sobrepeso, basta estar com um dedinho apertado, uma bolha no pé, uma dor a mais que te incomode.

Eu sou baixinha, estilo mignon mesmo, e, apesar de já ter passado por isso inúmeras vezes, uso e abuso de saltos, principalmente à noite. Quando estamos com pessoas mais altas (o que no meu caso não é raro), ou se põe o salto, ou se senta pra conversar, ou inevitavelmente, amanhã será um dia de torcicolo. O ideal é perceber quando não dá mais e cair fora, voltar para o conforto dos pés no chão ou, no máximo, nas pantufas dentro de casa.

Cheguei ao ponto de ter que pedir ajuda: “Me dá a mão pra eu não cair nestes buracos das calçadas de São Paulo”, para não ter que virar Valdirene à luz do dia. É chato, preferia a elegância de um salto menor, que não machucasse, cansasse e inchasse os pés, que não me colocasse em perigo (sou desastrada e um entorse não pode ser descartado), mas acontece. Lógico, sempre depois de nos vermos no espelho, acreditarmos que está tudo lindo e…. rua!

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Camila Linberger é relações públicas, sócia-diretora da Get News Comunicação, agência de comunicação corporativa e assessoria de imprensa sediada em São Paulo. © 2013.

Aplicativos ajudam você a entrar em forma

em Saúde & Bem-estar/Tecnologia e Ciência por

Entrar em forma este ano ficou ainda mais fácil, graças a criação de aplicativos gratuitos que ajudam a controlar as calorias consumidas e incentiva a praticar exercícios. Confira abaixo quais são os principais aplicativos para você baixar e começar o seu ano com pé direito.

Lose It!

Lose It! é um aplicativo que monitora o que você consome e quantas vezes você se exercita por dia, e ainda permite que você compartilhe as escolhas alimentares com seus amigos. E por meio de um bloco de notas, você também pode escrever sobre sua perda de peso, os exercícios físicos que praticou e quais são seus objetivos.

Vigilantes do Peso 

Para quem baixa o aplicativo Vigilantes do Peso, atingir sua meta de peso tornou-se mais fácil. O aplicativo permite digitar o código de barras dos produtos para descobrir o conteúdo nutricional dos alimentos. O programa é baseado em um sistema de pontos, e o cálculo das metas de pontos diários são baseadas na criação de um déficit de 1.000 calorias/dia. O aplicativo móvel mantém o controle de quantos pontos você já tem e quantos lhe restam, ajudando você a não se preocupar se exagerou ou não.

GymPact

GymPact é um aplicativo que faz você até ganhar dinheiro, se você cumprir suas metas de perda de peso. A motivação extra pode certamente ajudá-lo a pular do sofá e ir para a academia. O aplicativo funciona onde usuários fazem um pacto sobre quantos dias vão se exercitar. Então, a pessoa oferece um valor que vai pagar se não alcançar suas metas. Para registrar e ajudar você a atingir seus objetivos, você faz um check-in com o RunKeeper, ou mantém o telefone ligado enquanto faz seus exercícios.

Noom

O Noom ajuda você a manter o controle de seu peso, dando feedback individual sobre os alimentos. Ele também mantém um orçamento de calorias para você ficar ciente do que pode comer ao longo do dia, ajudando o usuário a fazer as escolhas alimentares mais inteligentes. Além disso, ele controla o exercício e peso para você permanecer motivado a atingir o seu objetivo de manter ou perder peso.

Map My Fitness

Quer mapear sua rota ou manter o controle diário dos alimentos que consome? O Map My Fitness é o aplicativo perfeito para você. O aplicativo rastreia mais de 600 tipos de atividades. Como correr na rua, por exemplo. O aplicativo permite que você saiba quantos quilômetros correu e quais os novos caminhos a se fazer, assim, quando quiser, o usuário pode dar uma olhada na próxima rota que vai correr.

(c)2013, IBTimes.

Facebook lê mensagens particulares?

em Tecnologia e Ciência por

Se um cara escreve uma mensagem cheia de amor para sua namorada no Facebook, ninguém vai ver, certo? É claro que ela vai querer mostrar a linda mensagem para os amigos, mas será que para por ai?

