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Friday, September 25, 2020
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Paulistano faz campanha no Instagram e conquista vaga na tripulação dos Schurmann

Com 25 publicações no Instagram, Pedro Tokimori Nakano conquistou a oportunidade de dar a volta ao mundo! O paulistano de…

By Redação , in The São Paulo Times , at 05/12/2014

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Com 25 publicações no Instagram, Pedro Tokimori Nakano conquistou a oportunidade de dar a volta ao mundo! O paulistano de 27 anos é o novo tripulante da Expedição Oriente, aventura de proporções inéditas que coloca a Família Schurmann no rastro das polêmicas teorias que defendem os chineses como os primeiros grandes navegadores e descobridores do mundo. Durante os próximos dois anos, Pedro e demais companheiros de viagem percorrerão cerca de 30 mil milhas (o equivalente a quase 50 mil quilômetros), passando por quatro oceanos, cerca de 50 portos e cinco continentes.

Formado em Rádio TV e pós-graduado em Gestão e Marketing Digital, o novo tripulante da Expedição Oriente assume a missão de registrar e compartilhar diariamente todas as emoções dessa aventura por meio das redes sociais. Já a bordo do veleiro Kat, após abrir mão de suas atividades como coordenador web em uma agência de marketing digital, Pedro fala sobre a campanha #levaopedro, emoções iniciais e expectativas do novo integrante da tripulação Schurmann. Confira.

1. Por que queria integrar a tripulação da Família Schurmann?

Desde que soube da Expedição Oriente e da proposta de refazer a rota que os chineses teriam feito em 1421, me encantei pelo projeto. Li várias entrevistas, assisti ao filme da última volta ao mundo dos Schurmann, livros e também me encantei pelo espírito da Família. Queria, de alguma forma, estar a bordo dessa expedição. Poder ajudar e, ao mesmo tempo, conhecer lugares e pessoas que nunca imaginei que teria oportunidade. Era um sonho que virou realidade!

2.  Como surgiu a ideia de lançar a campanha #levaopedro?

Soube o quanto a Família Schurmann gosta de pessoas com iniciativas e criatividade. Então comecei a pensar em algo que chamasse a atenção deles, mas queria fazer algo que também me qualificasse como um tripulante – apesar de não saber velejar. Queria destacar meu bom humor, o gosto por fotografar e escrever, e a experiência com outras viagens. Tudo da maneira mais sincera e honesta possível. Pensei em 25 motivos e postei um por dia no Instagram, com imagens bacanas e pequenos textos. Foi uma espécie de candidatura/currículo online!

3. Paralelo à campanha, como se preparou para entrar na tripulação?

Nunca havia velejado antes. Mas comecei a ler livros e a estudar a teoria. Quando o pessoal do Yacht Clube Santo Amaro viu a campanha, me ligou e me convidou para acompanhar as aulas e aprender, na prática, a velejar. Não tive muito tempo, mas deu para tirar algumas dúvidas e entender como funciona um veleiro. O dia em que subi no laser e velejei pela primeira vez foi muito especial! Para me preparar também fiz aulas de mergulho.

4. Como recebeu a informação que, sim, você era um tripulante? O que sentiu?

Estava no trabalho, na agência, e me ligaram. Foi uma imensa alegria. O pessoal do trabalho que acompanhou, torceu e me ajudou durante a campanha também vibrou muito. Todos pararam de trabalhar para comemorar. Do trabalho, fui direto contar a novidade à minha família, que ficou muito emocionada e empolgada.

5. Da notícia ao embarque, você teve poucos dias para se desapegar da vida em terra firme. Como foi esse processo?

Uma correria! Tive que tirar passaporte, tomar vacinas, check ups, dentista, empacotar tudo e me despedir da família e amigos. Não tive tempo de contar para todo mundo, muitos amigos ainda não sabem que estou aqui!

6. Como está sendo esse início de atividades a bordo?

Estou adorando. O ritmo é bem intenso. Todos a bordo têm suas atividades principais, mas também desempenham outras funções, o que é muito bacana. Versatilidade é a palavra-chave. Nesse pouco tempo já vivi experiências incríveis, como a visita a Cabo Polonio, um povoado com menos de 100 habitantes. Lugar que antes nem imaginava em conhecer.

7. Quais são as suas atividades na Expedição Oriente?

Escrevo e fotógrafo para as redes sociais e site da Expedição Oriente. Tem que estar atento a todo o momento para não perder nada! Estou sempre ao lado da Heloísa, que é uma produtora de conteúdo fantástica. Já havia lido seus textos, mas aqui estou encantado com suas ideias e criatividade a todo vapor. Muito bom trabalhar com ela e poder ajudar a contar e registrar a história dessa incrível expedição.

8.  O que te surpreendeu nos primeiros dias a bordo?

Conhecia o veleiro Kat pelas fotos, mas fiquei impressionado com a disposição dos espaços e toda estrutura. Minha recepção aqui também foi ótima, todos tripulantes me receberam muito bem. Já acompanhava a Expedição Orientepelas redes sociais, então, parecia que conhecia um pouquinho de cada um. Antes, a vista do meu trabalho era uma rua cheia de carros, agora tenho o mar ao meu lado. Trocar as buzinas pelo som do vento é uma delícia.

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