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Ingressos à venda para Brasil x Paraguai

em Brasil/Esporte/News & Trends por

É hora de garantir os ingressos para Brasil x Paraguai. A venda começou às 10h desta segunda-feira (13), no site www.cbf.com.br/ingressoseliminatorias. Se houver entradas disponíveis, a venda física será iniciada no dia 22, das 10h às 20h.

A Seleção Brasileira recebe os paraguaios às 21h45 de 28 de março, terça-feira, na Arena Corinthians, na cidade de São Paulo (SP), pela 14ª rodada das Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018. Confira detalhes sobre os ingressos disponíveis.

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Boca Juniors realiza avaliação técnica com alunos das unidades de São Paulo e Cotia

em Brasil/Esporte/News & Trends/São Paulo por
O C.A. Boca Juniors, da Argentina, realiza nesta segunda-feira (29), mais um processo de Avaliação Técnica Oficial com atletas matriculados nas unidades do clube xeneize no Brasil. Desta vez, as escolas da Penha, em São Paulo (SP) e Granja Viana, em Cotia (SP) receberão a atividade em conjunto e que será conduzida pelo diretor técnico das equipes de base do time azul y oro, José Malleo.
A atividade acontece a partir das 12h30 no Campo do Suave, na Rua Van Gogh, 21, Jardim Recanto Suave, em Cotia (SP). Após o processo de avaliação, por volta das 16h, o experiente treinador argentino fará uma clínica para os alunos no próprio local.

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Estamos mesmo falando de futebol?

em Esporte/Opinião/The São Paulo Times por

O goleiro do Brasil da Copa de 50, Barbosa, que foi excomungado e execrado pela derrota da seleção Canarinho naquilo que foi chamado de Maracanaço, ficaria muito envergonhado com a apresentação da seleção da CBF naquilo que em 2014 vai ficar conhecido como Mineiraço. Barbosa foi injustiçado, já Luis Felipe Scolari, esse sim, tem muita culpa pelo desastre na derrota do time brasileiro nesta fatídica terça, dia 08 de Julho.

fut

O time de Felipão perdeu de 7X1 da Alemanha e vamos a alguns fatos. A Alemanha venceu e parabéns pelo espetáculo, venceu com propriedade, foi merecedora. O time brasileiro mostrou não apático mas morto, o retrato da mentira que tentaram defender no início da competição. A mentira é que talvez Felipão tenha convocado direito, o melhor planejamento, que não foi teimoso ou presunçoso, quando dizia e afirmava com veemência que seriamos campeões a todo custo.

Só para lembrar, o treinador deu uma declaração, com toda sua soberba, ao final do jogo contra o Chile: “”Gostou, gostou. Se não gostou, vai para o inferno”. Concordo com o jornalista Mauro César em seu blog, quando ele afirma que o hexa do Brasil foi mandado para o inferno mesmo e a Alemanha exorcizou o futebol brasileiro.

O Brasil teve um apagão em campo da mesma maneira que a população brasileira sofreu um apagão mental porque tivemos que engolir goela abaixo a copa do mundo. E aí, não tenho como não mencionar a bandalheira que foi com o dinheiro público, a corrupção. E me desculpem a repetição desta conversa política, mas ganhar a copa a todo custo, ideia que foi incutida na mente do brasileiro, era uma forma de compensar o roubo que foi esse evento.

Confundiram o nacionalismo, o patriotismo com fanatismo para desviarem de fato aquilo que mais nós devemos nos envergonhar. E não é dos 7X1 que estou me referindo. O pensamento de “Brasil, ame ou deixe-o” era a ideia rebuscada e agressiva da ditadura. Acontece que fomos obrigados a sermos “patriotas” de qualquer maneira. De preferência calados, sem questionar, unidos por um único propósito, torcer pelo país e odiar aqueles que criticavam a copa ou a seleção.

Torcemos pelo Brasil porque acreditamos nesta nação e não devemos esquecer que existe muita podridão que foi esquecida durante esses dias de copa e que sabemos que existe. Mas a política do pão e vinho sempre foi muito eficaz, não é mesmo?

Quando critiquei a seleção brasileira, fui chamado de antipatriota, como se eu não pudesse ter uma opinião contrária às pessoas. Mas eu não estava sendo julgado por um brasileiro, mas uma pessoa vítima do patriotismo doentio. Cante o hino à capela e mostre que você é grande. Vá para a guerra e lute com o seu inimigo. Guerra era uma palavra comumente usada por Felipão, mas que não tem nada a ver com esporte. Os adversários do Brasil não são inimigos. Guerra combina com as arenas dos gladiadores e não com os estádios de futebol.