Você já percebeu que poucos minutos depois de enviar algum tipo de mensagem, anúncios relacionados ao tema aparecem em sua página? Ficou curioso como isso funciona? É meu amigo, sim, o Facebook analisa suas mensagens para comprar publicidade que se encaixam com o seu perfil. Já sabíamos que o Facebook fazia isso com as mensagens “públicas”, mas o burburinho que vazou por aí é que Zuckerberg e sua empresa usam um sistema supostamente “privado” para coletar as informações.

Isso é uma novidade? Bem, não deveria ser, pois nos termos e condições de uso está especificado que ao se cadastrar na rede social, você permite que o Facebook tenha acesso aos conteúdos que você publica.

“Ao publicar conteúdos de sua propriedade intelectual, tais como fotos e vídeos, você sujeita à sua privacidade e configurações do aplicativo, você nos dá a seguinte permissão: uma licença não exclusiva, transferível, sub-licenciável, isenta de royalties e licença mundial para usar qualquer conteúdo que você postar em conexão com o Facebook (Licença IP)”.

Mas quem aqui lê os termos e condições de uso?

Esse é o problema -. Nós não lemos e acabamos concordando com coisas que não queremos quando nos cadastramos no Facebook ou Gmail (hey, eles estão lendo seus e-mails pelo caminho. Não fique tão chocado, eles têm o direito – diz assim em seus termos de serviço). Então, basicamente sabem tudo sobre nossas vidas.

Ao ler isso, você pode excluir suas contas. Nos termos de uso do Facebook diz que seu cadastro torna-se nulo e sem efeito, mas antes você precisa limpar sua conta. Então isso é legal.

Exceto pela parte que você realmente não consegue limpar a sua conta, pois as informações são armazenadas em vários lugares. E se você compartilhou qualquer conteúdo com outros usuários (vamos ser honestos, sim, você fez isso porque é o Facebook), a empresa ainda possui informações e dados até daqueles usuários que fecharam suas contas.

Na realidade, você não ganha nada. Você perde. Bom dia, senhor.

(c)2013, IBTimes.

 

Empresas privadas podem gerenciar nossos presídios

em Brasil/Mundo por

A população carcerária do Brasil cresceu tanto nos últimos anos que se tornou a quarta maior do mundo. E esse rápido crescimento preocupa o governo porque as prisões estão ficando sem espaço. Atualmente, os presídios brasileiros somam 548 mil presos, mas os presídios de todo o país só tem capacidade para suportar 340 mil prisioneiros.

A solução discutida até o momento é deixar as prisões nas mãos das empresas privadas.

Três governos estaduais já contrataram empresas privadas para gerenciar suas prisões e o Estado de São Paulo é o próximo da lista. O governador Geraldo Alckmin anunciou a construção de três novos presídios, cada um com capacidade para 10.500 detentos.

O modelo do governo federal é a gestão público-privada, ou seja, a gestão privada será temporária – no caso do estado de São Paulo, a expectativa é que os contratos durem de 27 a 33 anos.

Mesmo sendo temporário, a ideia de contratar uma empresa privada para gerenciar os presídios tem sido muito contestado pelo Conselho de Política Criminas e pelos Políticos de todo o Brasil, pois eles acreditam que as prisões devem ser competência exclusiva do governo.

O modelo misto já foi testado anteriormente no Ceará e Paraná, e os resultados foram medíocres. Ambos presídios voltaram a ser estatais, no entanto, Santa Catarina, Espírito Santo e Minas Gerais ainda estão tentando usar o modelo de gestão privada.

O outro problema que assombra a privatização das prisões é que o plano nem sempre é viável financeiramente, pois um preso custa ao Estado aproximadamente R$ 1.300 por mês. No caso da privatização, as empresas privadas receberiam R$ 2.700 por preso, totalizando em apenas uma cadeia R$ 28,3 milhões.

Além dos números exorbitantes, existe também o componente humano. O governo teme que os presos serão tratados como produtos porque as empresas teriam o controle total das prisões. Mesmo fazendo inspeções periódicas, fica difícil detectar as irregularidade no tratamento dos detentos. Um exemplo real aconteceu em uma prisão do Espírito Santo, onde os presos alegaram serem abusados por um regime extremamente rigoroso.

“Aparentemente as prisões são limpas e higienizadas, até lembram um hospital, mas os presos são mantidos lá dentro durante 23 horas por dia com apenas um minuto e meio para tomar banho. É desumano” disse o advogado Marcos Fuchs (diretor-executivo da ONG Conectas Direitos Humanos) ao jornal espanhol El País.

