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Educação

Brasileiros sobem ao pódio na Olimpíada Internacional de Química

em Educação e Comportamento/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

Todos os estudantes brasileiros participantes conquistaram medalha durante a 50ª Olimpíada Internacional de Química. Os alunos Ivna de Lima Ferreira Gomes (de 17 anos), Vinícius Figueira Armelin (16 anos), João Victor Moreira Pimentel (16 anos) e Orisvaldo Salviano Neto (17 anos), conquistaram as medalhas de ouro (dois primeiros), prata e bronze, respectivamente, durante a competição, realizada na República Tcheca e Eslováquia. A participação dos estudantes nessa disputa conta com o patrocínio da Dow, empresa do setor químico.

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Despreparo emocional prejudica alunos brasileiros em avaliação mundial

em Educação e Comportamento/News & Trends/Saúde & Bem-estar por

No Brasil, pesquisa da UFRJ revela avanço nos níveis de autocontrole, empatia e perseverança de estudantes que já desenvolvem habilidades socioemocionais em sala de aula

O estudo recém-divulgado “Por que o Brasil vai mal no Pisa?” Uma análise dos Determinantes do Desempenho no Exame (confira reportagem publicada pela BBC), mostra que o baixo desempenho dos alunos brasileiros na principal avaliação da Educação Básica, o Pisa, acontece porque a maioria deles piora a performance ao longo do exame ou sequer consegue chegar ao final dele.

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Livro celebra a vida em poesia e estimula o respeito às diferenças

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento/News & Trends/Saúde & Bem-estar por
Criança com a raríssima Síndrome Cornélia D’Lange conversa com outras crianças e revela o seu modo de ver o mundo.

Como falar às crianças e adolescentes sobre respeito às diferenças? E se essas diferenças forem algo de certa forma muito difícil de explicar? É isso que faz de forma poética e muito alegre o livro Você sabe quem eu sou? Então vou te contar, de Herica B. T. Secali (Editora Pandorga, 32 págs, R$ 29,90).

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As tendências que devem nortear o mercado de educação em 2017

em Brasil/Educação e Comportamento/News & Trends por

* Por Jared Stein

Análise de dados (analytics), tecnologias abertas, empregabilidade e acesso 24 horas por dia ao conteúdo dos cursos estarão entre as tendências do mercado de educação em 2017, segundo pesquisadores do LMS Canvas, ambiente virtual de e nsino. Essas quatro tendências, impulsionadas pelas tecnologias disruptivas, farão com que as instituições acadêmicas reavaliem os serviços oferecidos, aumentando o foco no aprimoramento da experiência vivenciada pelos estudantes.

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Gêmeos na escola: separá-los ou não na sala de aula?

em Brasil/Educação e Comportamento/News & Trends por

A recomendação de muitas escolas é de que gêmeos não permaneçam na mesma turma, pois isso pode fazer com que o desenvolvimento seja prejudicado e a busca pela autonomia de cada um não aconteça. A preocupação é que essa aproximação, ainda na escola, invalide a ação do outro e, com isso, impeça o desenvolvimento da cognição social. No Colégio Franciscano Pio XII, instituição localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo, a orientação é de que pais optem pela separação, preservando a individualidade da criança.

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10 dicas para incentivar a leitura em casa

em Brasil/Educação e Comportamento/News & Trends por

“O incentivo ao hábito da leitura é o desafio do século”. Quem afirma é a prof.ª Dr. Elaine Silva, que ministra a disciplina “Leitura e Letramento” no Ensino Médio, no Colégio Mary Ward, em São Paulo. Acostumada a fomentar o contato com as letras entre os alunos, ela dá dicas práticas para os pais que querem fazer do lar um ambiente propício para a prática:

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Os 3 cursos universitários que se pagam mais rápido – e os 3 que mais demoram

em Brasil/Educação e Comportamento/News & Trends por
Segundo levantamento inédito do portal Mundo Vestibular, o tempo de retorno do investimento das principais graduaçõesestá entre cinco meses e quase quatro anos

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Como se candidatar ao ensino superior na França

em Brasil/Educação e Comportamento/News & Trends por
Quem está interessado em estudar na França no ano letivo 2017-2018 deve estar atento aos prazos para envio do dossiê via Campus France Brasil. As candidaturas para DAP Blanc (primeiro ano de graduação),DAP Jaune (escolas de arquitetura) e DUT (Diplôme Universitaire de Technologie) têm de ser encaminhadas até 18 de janeiro.
O Campus France Brasil, agência francesa para promoção do ensino superior, recebe os dossiês por meio de uma plataforma on-line. O acesso é feito pelo site www.brasil.campusfrance.org (quadro cinza, à direita). Para se candidatar, é necessário preencher um formulário com informações sobre os percursos acadêmico e profissional e também enviar documentos, motivações e outros anexos.

