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Pesquisa

Pesquisa: 59% dos internautas acham que a homofobia deveria ser crime

em Educação e Comportamento/News & Trends por

O Opinion Box, empresa que oferece soluções inovadoras de pesquisa de mercado online, e a Hekima (www.hekima.com), empresa de Big Data Analytics que desenvolve e aplica tecnologias de computação cognitiva a fim de ajudar outras empresas a transformar dados em informação, fizeram uma pesquisa sobre “Homofobia” para entender o comportamento das pessoas em relação ao assunto.

Foram duas frentes de análise: uma pesquisa, feita pelo Opinion Box, com 1.433 internautas de ambos os sexos, todas as classes sociais e regiões do país; e um monitoramento realizado nas principais redes sociais, com 53.099 posts, que foram analisados pela equipe da Hekima por fazerem menção a termos como: homofobia, homofóbico, lesbofobia, lesbofóbico, lgbtfobia, lgbtfóbico, transfobia e transfóbico, além de homossexualidade, homossexualismo, homoafetivos, homoafetividade e homossexual.

A pesquisa do Opinion Box questionou os entrevistados quanto à criminalização da homofobia: 59% das pessoas acham que deveria ser crime; 28% acham que não e 11% não souberam se posicionar. A adoção de crianças por casais homossexuais é aceita por 60% dos respondentes, enquanto 31% entendem que isso não deve acontecer e 9% não souberam se posicionar.

De acordo com o Relatório de Violência Homofóbica, publicado em fevereiro deste ano, ao menos cinco casos de violência homofóbica são registrados todos os dias no Brasil. Diante dessa informação, 69% dos participantes da pesquisa disseram achar a violência homofóbica um absurdo e inadmissível. Para 29%, é preciso entender o contexto em que esses crimes aconteceram para poder opiniar. E para 2% provavelmente todos eles mereceram.

A margem de erro da pesquisa é de 2,6% e o intervalo de confiança é de 95%.

Pesquisadores de Yale descobrem a origem das revoltas online

em Mundo/The São Paulo Times por

Compreender as raízes de uma disseminação global de informações on-line pode ajudar a prever as revoluções políticas, o comportamento do consumidor, a receita de uma bilheteria, debates de políticas públicas e até epidemias de saúde pública, revela um novo estudo co-liderado pela Universidade de  Yale. O modelo elaborado para esta pesquisa, que identifica as raízes e analisa padrões comuns da disseminação em escala global, até previu o surgimento do “# Obamacare”, como uma tendência mundial do Twitter.

As tentativas de controlar globalmente a disseminação das informações on-line se tornaram cada vez mais difíceis por causa do crescimento explosivo da quantidade de informações disponíveis e também da preocupação em torno da privacidade pessoal. Para obter uma melhor compreensão de contágio social, a equipe do estudo preferiu se concentrar em estruturas de rede locais menores, em que as mensagens são transmitidas de pessoas centrais e se espalham rapidamente para outros, que, em seguida, as retransmitem.

O estudo

·       Os pesquisadores desenvolveram um modelo para testar se a cuidadosa coleção de informações, a partir de uma amostra de indivíduos mais centrais em redes sociais, poderia ser usada para detectar revoltas contagiosos, antes que estes aconteçam na população em geral;

·       Também argumentaram que, se pudessem identificar as pessoas populares no centro dessas redes e monitorar o que elas estavam falando ou twittando sobre a amigos, poderiam obter um aviso prévio sobre uma epidemia de informações a caminho;

·       O estudo mostrou que este modelo de pequenos “grupos de amigos” é fundamental para uma eventual propagação explosiva de informação, e pode, portanto, ajudar a detectar ou prever revoltas virais de novas hashtags cerca de nove dias antes que a maioria do público. Esses “amigos” seriam sensores precoces de um “dilúvio que poderia acontecer.

Para acompanhar a pesquisa na íntegra, acesse: http://news.yale.edu/2014/04/10/going-viral-how-social-contagion-begins-and-escalates

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