Para o deputado cearense Domingos Dutra, as empresas privadas se tornaram muito exigentes. “Eles só querem lidar com os detentos bem comportados e com os infratores menores de idade. Ninguém quer lidar com assassinos ou líderes de facções criminosas. E o pior, as empresas privadas são se preocupam com a reabilitação social dos reclusos. Realmente eles são tratados como produtos”.

Entres os defensores do modelo privado está o secretário de presídios em São Paulo Lourival Gomes, que argumenta: “as empresas privadas têm mas recursos para contratar os empregadores, como médicos especializados, o que é muito mais difícil para as entidades públicas”.

(c) 2013, IBT Media.

Stand Up Crônicas: PARABÉNS POR QUÊ?

em Coluna por

ze

PARABÉNS POR QUÊ?

Ontem foi meu aniversário. Mas não foi um aniversário qualquer, ontem eu completei 40 anos. E existe um ritual que todo ser humano tem que passar quando chega aos 40: ouvir todas as piadinhas sem graça com sua idade. E não adianta tentar escapar, é uma tradição milenar e a você só cabe ficar calado e tentar passar por ela. Para um homem, só existe uma coisa pior que fazer 40, fazer 24.

A primeira coisa que todo mundo fala é que a vida começa aos 40. E esse clichê não vem sozinho, ele vem sempre acompanhado de uma expressão triunfal de quem fala, como se estivesse dizendo aquilo pela primeira vez na história da humanidade.

Mas se a vida realmente começa aos 40, é uma baita de uma crueldade da natureza. Veja só que desperdício, a vida só começar quando você está acima do peso, calvo e sem o apetite sexual dos 18.

É óbvio que isso tudo é só uma mentira para consolar a gente. A única coisa que comprovadamente começa aos 40 é o exame de próstata.

É, amigos: é chegada a hora da dedada. E como se trata de algo inevitável, pelo menos vou procurar um médico especialista, preparado, pós-graduado no exterior e, principalmente, que tenha a mão pequena.

Além do proctologista, agora vou ter que fazer checkups anuais – ou seja: vou ter que ir ao hospital muito mais vezes e ter que aturar o proctologista dando aquela piscadela toda vez que passar por mim na sala de espera.

Mas se a saúde já não é mais a mesma, pelo menos a memória fica uma porcaria. Lembro que, aos 25, eu costumava saber decor todas as minhas senhas, o número do cartão de crédito, CEP, RG e CPF. Hoje eu preciso consultar a identidade toda vez que me perguntam o nome da minha mãe.

Menos cabelos, menos saúde e menos memória. Alguma coisa tinha que aumentar quando você chega aos 40: o mau-humor. É natural, meu amigo: você é mais rabugento aos 30 do que era aos 20. É mais rabugento aos 40, do que era aos 30. E já fico num mau-humor desgraçado só de imaginar o quanto eu vou ser rabugento aos 50.

Como tudo tem seu lado bom, eu tenho pelo menos um motivo para comemorar. Agora, finalmente, eu posso estufar o peito com orgulho e dizer:

– No meu tempo é que era bom.

O que era bom? Sei lá: qualquer coisa. Eu passei a vida inteira ouvindo meu pai e meu avô falando isso e agora é minha vez.

Afinal, ter 40 anos é fazer parte de uma geração muito especial, que provou Dip’n Lick, usou mullets, cantarolou Engenheiros do Havaí e viu a Era Dunga dominar o nosso futebol.

Ter 40 anos é ter tido suas primeiras fantasias sexuais olhando para catálogos de lingerie, porque a porcaria de internet só chegou depois de você ter perdido a virgindade.

Ter 40 anos é não ser digno de receber um “parabéns”. No máximo um “liga não, a vida é assim”.

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José Luiz Martins. Humorista, publicitário e roteirista. Sócio da empresa Pé da Letra, de criação e produção de conteúdo. © 2013.

Inscrições abertas para programas gratuitos de tratamento à obesidade

em Educação e Comportamento por

A Universidade Guarulhos (UnG) está com inscrições abertas para programas de atendimento a pessoas acima do peso: o GAO (Grupo de Atendimento a Obesos), que atende adultos, e o GIO (Grupo Infantil Obesidade), iniciativas do Programa de Ação Docente-Discente de Apoio Comunitário (Paddac).