Inimigo da nação de chuteiras, infelizmente, foi o que se atribuiu ao jogador da Colômbia, Zúñiga.  Muitos brasileiro medíocres chamaram Zúñiga de “macaco” e “preto safado”. Ataques criminosos que foram direcionados para a filha e para a mãe do jogador e pasmem, houve até ameaças de estupro à menina. Zúñiga não acordou no dia do jogo planejando quebrar a coluna de alguém. Acreditar que foi proposital é uma atrofia mental. O time se apequenou quando dependeu exclusivamente de Neymar.

Mas aí voltamos ao jogo e os 7X1. E talvez este seja o verdadeiro legado desta copa.

Acordamos com um “baita” tapa na cara. Tapa que vai doer muito, vai machucar sim e vai sangrar muito.  Cicatrizes ficarão expostas e de recuperação gradativa.

Agora é o seguinte, vamos saber perder. Nada de brigas, linchamentos e culpar um ou outro. Nada de queimar bandeiras porque somos brasileiros, ou só por causa de um jogo deixamos de ser? Ninguém é antipatriota. Ninguém aqui é dono de verdade nenhuma e não venha com lições de moral. A copa continua e os problemas deste país também. Vamos lutar pra que este pais cresça, porque hoje, foi apenas um jogo de futebol.

Ahhh, um detalhe importante. Iniciei este artigo diferenciando a seleção canarinho, que em 50 era administrada pela CBD e que depois, em 1979 tornou-se a CBF. Entidade envolvida em inúmeras denúncias de corrupção. Uma corja de parasitas que aos poucos está acabando com o futebol brasileiro. A seleção brasileira não pertence ao país, pertence à CBF.

Mas aí, estou aqui me perguntando. Será que até agora, estamos mesmo falando de futebol ou existem outras coisas envolvidas?

Por Breno Rosostolato. Psicólogo e professor da Faculdade Santa Marcelina – FASM.

Exclusivo: metade dos europeus preferem assistir futebol sem suas mulheres

em Educação e Comportamento/Esporte/The São Paulo Times por

Com a aproximação rápida da Copa do Mundo no Brasil os amantes do futebol em todo o mundo já se preparam para assistir aos jogos ao lado da pessoa amada, certo? Sim, mas nem todos. Um estudo realizado em seis países da europa comrovou que a maioria dos italianos (52%) e quase metade dos os franceses (48%) preferem não assistir aos jogos de futebol ao lado de suas mulheres.

Ao contrário de Itália e França, os demais europeus no geral são mais tolerantes: em média 59% dizem que gostam de assistir aos jogos com suas mulheres. A pesquisa, que foi realizada em seis países europeus (França, Espanha, Itália, Bélgica, Reino Unido e Holanda) com homens na faixa etária entre 25 e 40.

Ainda que no geral os europeus não vejam problemas em assistir aos jogos com suas mulheres, podemos considerar que os 41% que preferem o contrário, número ainda muito alto. Sabemos que no Brasil certamente os números não seriam os mesmos, pois existe um grande número de mulheres que se interessam e acompanham o futebol. Mas, de toda forma, o que levaria os homens a preferir assistir sozinho ou com os amigos à ter a companhia da mulher?

O psicanalista Adilson Costa, do site Doutíssima.com.br, faz uma análise dos motivos para a resistência masculina em relação ao aumento do interesse feminino pelo futebol e de como lidar com isso. Segundo o especialista, ao contrário do que a pesquisa mostrou, o futebol pode ser um ótimo motivo para unir ainda mais o casal.

Até que o futebol nos separe?

 

 

Um dos motivos para a dificuldade em lidar com a situação vem da diferença com a qual homens e mulheres veem o futebol. De acordo com o psicólogo Adilson Costa, “o futebol faz parte do universo masculino há muitos e muitos anos, enquanto as mulheres – quebrando preconceitos – vêm se identificando e entendendo mais sobre técnicas e táticas do futebol. Quanto mais ela mergulha nesse entendimento e consegue conversar de “igual para igual” sobre um jogo de futebol, ao mesmo tempo em que entende essa “paixão” masculina, mais confortáveis ficam os homens“.
A dificuldade de muitas mulheres em entender os detalhes técnicos de um jogo e, principalmente, do quanto aquele esporte é importante para os homens, também podem criar imecílios para que eles queiram acompanhar os jogos juntos. “Costumo falar que não é que o homem torce por determinado time, ele “É” o próprio time. É natural que quando não entendamos de determinado assunto que falemos sobre outros“, destacou Adilson Costa.