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Como o Pokémon Go pode ajudar no aprendizado infantil

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por

O jogo do momento tem sim a capacidade de auxiliar no aprendizado infantil“, diz especialista Roberta Bento, do Socorro Meu Filho Não Estuda. Para ela, o aplicativo tem efeito positivo em diversos aspectos. Em relação ao desenvolvimento cognitivo, o jogo tem a capacidade de preparar a criança para aprender o conteúdo da escola e da vida, se essa criança estiver dentro das doses razoáveis para se dedicar ao game.

A dose diária não é uma ciência exata, não é determinada por um período específico em que a criança passa jogando. A questão é se ela joga depois que tiver, diariamente, suas tarefas cumpridas: ter ao menos oito horas de sono, a sua tarefa doméstica concluída, os deveres da escola feitos e feito uma atividade física“, explica. Continue lendo

Educação no Brasil. Mais do que um ranking

em Brasil/Mundo/The São Paulo Times por
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

No ranking da ONU que aponta o índice de desenvolvimento humano (IDH) referente a 2013, divulgado recentemente, o Brasil saiu da 80ª posição para a 79ª.  Apesar de continuar em um processo de evolução ­– o IDH brasileiro aumentou 36,4% desde a década de 1980 –, o avanço de uma posição apenas indica que o ritmo está bem mais lento. Para se ter ideia, o País ficou atrás de nações como Ilhas Maurício, Cazaquistão, Irã e Cuba. Os campeões, a anos-luz de distância, foram Noruega, Austrália, Suíça, Holanda, Estados Unidos e Alemanha. Já os 18 últimos colocados do levantamento são países africanos.

Na comparação com nossos vizinhos, o IDH brasileiro é inferior à média da América Latina em educação e expectativa de vida. Os países com mais alto grau de desenvolvimento da região são Chile (41º), Cuba (44°) e Argentina (49.°). A posição do governo federal é que os números utilizados pela ONU não são atualizados, o que faria com que o Brasil não subisse tão pouco na tabela. No entanto, o grande vilão do índice brasileiro, segundo a ONU, é a alta taxa de desigualdade de renda, 64% maior do que a média mundial. No ranking que leva em conta só esse item, o país cai 16 posições.

Os dados do IDH refletem bem a situação em que o País se encontra. É evidente que houve melhoras na educação nas últimas três décadas. As matriculas no ensino fundamental estão praticamente universalizadas, mais adolescentes completam o ensino fundamental e médio, e mais jovens chegam à graduação. Porém, o índice do IDH revela também que essa evolução é lenta para os padrões de uma nação que se coloca entre os sete países com o PIB mais alto do mundo. Apesar dos avanços, existe um entrave pérfido na educação: a qualidade de ensino, que não acompanha padrões aceitáveis, basta ver os baixos índices que alcançamos em exames internacionais, como o Pisa.

Diminuindo as desigualdades sociais e investindo em educação, o país dará um grande salto em direção ao desenvolvimento. Não é apenas uma questão de ranking, mas de sobrevivência para uma população cansada dos descasos com educação, saúde e infraestrutura. O CIEE, com experiência de 50 anos, vem ajudando nesse processo, com a formação profissional e capacitação de jovens, e a inserção de milhões deles no mercado de trabalho, por meio do estágio e da aprendizagem.

Por Luiz Gonzaga Bertelli, presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), da Academia Paulista de História (APH) e diretor da Fiesp.

Saúde, educação e família. O que tem em comum?

em Brasil/São Paulo/Saúde & Bem-estar por

educacaoJá há algum tempo especialistas vêm apontando a saúde dos adolescentes como um dos desafios para a realidade deste novo milênio. Trata-se do grupo etário de 1,2 milhão de pessoas (um em cada seis habitantes do mundo) talvez mais vulnerável à mudança global de valores que acompanha os novos cenários econômicos e sociais, que se sucedem cada vez mais velozmente. Desemprego, exigências mais rigorosas para acesso ao mercado de trabalho, urbanização, migrações, acelerada evolução tecnológica e choques culturais estão entre os fatores que provocam forte impacto na formação das novas gerações, num processo de difícil acompanhamento e mesmo percepção por parte de pais, professores e outros adultos que com elas convivem. Em época nenhuma foi muito tranquila a transição da infância para a idade adulta, sempre uma fase complexa de desenvolvimento fisiológico e psicológico. Mas, atualmente e em especial nos países emergentes, os adolescentes enfrentam cargas adicionais. No Brasil, por exemplo, boa parcela deles vivenciam transformações profundas na vida pessoal e familiar, decorrentes da ascensão social, maior acesso à educação e maior poder de consumo.

Até aqui pouco estudado, o novo cenário vem despertando a atenção de especialistas e motivou, pela primeira vez, um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) que colheu dados de 109 países para identificar as principais causas de doenças e mortes de pessoas entre 10 e 19 anos em todo o mundo. O suicídio aparece como terceira causa das 1,3 milhão dos óbitos. À frente estão: acidentes de trânsito, com 330 mortes por dia, e a Aids, que após alguns anos de queda volta a crescer, atingindo mais de 2 milhões de adolescentes – uma elevação creditada ao aumento dos casos nos países africanos, enquanto Europa e Américas registram queda.