Os interessados em participar da triagem ou fazer o mesmo pelo filho devem ligar para (11) 2464-1700; ou enviar e-mail com nome completo, idade, telefone de contato, peso e altura para o endereço [email protected]. O único pré-requisito é estar acima do peso. As atividades começam em março.

O GIO é voltado a crianças entre 07 e 10 anos de idade. Os encontros acontecem apenas no Campus Guarulhos-Centro da UnG. Já o GAO tem inscrições abertas para atividades em Guarulhos, Itaquá e Arujá.

Sobre o Programa

Durante os atendimentos gratuitos, que acontecem durante três meses, os pacientes se reúnem uma vez por semana e recebem orientações de profissionais e estudantes de Nutrição, Psicologia, Educação Física, entre outros. Nesses encontros são orientados a escolher melhor os alimentos, aprendem técnicas de exercícios físicos e descobrem se o aumento de peso está atrelado a algum problema de origem psicológica. “Para quem não emagrecer ou se sentir inseguro tem a opção de seguir o tratamento no grupo de manutenção, também gratuito. Nossa meta é proporcionar qualidade de vida e recuperar a autoestima das pessoas”, explica o psicólogo José Cândido Cheque, coordenador do Paddac.

 

Relembre quais foram os principais projetos de Energia Solar de 2013

em Mundo/Negócios por

O ano de 2013 foi emocionante para a tecnologia mundial, pois a energia solar, que tem como fonte a energia renovável, tornou-se popular em alguns países e empresas sendo uma ótima alternativa para substituir os combustíveis fósseis.

Confira a lista dos principais projetos de energia solar de 2013:

Em novembro, o Departamento de Energia dos EUA anunciou que uma das maiores plantas e mais avançadas tecnologicamente do mundo de energia solar fotovoltaica se tornou comercialmente operacional.

Com 250-megawatt, o projeto Califórnia Solar Valley Ranch possui a capacidade de mudar as posições dos painéis sem fio para monitorar e otimizar o tempo de entrada solar para recolher o máximo possível de energia solar.

O projeto criou centenas de empregos e tiveram um número estimado de 315 milhões dólares na economia local. A planta agora faz parte de 42 mil casas.

Em 2011, o DOE emprestou US$ 1,2 bilhão para apoiar a construção da usina Solar Valley Ranch. O apoio financeiro faz parte de um programa mais amplo do DOE que tem como foco os projeto de grande escala.

Esse é o primeiro projeto de energia solar dos EUA a usar o monitoramento sem fio e sistemas de controles para melhorar a produção anual, que atinge os 25% de melhorias comparado aos painéis fixos. O projeto também evita lançar no ar aproximadamente 279 mil toneladas métricas de bióxido de carbono por ano, equivalente às emissões de 60 mil veículos.

Segundo o relatório dos EUA sobre a Geração de Energia Solar, as empresas e organizações governamentais sem fins lucrativos instalaram no ano de 2013 mais de de 1.000 megawatts de novos painéis solares. No mês de outubro, a Associação da Indústria de Energia Solar (SEIA) divulgou que a implantação comercial totalizou 3.380 megawatts e 32.800 instalações em todo os EUA, 40 por cento a mais em relação ao ano anterior.

24 principais empresas que utilizam energia solar para alimentar as suas instalações. 

1. Walmart

2. Costco

3. Kohl’s

4. Apple

5. IKEA

6. Macy’s

7. Johnson & Johnson

8. McGraw Hill

9. Staples

10. Campbell’s

11. U.S. Foods

12. Bed Bath & Beyond

13. Kaiser Permanente

14. Volkswagen

15. Walgreens

16. Target

17. Safeway

18. FedEx

19. Intel

20. L’Oreal

21. General Motors

22. Toys “R” US

23. Toyota

24. Dow Jones & Company, Inc.

Até Cuba está se rendendo a Energia Solar

Na primavera passada, Cuba abriu sua primeira fazenda solar com 14.000 painéis, dobrando a capacidade do país na coleta de energia solar.

O projeto é apenas uma das sete fazendas em obras e os líderes estão sendo obrigados a considerar a importância das energias renováveis por que as tentativas de perfuração de petróleo em suas costa foi fracassada.

O parque está localizado na província central de Cienfuegos, a 190 km do leste de Havana.

Antes do projeto, Cuba já havia cerca de 9 mil painéis instalados isoladamente para serem usados em aldeias rurais, escolas e hospitais.