O psicanalista destacou também o fato de que muitas mulheres demonstam uma certa aversão ao futebol por achar que o homem passa a dar mais atenção aos jogos do que a elas. “Muitas mulheres tentam competir com o futebol chamando a atenção para si. Então, é aí que elas começam a falar da beleza física dos jogadores – e aqui rola um ciúme masculino – ou se voltam sobre os temas femininos, e querem que seus namorados interajam, então, muitos homens – ou a maioria deles – acabam se irritando, pois nesse momento só querem e desejam falar e assistir seu sagrado futebol“.

 

Os homens e um universo chamado futebol

Durante muito tempo assistir o futebol foi uma espécie de ‘refúgio’ para os homens, um espaço onde as mulheres não estavam e no qual eles poderiam extravazar as energias. Mas, com a crescente presença feminina também neste espeço, a história começou a mudar e hoje isso já não é mais uma verdade. “Era um verdadeiro ‘clube do bolinha’. Mas, além do preconceito, muitas mulheres não gostavam de futebol, preferiam outras atividades. Hoje isso mudou. Elas também e se identificam com o esporte. O homem não deixará de extravasar por isso, e as mulheres terão a mesma oportunidade“, destacou Adilson Costa, afirmando que o preconceito que ainda existe sobre as mulheres e o futebol é um resquício do machismo de outras épocas.

O que pode determinar se acompanhar o futebol juntos será bom ou ruim para o casal, segondo o especialista, é mesmo a forma com a qual os dois vão lidar com as situações. “O futebol pode atrapalhar quando falta flexibilidade entre as partes: preconceito masculino; quando se rivaliza entre seus times de coração; disputam para saber quem sabe mais; ou quando a mulher vê o futebol como um “terceiro” na relação”, afirmou.

O futebol pode também contribuir para fortalecer a união do casal, nos casos em que as diferenças são bem trabalhadas. “Ajuda por propiciar mais momentos para o casal compartilhar juntos, rirem juntos na vitória e se abraçarem na derrota. Isso faz crescer a afinidade e prazer em estarem au lado um do outro. E quanto maior a afinidade e prazer em estarem juntos, mais a afetividade cresce. Creio que para tornar esse momento mais agradável deve haver respeito e cumplicidade entre ambos. É preciso lembrar sempre que é apenas um jogo de futebol e que, quando a partida acaba, independente de quem venceu ou perdeu, o que vale no final é a relação do casal ganhar”, concluiu Adilson Costa.

Começou o Brasileirão e o STJD já quer entrar em ação

em Esporte/The São Paulo Times por

A vergonha do desfecho final do futebol brasileiro em 2013 parece não ter fim. Liminar aqui e acolá pipocam a cada semana, o que parecia ser o fim de tudo com o começo da serie A e B neste final de semana foi mera ilusão.

Em Joinville mais um capitulo foi adicionado ao tumultuado futebol brasileiro. A Portuguesa abandona a partida amparada por uma liminar na justiça, em resposta CBF e STJD cogitam exclusão da equipe do torneio e rebaixamento para a serie C.

Ótimo caminho para aqueles que querem acabar com o futebol brasileiro. De fato o que precisamos é de diversas decisões importantes sendo sacramentadas no Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Os clubes brasileiros deveriam colocar as audiências do STJD no Maracanã e que cobrem ingresso por isso, afinal é lá que o futebol está sendo decidido, aproveitem e vendam também o direito de transmissão dessas decisões para as principais mídias do Brasil e do mundo.

A discussão aqui não é se clubes estão errados em se basear no estatuto do torcedor ou no CBJD, o mais importante é quando vamos ter pessoas que se importe com o produto futebol brasileiro comandando o mesmo. Tivemos tempo, não podemos negar, entre a última rodada do campeonato brasileiro de 2013 e a primeira rodada de 2014 tivemos 131 dias para corrigir os erros cometidos no último ano. Talvez no país que vivemos, este tempo não seja suficiente para colocar em prática algum controle eletrônico que proíba atletas em condição irregular de atuar.

