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amor

“Não ficou devendo nada” uma pinoia!

em Portrait por

Sinceramente não achei que fosse entrar nessa seara, mas cá estou eu dando meu palpite! Se estiver afim de saber o que eu penso a respeito da mais nova discussão pós-moderna sobre os “filósofos” Gregório e Rafinha Bastos, senta que lá vem textão!

Na real, eu acho que a versão mais pé no chão de todas sobre o texto do Gregório é do meu amigo, o jornalista Karan Novas, que tem uma visão pra lá de moderna e que vem até a casar com o meu trabalho como assessora de imprensa e seus moldes pré-históricos, mas ainda bastante convincentes, de medição de valor publicitário.

Eu li ontem a coluna do Gregório, como metade da humanidade. E como quase 100% dos leitores, eu estava caindo nas garras do amor “almost perfect” declarado por ele à Clarice.

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Por que nos apaixonamos?

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

Sempre que nos apaixonamos, a sensação é de como se tivéssemos feito um mergulho de cabeça no caldeirão de alguma bruxa, no ponto máximo da ebulição. Sentimos algo como se fosse um rebuliço prazeroso, ao mesmo tempo explosivo, e que vem com tanta força que o mundo lá fora fica parecendo lento e distante. Isso acontece dentro de nós e simultaneamente dentro da pessoa da nossa relação.

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O amor e as redes sociais. É uma boa conexão para o relacionamento?

em Coluna/São Paulo por

Alex

O amor e as redes sociais. É uma boa conexão para o relacionamento?

 

O Facebook foi criado para unir pessoas, mas acho que o criador não imaginava que os casais chegariam ao ponto de fazer um perfil para usarem juntos.

Eu particularmente acho estranho quando vejo um perfil de casal. Primeiro porque você não sabe quem está atualizando ou publicando algo. Segundo, porque quando chega o aniversário, você corre o risco de parabenizar a pessoa errada. E terceiro, é impossível conversar via chat. Imagina que constrangedor você falar de um assunto particular e o outro lado responder: pode deixar que vou dar o recado.

Existe outra coisa que o casal também precisa se preocupar nas redes sociais: a lavagem de roupa suja. Ninguém precisa saber que o relacionamento está uma bosta, que brigaram na noite passada ou que o companheiro(a) não acertou no presente. Certas coisas devem ficar entre quatro paredes, do sexo ao estresse.

Eu até acho bonito ver declarações de amor no facebook, twitter, instagram e qualquer outra rede social que possa existir, só que é bom tomar cuidado, pois a inveja tem redes sociais e nessa horas o olho gordo digital pode indiretamente afetar o relacionamento.

A tecnologia existe para facilitar a comunicação das pessoas, portanto, acho que é importante preservar a privacidade, tanto na vida real quanto virtual.

Lembre-se: é bem mais gostoso ficar conectado com o seu parceiro(a) no mundo real.

Se você gostou da matéria, compartilhe com quem você ama 🙂

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Alexsander Brunello. Editor-chefe do The São Paulo Times. É redator publicitário e atualiza a sua coluna Dicas & Pepitas todas as quintas-feiras. © 2014.

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Amor excessivo pelos animais de estimação pode ser sintoma de carência do dono

em Brasil/Educação e Comportamento/São Paulo/The São Paulo Times por

Para a psicóloga Maria Aparecida das Neves, os animais domésticos precisam de carinho, cuidado e atenção, mas deve haver bom senso e equilíbrio

Certamente você já ouviu alguém se referir ao animal de estimação como “filho” e pode até não ter estranhado o fato. “Hoje em dia, muitos animais são como membros da família. Antigamente, lugar de cachorro era no quintal, mas com a criação de raças menores, essa realidade mudou”, detecta a psicóloga Maria Aparecida das Neves. Mas, para além de terem “entrado em casa”, muitos animais domésticos acabam, por vezes, substituindo o contato do dono com outras pessoas. Alguns casais, por exemplo, optam por ter um animal de estimação antes de ter filhos, para testar se saberão cuidar de um ser que depende deles. Para Aparecida, esta é uma escolha saudável e benéfica desde que, depois da chegada do bebê, não se abandone o animal – que pode viver mais de uma década de alguns casos.