Até agora, a fazenda solar gera energia suficiente para abastecer 780 casas, e vai atingir uma capacidade de 2,6 megawatts quando os painéis finais entrarem em vigor no mês de setembro.

Em dezembro, o presidente Raul Castro emitiu um decreto que autoriza a criação de sete grupos de trabalho com um plano de 15 anos para desenvolver energias alternativas, incluindo a energia solar, eólica e biomassa.

IKEA comercializa Painéis Solares.

A conceituada rede varejista de móveis IKEA divulgou em setembro que está comercializando painéis solares em suas 17 lojas do Reino Unido.

“Sabemos que os nossos clientes querem viver de forma mais sustentável e esperamos trabalhar com Hanergy [Hanergy Solar Group Ltda. com base na China] para os painéis solares terem preços acessíveis “, disse Joanna Yarrow , chefe de sustentabilidade  IKEA’S no Reino Unido e Irlanda.

O pacote mínimo de 18 painéis, feitos de material fotovoltaico de película fina, custa cerca de US$ 11.000. A IKEA pretende mudar suas lojas para energia renovável até 2020 e investirá bilhões de dólares em geração de energia solar e eólica para cobrir 70 por cento do seu consumo de energia até 2015. Resumindo, em 2020, a IKEA espera produzir mais energia do que consome.

“Nós acreditamos que a sustentabilidade não deve ser um bem de luxo. Deve ser acessível para todos”, disse Steve Howard, diretor de sustentabilidade da IKEA.

“Com mais de 770 milhões de visitantes em nossas lojas, estamos empolgados com a oportunidade de ajudar os clientes a economizarem dinheiro em suas contas domésticas, reduzindo o desperdício de água e energia”.

A IKEA possui 300 lojas em 41 países e a empresa executou um projeto piloto bem sucedido em uma das suas lojas na Inglaterra no começo de 2013, e agora, está expandido o programa em grande escala para as outras 16 lojas localizadas no Reino Unido.

Índia pode se tornar uma potência mundial em Energia Solar

No início de dezembro, o Banco Mundial informou que a Índia estava à beira de se tornar uma potência solar global. Sob o governo de Jawaharlal Nehru, a National Solar Mission Phase-1 (JNNSM), que iniciou em janeiro de 2010 para promover o crescimento sustentável e expandir a energia solar, lida com os efeitos das mudanças climáticas, mesmo assim, a capacidade de energia solar instalada na Índia já saltou de 30 megawatts para mais de 2000 MW.

O Banco Mundial observou que JNNSM também ajudou a reduzir o custo da energia solar para níveis competitivos – cerca de US$ 0,12 por quilowatt-hora para energia solar fotovoltaica, e, US$ 0,21 por kWh para energia solar concentrada, tornando a Índia um dos custos mais baixos do mundo em energia solar.

Mas o Banco Mundial advertiu que a Índia enfrentará alguns desafios em cumprir o seu objetivo declarado de adição de 20.000 MW de energia solar até 2022.

Nova Deli “precisará abordar os principais obstáculos e restrições que poderiam vir na forma de ampliação do programa de energia solar.”

Ainda assim, o governo indiano anunciou que vai construir 60 “cidades solares” em todo país. O ministro de energias novas e renováveis, Farooq Abdullah, disse que a aprovação, em princípio, atingirá 55 cidades, das quais 45 já foram sancionados. “Dessas 45 cidades, 36 já tiveram os planos finalizados”

Energia Solar Lunar do Japão ao Mundo

No final de novembro, a Shimizu Corporation, uma empresa de construção japonesa, propôs acabar com todos os problemas de energia do planeta, criando um cinto gigante de painéis solares em torno do equador da lua.

A empresa com sede em Tóquio disse que seu conceito é: “geração de energia solar lunar”, que abriria caminho para uma “virtualmente inesgotável, não poluente” fonte de energia. A empresa Shimizu Corporation não forneceu detalhes sobre o custo do tal empreendimento, mas acrescenta que o projeto pode ser concluído antes de 2035 se receber financiamento adequado.

O equador lunar recebe uma quantidade constante de energia solar, por isso a Shimizu propõe que a luz solar seria convertida em eletricidade usando células solarem em uma instalação de geração de energia que seria construído no equador lunar.

O projeto consiste em ter a eletricidade transmitida através de cabos virados para a Terra. A corporação afirma que seu cinto de energia solar atinge uma mega-escala, em torno de 400km, o que serviria como uma fonte contínua de energia limpa durante anos.