Reunião e definição sobre quais equipes devem disputar a série A e B também não foi possível, afinal tivemos apenas 131 para isso. A Copa do Mundo FIFA 2014 tivemos quase sete anos e mesmo assim não estamos no prazo.

O importante mesmo para os comandantes do futebol brasileiro é chegar na primeira rodada da brasileirão de 2014 e já ter assuntos para discutir nos tribunais do STJD, é mais interessante bagunçar as 37 rodadas que ainda faltam de um torneio de 38 rodadas, do que consertar e por um ponto final em discussões do STJD.

Chega de futebol no tribunal, queremos ver a bola rolando sem medo que as decisões pós-jogo possam mudar o destino de rebaixados, classificados ou campeões. Pagamos ingresso para ver o futebol ser decidido em campo e não nos tribunais.

Por Allan Moran

Após punição da FIFA, Barcelona não poderá contratar por um ano. Pizza ou punição padrão FIFA?

em Esporte/The São Paulo Times por

Na última semana a entidade máxima do futebol, a FIFA, anunciou punição ao Barcelona. A equipe espanhola não poderá fazer novas contratações por uma temporada, ou duas janelas de transferências. Esta punição foi imposta por que o clube espanhol contratou jogadores estrangeiros menores de idade. Real Madrid e Atlético de Madrid começaram a sofrer investigação pelo mesmo motivo, e dentro de algumas semanas a FIFA deverá anunciar a punição ou não dessas equipes.

A punição pode causar maiores problemas para o Barcelona do que para os clubes de Madrid. Com parte do elenco envelhecido, o clube de Neymar e Messi terá problemas para manter o alto nível apresentado nos últimos anos na próxima temporada. Puyol, que pouco atuou neste ano, já anunciou aposentadoria para o final desta temporada, Victor Valdes não renovará seu contrato que vence no próximo mês de julho, e Xavi, com 34 anos, começa a sofrer com a sua condição física, são três peças que até pouco tempo eram essenciais para o clube catalão. Lesões, punições e a Copa do Mundo FIFA 2014, atrapalhando a pré-temporada, são outros fatores que podem influenciar negativamente as equipes.

A marca Barcelona também sofre com esta punição e somado aos últimos acontecimentos extra-campo, o clube perde um pouco mais da sua magia. Relembramos que Sandro Rosell renunciou o cargo de presidente do clube por causa das denúncias na negociação de Neymar que seguem sendo apuradas.

Porém é difícil acreditar que esta punição ao Barcelona irá se manter e que Atlético e Real sofrerão a mesma sanção, tendo em vista a força econômica deste trio, que fica evidente quando analisamos a última janela de transferência, e também se considerarmos o fator da economia espanhola ainda estar em recuperação.

Na temporada que se encerra em maio, o trio espanhol que ainda briga pelo titulo nacional movimentou € 500 milhões, ou um pouco mais de R$ 1,5 bilhão de reais, dados retirado do site transfermarket. O futebol europeu perde como um todo, afinal dificilmente os clubes irão se desfazer de algum atleta nesta janela, restringindo ainda mais a quantidade de atletas de qualidade no mercado. Atlético de Madrid, por exemplo, foi o clube que mais se movimentou nesta questão dentre os clubes envolvidos neste imbróglio. Os colchoneros contrataram 8 atletas e cederam outros 6, negócios estes feitos com 8 países distintos, dentre eles o futebol alemão e o inglês, outras duas potências no esporte.

O negócio com maior valor foi à transferência de Bale, que saiu da Inglaterra para o galáctico Real Madrid se tornando a maior negociação da história, pelo menos até ser apurada a negociação da ida de Neymar ao Barcelona. Graças à venda de Bale, o Tottenham pode comprar sete atletas, dentre eles Lamela e Soldado, com custo avaliado em € 30 milhões cada, além do brasileiro Paulinho que custou € 19,75 milhões.

Não é apenas com valores de transferências que o futebol espanhol perderá, novidades nas equipes levam mais espectadores ao estádio, vendem mais camisas, atraem mais mídia e movimentam outras dezenas de fonte de receitas.

Agora é esperar para ver o que vai acontecer com toda esta novela. Difícil acreditar que a FIFA irá excluir de duas janelas de transferências os dois clubes com as maiores receitas do futebol mundial. Será que teremos uma pizza padrão FIFA ou uma punição padrão FIFA?

Por Allan Moran

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