O mesmo relatório aponta a depressão como a grande causa de doenças e inaptidão nessa faixa etária. Entre os principais fatores desse cenário, estão as mudanças na expectativa de vida, a falta de perspectiva de futuro, o aumento no uso de drogas e a violência. “Os dados são realmente preocupantes, mas não surpreendem quem está, na prática, atendendo a essa população, pois a depressão, muitas vezes, está associada a outros problemas mentais mais graves – como dependência química ou transtorno de conduta –, casos em que aspectos emocionais ou alterações próprias da depressão não são investigados”, afirma o psiquiatra Miguel Boarati, coordenador do Ambulatório do Programa de Transtornos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, em reportagem no Correio Braziliense. Muitas vezes o próprio adolescente não tem percepção ou consciência de que as mudanças comportamentais podem estar ligadas a quadros depressivos e que estes podem ser tratados. E, pior, pais e professores também padecem dessa falta de percepção e de conhecimento, confundindo tais problemas com a natural crise existencial do jovem.  Mas, como alerta Boarati, não há melhora espontânea do quadro depressivo, cujo tratamento chega a envolver várias especialidades, incluindo terapia de família, o que pode encarecer seus custos e tornar-se um obstáculo à sua realização.

Embora não seja solução para reduzir o alto número de mortes no trânsito, o aumento dos casos de Aids e a elevada incidência de suicídios, a educação pode prestar significativa contribuição para atenuar tais ameaças à vida e à saúde dos adolescentes. Sem falar numa forte política pública a ser lançada nesse sentido, as ações preventivas devem fazer parte da programação, regular ou extracurricular, das escolas, envolvendo familiares e educadores. Também as empresas e entidades sociais voltadas à juventude devem incluir esse tema em seus programas de qualidade de vida para colaboradores e nas ações externas de responsabilidade social que promovem. O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) – que há décadas realiza programas de prevenção ao uso de drogas nas escolas, palestras sobre saúde (prevenção de aids, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência, etc.) entre estudantes do ensino médio e superior – é testemunha de que tais ações encontram grande receptividade entre jovens, pais, educadores e comunidades carentes. Isso além de atuar como agente que facilita a preparação e o acesso dos jovens ao mercado de trabalho, por meio do estágio e da aprendizagem profissional.

Essa é a contribuição que o CIEE já presta – e pretende continuar intensificando –, ao se antecipar à recomendação de  Flávia Bustreo, subdiretora geral para a saúde das mulheres e das crianças da OMS: “Esperamos que esse documento consiga provocar mais atenção à saúde das pessoas que têm entre 10 e 19 anos e que sirva para desencadear uma ação acelerada sobre seus problemas”.

Por Ruy Martins Altenfelder Silva, presidente do Conselho de Administração do CIEE e da Academia Paulista de Letras Jurídicas.

Nova nota de R$10 poderá circular com o rosto de Ayrton Senna

em Brasil/Educação e Comportamento/The São Paulo Times por

No ano que marca os 20 anos do legado do tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna, o Instituto que leva o nome do piloto apresenta a campanha Educação #Nota 10. A ação visa mostrar para pessoas que, com apenas R$ 10 por mês, é possível alfabetizar uma criança por ano nos programas educacionais da organização. A ideia é
aumentar o número de doadores mensais do Instituto por meio de uma campanha que sugere ao Banco Central a criação de uma nova nota de R$ 10 com o rosto do Ayrton – a nota 10 do Senna, para que todos se lembrem de que este é o valor mensal para o Instituto Ayrton Senna alfabetizar uma criança.

“Contamos com um grande engajamento nessa campanha. Todos unidos para realizar o sonho do Ayrton, que sempre desejou oferecer oportunidades de desenvolvimento a todos os brasileiros”, conta Viviane Senna, presidente do IAS.

Um modelo da proposta desta nova cédula foi criado para a divulgação da campanha. A ação conta com a participação de personalidades, que apoiam a causa por meio de vídeos que convidam o público a doar pela causa da educação de qualidade e a produzir seus próprios vídeos para levar a mensagem ao maior número possível de pessoas. A campanha será divulgada via Youtube e redes sociais. As doações podem ser feitas no site www.SennaNota10.com.br.

A campanha, idealizada pelos publicitários Ricardo Chester e Augusto Moya, ambos da agência África, foi a vencedora da segunda edição do Google Creative Sandbox Brief, veiculada pelo Youtube que unissem criatividade à tecnologia para uma ONG. A campanha Educação #Nota10 foi escolhida e seus autores ganharam premiação que permitiu a viabilização da campanha. A produtora O2 Filmes é a responsável pela produção dos vídeos da campanha e a agência Cubo pelas peças publicitárias.

“Estamos muito satisfeitos com o entusiasmo dos profissionais e do Instituto Ayrton Senna com esta campanha vencedora, que mostra o potencial da tecnologia para levar a criatividade a uma outra dimensão”, pontua Julio Zaguini, diretor de Relacionamento com Agências do Google.

Confira o vídeo da campanha Educação #Nota 10, no canal oficial do Instituto Ayrton Senna.

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