A Energia Solar do Japão

Em novembro, o Japão abriu sua maior planta de energia solar, produzindo energia suficiente para abastecer 22.000 casas.

A empresa Kyocera Corp construiu a 70 megawatts Kagoshima Nanatsujima, uma meta planta solar que fica na região sudeste do país. Procurando diversificar sua matriz energética através do desenvolvimento do seu setor de energia renovável, o país está incentivando as empresas a utilizarem energia solar.

De acordo com pesquisa recente divulgado pelo NPD Solarbuzz, até o momento, o Japão é um dos cinco países que alcançaram 10 gigawatts de capacidade solar cumulativa. Os outros quatro países são Alemanha, Itália, China e os EUA.

A Associação de Indústrias de Energia Solar informa que a energia solar do Japão vai aumentar para 19 gigawatts até 2016. Sendo que um gigawatt de energia solar é suficiente para abastecer 139 mil casas.

Tailândia de olho no investimento de energia solar 

No início de novembro, foi relatado que as empresas de energia tailandesas chegariam a investir até US$ 2 bilhões no setor de energia solar nos próximos cinco anos. O governo planeja triplicar sua capacidade de energia solar para 3.000 MW até 2021, quando as energias renováveis ​​deverão representar um quarto do mix de energia do país, que agora estão acima dos 8 por cento.

(c) 2013, IBT Media.

Professor do IBMEC, Rodrigo Siqueira, lança o livro “A outra margem”

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento por

Quer saber mais sobre os benefícios da prática da meditação? Rodrigo Siqueira, professor na faculdade de Comunicação e Administração do Ibmec/RJ e coaching de carreira e liderança, lança o livro “A outra margem – pensamentos e meditações para o autoconhecimento e equilíbrio”, da Editora Inspira. A publicação desvenda os caminhos para romper com os padrões negativos e desenvolver uma visão mais lúcida sobre a vida, sobre si próprio e os relacionamentos interpessoais.

“A Outra Margem” foi escrito depois que o autor escalou o Monte Aconcágua, no Chile, e viveu situações extremas, que o levaram a refletir sobre o sentido da vida. Na primeira parte do livro, Siqueira leva o leitor a vivenciar e refazer a aventura que experimentou em 2006 e que mudou seus valores.

“A montanha muito me ensinou. Pude refletir sobre a preciosidade e mesmo a fragilidade da vida, sobre as pegadas que havia deixado na montanha e, acima de tudo, as pegadas que queria deixar na vida a partir dali. Perguntas como ‘Que propósito dar a minha vida?’, ‘O que buscar?’ e ‘Como encontrar a paz, bem-estar e felicidade que não sejam tão instáveis?’ passaram a ser mais importantes do que nunca após o Aconcágua”, relata Siqueira.

A partir desta experiência, o autor, que se interessava por temas relacionados à espiritualidade, filosofia e psicologia desde cedo, foi em busca de conhecimentos e vivências nesses temas. No livro, ele divide com o leitor alguns conceitos da psicologia budista e outras correntes de pensamento – como a psicologia positiva e junguiana – que o influenciaram, mostra a transformação que este conhecimento pode promover e destaca a importância de aprofundar o olhar para si e para a vida.

Dessa forma, na segunda parte da publicação, Siqueira traz à tona questões fundamentais relacionadas à existência, como o nascimento, o carma, a natureza dinâmica e mutável, o sofrimento e a busca por felicidade e, na terceira parte, ele aborda o autoconhecimento e os relacionamentos interpessoais.

“Podemos mudar de casa, cidade, emprego, relação amorosa, condição financeira e, mesmo assim, nos vermos em um estado emocional interno similar ao que já vivemos antes. A felicidade e a liberação do sofrimento não ocorre com a simples mudança das condições externas a nós. É preciso mudar a forma de compreender a vida, as relações que tecemos com os outros e com nós mesmos”, ressalta.

Ao final de cada capítulo, encontra-se uma meditação analítica que conduzirá o leitor a um olhar mais profundo sobre cada tópico e possibilitará que cada um encontre um entendimento próprio, que ele chama de insight. Após a meditação analítica, o autor ainda sugere praticar a meditação conhecida como Shamata para acalmar a mente e obter um estado de tranquilidade necessário para que o insight seja incorporado de forma mais efetiva. Segundo Rodrigo Siqueira, conjugar os dois tipos de meditação fortalecerá a resolução em efetuar mudanças. 