Mas, quando as pessoas acabam por se isolar por causa de seus animais de estimação, é preciso ficar atento. Muitas afirmam que não podem sair para se divertir, frequentar festas ou ir à casa de amigos pois seus animais de estimação não podem ficar sozinhos. Nesses casos, alerta a psicóloga, é preciso rever a relação com o animal e o que ela significa para o dono.
“Os bichos são domesticados, tornam-se companheiros, criam um vínculo afetivo e suprem uma carência dos donos. Um animal de estimação não fica magoado, não tem rancor. Por isso, eles voltam, abanando o rabo depois de levarem bronca. O problema é quando o dono toma esse retorno integral, essa relação de zero risco afetivo, como padrão”, diz a psicóloga.
Se o dono confia mais em animais que em pessoas, corre o risco de generalizar relações humanas e fazer com que elas sejam fadadas ao fracasso. “É um sintoma de carência”, define Aparecida. Ela diz que os animais podem, sim, ficar sozinhos, se forem condicionados a isso. “Os animais são domesticados, são os donos que educam e definem como eles devem se comportar, como se alimentar e onde fazer suas necessidades. Quando diz que o bicho não pode ficar sozinho, é o dono que está criando uma ilha de ilusão”, acredita.
Outro sintoma de que essa relação entre um ser humano e um bicho está passando dos limites é quando o dono já não entende que não pode levar um animal a um ambiente social. A psicóloga diz que é preciso entender e aceitar onde o bicho pode ou não ser levado. “É claro que a pessoa pode escolher frequentar cafés, hotéis e locais onde os bichos são permitidos – isso é uma relação saudável”, afirma.
A psicóloga acredita que, sempre que o trato de um animal de estimação estiver causando incômodo para outras pessoas, é preciso refletir a respeito. Ela dá como exemplo uma situação na qual uma pessoa visita a casa da outra e o animal que ali mora traz incômodo – latindo em demasia, mordendo, lambendo ou pulando. “Se o dono não fizer nada, o que pensar… O dono não é obrigado a prender o animal, mas a visita também não é obrigada a passar por uma situação que incomoda”, sugere.
Ela lembra que a chave para evitar problemas é o bom senso. “Não se pode privilegiar o bem-estar do animal – e vice-versa. É preciso avaliar o que é melhor para os dois. Excessos sempre trazem prejuízo, até mesmo excessos de amor”, acredita.

Relacionamento é como piscina…

em Coluna por

Alex

…não entre de cabeça se for raso demais.

Já fui testemunha de relacionamentos que os dois entraram de cabeça e quebraram a cara por ser raso demais.

A pressa de se jogar com tudo em um novo relacionamento pode causar mais do que simples dor de cabeça, pode deixar sequelas para sempre. Tais como:

O surgimento de um filho;

A compra de um imóvel em conjunto;

A perda da liberdade;

Portanto, se você perceber que a piscina do novo relacionamento não tem chance de virar mar, nem entre de cabeça.

Agora se você acha que aquele sentimento é profundo o suficiente para se jogar, vá com calma, pegue confiança e veja se não é perigoso.

Deixando as metáforas de lado, é importante ir com calma em qualquer relacionamento, existem muitos que não têm nem um mês de vida e o casal já diz eu te amo para o outro, já decidiram data para casar, quem serão os padrinhos e o lugar que vão passar a  lua de mel, e alguns casais, até escolheram os nomes dos possíveis filhos.

Lembre-se:  o amor é um sentimento que leva muito tempo para começar a transbordar. Portanto, entre com calma e com os pés no chão.

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Alexsander Brunello. Editor-chefe do The São Paulo Times. É redator publicitário e atualiza a sua coluna Dicas & Pepitas todas as quintas-feiras. © 2014.

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