“Estudos científicos comprovam os efeitos da prática meditativa no cérebro, influenciando positivamente a aprendizagem e a qualidade de vida”, diz.

Ano: 2013
Tamanho: 14x21cm
139 páginas
Preço: R$ 29,90

Foto: Divulgação/Facebook

04/01 – DIA MUNDIAL DO BRAILLE

em Geral por

O Sistema Braille é baseado na combinação de seis pontos dispostos em duas colunas e três linhas e permite a formação de 63 caracteres diferentes, que representam as letras do alfabeto, os números, a simbologia científica, musicográfica, fonética e informática. Este é o meio natural de leitura da pessoa cega e é comum em materiais diversos para garantir a sua acessibilidade a textos impressos.

Embalagens de medicamentos, cosméticos e alimentos, cartões de visita e cardápios e outros materiais podem ser impressos nesse sistema, que adapta-se perfeitamente à leitura tátil, pois os seis pontos em relevo podem ser percebidos pela parte mais sensível do dedo com apenas um toque.
O francês Louis Braille, nascido em 4 de janeiro de 1809, foi quem garantiu o benefício da escrita e da leitura às pessoas cegas. Assim, quem lê o Braille tem acesso ao conhecimento e aumenta sua inclusão na sociedade e o exercício pleno de sua cidadania.
No Brasil, o Sistema Braille chegou em 1850, pelas mãos do jovem cego José  Álvares de Azevedo, mas foi a partir da década de 1940, com a criação da Fundação para o Livro do Cego No Brasil – a atual Fundação Dorina Nowill  para Cegos – que a produção de livros nesse formato ganhou força.
A Imprensa Braille da Fundação Dorina é uma das maiores do mundo em capacidade produtiva. Em 2012, produziu mais de 211 novos títulos em Braille, o que significa 99.946 mil exemplares distribuídos para cerca de 2 mil organizações e para todas as 5 mil bibliotecas públicas municipais do país, uma iniciativa pioneira na história da instituição.
Há quem diga que nos últimos 60 anos não há no Brasil uma só pessoa cega alfabetizada que não tenha tido em suas mãos pelo menos um livro em braille produzido pela Fundação Dorina. A instituição também oferece para crianças e jovens com deficiência visual o programa de educação especial destinado a enriquecer o  seu processo de desenvolvimento, incentivando sua aprendizagem e inclusão em escolas regulares por meio de aulas de braille, orientação e mobilidade,  atividades da vida diária, entre outros atendimentos terapêuticos.
“Para as crianças e os jovens cegos, o contato com o Sistema Braille permite o conhecimento da ortografia da Língua Portuguesa e de línguas  estrangeiras, além de possibilitar o conhecimento e a correta aplicação de símbolos de Matemática, Química, Física, e outros”, afirma Regina Fátima Caldeira de Oliveira, coordenadora da revisão Braille na Fundação Dorina e Membro do Conselho Iberoamericano e do Conselho Mundial do Braille. “Para os adultos, consultar  cardápios, identificar cosméticos e medicamentos, entrar e sair de elevadores com segurança são sinônimos da independência e da autonomia indispensáveis à elevação da autoestima de todo ser humano”, completa.
Dados do IBGE
Segundo os novos dados do censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) neste mês, existem no Brasil 6.585.308 pessoas com deficiência visual. Deste total, 582.624 pessoas são cegas e 6.056.684 têm baixa visão. O número representa 3,5% dos brasileiros, ou seja, a deficiência com maior incidência na população do país. A pesquisa revela ainda que 23,91% da população brasileira tem algum tipo de deficiência.

Claro inclui descontos em farmácias em sua plataforma de saúde

em Saúde & Bem-estar por
Foto: Reprodução
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A operadora acaba de lançar o Claro Alô Saúde para todos os seus clientes, que permite descontos de até 55% para medicamentos, em ampla rede de farmácias credenciadas em todo o Brasil. Além disso, é possível tirar dúvidas ou receber informações com equipe de enfermagem 24 horas, disponível 7 dias por semana. O usuário ainda tem um registro pessoal no portal claroalosaude.com.br, para documentar e acompanhar dados relacionados a sua saúde.

“Temos uma grande dedicação voltada aos serviços de saúde, pela importância do tema e para atender às necessidades dos nossos clientes. O serviço complementa a plataforma Claro Saúde, com mais de 1 milhão de assinantes, que reúne canais com conteúdos assinados por médicos e especialistas como, Dr. Dráuzio Varella, Dr. Jairo Bouer e Solange Frazão”, diz Alexandre Olivari, diretor de SVA da Claro.

A assinatura pode ser feita com envio de SMS para 402 com a palavra-chave SAUDE ou ALO, com valor de R$ 5,99 por mês. Para ter acesso aos descontos nas farmácias, o cliente deve informar o número de telefone cadastrado na Claro e, para ter acesso às orientações da central de enfermagem, basta ligar para *402 (valores das ligações já inclusos na tarifa mensal).

Estudo revela que 51,7% dos homens e 54,9% das mulheres do Brasil se consideram vaidosos e aponta as suas principais preocupações em relação aos cuidados com a beleza

em Brasil/Educação e Comportamento por

Estudos inéditos, realizados pelo Minha Vida com 1.687 homens e 2.861 mulheres do Brasil, revelam que tanto eles quanto elas são sim vaidosos. Entre o público masculino, 6,6% se consideram muito vaidosos, 51,7% acreditam que estão dentro dos “índices normais de vaidade” e 37,2% acham que são pouco vaidosos. Apenas 4,4% alegam passarem longe da vaidade. Já entre as particip antes do sexo feminino, esses índices ficam, respectivamente, em 11%, 54,9%, 30,9% e 3,2%. Vale ressaltar que 75,8% dos homens e 80,3% das mulheres, que participaram dos estudos realizados pelo Minha Vida, têm entre 25 e 59 anos.

Na hora de investir em produtos para beleza, eles e elas se aproximam nos gastos: 76,9% dos rapazes dedicam entre R$ 20 e R$ 250 mensais e 75,9% das garotas transitam entre as mesmas margens. Dividindo-se esses valores, encontramos os homens gastando de R$ 20 a R$ 50 (30,3%), entre R$ 50 e R$ 100 (32,8%) e de R$ 100 a R$ 250 (13,8%). Já para elas, os índices para esses mesmos valores mensais correspondem a 26%, 32,2% e 17,7%, respectivamente. Os homens mais vaidosos são os solteiros (8,39%), seguidos pelos divorciados (8,02%) e pelos casados (5,80%). Já as mulheres mais vaidosas são as divorciadas (14,20%), seguidas pelas solteiras (12,69%) e pelas casadas (9,69%).

Basicamente, o estudo mostra que eles se preocupam, em sua maioria, com a limpeza seja do corpo, do rosto ou dos dentes. Já elas, segundo a pesquisa, consideram o visual o ponto mais preocupante. Dentro deste cenário, confira algumas curiosidades no comportamento DELES e DELAS em relação aos cuidados com o rosto, o corpo, os dentes:

PREOCUPAÇÕES DELES

Maiores preocupações com a barba:

Manter o rosto sem barba (rosto “limpo”) – 48,37%

Irritação – 37,76%

Pelos encravados (foliculite) – 24,07%

 

Maiores preocupações com a pele:

Mau cheiro nas axilas – 64,20%

Oleosidade – 52,16%

Mau cheiro nos pés – 47,24%

 

Maiores preocupações com o cabelo:

Mantê-los limpos – 49,08%

Caspa (ou descamação do couro cabeludo) – 46%

Oleosidade – 39,18%

 

Maiores preocupações com os dentes:

Mau hálito – 73,21%

Amarelamento ou escurecimento – 68,64%

Cáries – 67,28%

 

PREOCUPAÇÕES DELAS

Preocupações em relação à pele do rosto:

Olheiras – 37,33%

Linhas finas (linhas de expressão) – 36,84%

Manchas (melasmas) – 35,27%

 

Maiores preocupações com o corpo:

Gordura localizada na barriga – 78,19%

Celulite – 58,72%

Excesso de peso – 57,88%

 

Maiores preocupações com as unhas:

Unhas quebram com facilidade – 56,90%

Não tenho nenhuma preocupação – 24,12%

Excesso de cutícula – 23,77%

 

Maiores preocupações com o cabelo:

Cabelos brancos – 46,42%

Queda de cabelo – 41,28%

Frizz (fios arrepiados) – 41,56%

 

Maiores preocupações com os dentes:

Amarelamento ou escurecimento dos dentes – 66,22%

Mau hálito – 60,03%

Cáries – 57,28%

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