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São Paulo

Saraiva celebra lançamento do game Mortal Kombat 11

em Brasil/Cultura e Entretenimento/News & Trends/São Paulo por

Em comemoração ao lançamento da 11ª edição de Mortal Kombat, a Saraiva, rede varejista de educação, cultura e entretenimento, preparou um encontro especial para os fãs do game com uma série de interações. O evento acontece amanhã (24), às 19h, na loja do Shopping Eldorado.

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Aumenta em cerca de 200% o número de turistas no Carnaval de São Paulo em 2017

em News & Trends/São Paulo por

Um Carnaval para paulistanos e também para turistas. Assim vem se mostrando a folia na capital paulista em 2017. Superando todas as expectativas, o crescimento no número de visitantes no Sambódromo foi da ordem de 167% (passando de 7 para 20% do público) e no Carnaval de Rua o incremento foi de 203% (indo de 3% para quase 10% dos foliões). A estimativa de aumento inicial girava em torno de 30%.

O levantamento foi realizado pelo Observatório de Turismo e Eventos, núcleo de estudos e pesquisas da São Paulo Turismo (SPTuris). No Anhembi, a pesquisa foi realizada nos dias 24 e 25 de fevereiro e mais de 1,1 mil pessoas foram entrevistadas. Nas ruas da cidade, o levantamento segue até o dia 05 de março, porém as parciais já refletem as entrevistas feitas com mais de 900 pessoas. Para ambas as pesquisas, o nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Outro ponto de destaque foi a quantidade de paulistanos que hospedaram parentes e amigos de fora da cidade em suas casas para curtir o Carnaval: crescimento de 890% entre os que estiveram no Sambódromo e de 388% entre os foliões dos blocos.

Ainda sobre o Carnaval de Rua, as parciais mostram que 77,6% das pessoas disseram que a organização melhorou ou melhorou muito. No Sambódromo, a organização foi considerada melhor em relação ao ano anterior por 76,2%.

Confira os dados da pesquisa:

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Confira os bairros onde o valor dos imóveis mais caiu e mais subiu na cidade de São Paulo

em Negócios/News & Trends/São Paulo por

Levantamento destaca os bairros da Vila Moraes, Vila Aricanduva, Jaraguá, Pirituba e Jardim Aricanduva como os que apresentaram as maiores quedas ao longo de 2016

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49% da população de São Paulo está endividada; educador financeiro orienta a como sair dessa situação

em Negócios/News & Trends/São Paulo por

Em junho de 2016, o número de endividados em São Paulo passou a representar 49% da população. Quase um terço da renda mensal das famílias – 29% – é comprometido com dívidas, e a dificuldade em administrar as finanças leva a inadimplência. Os dados são da 6ª Radiografia do Crédito e do Endividamento das Famílias Brasileiras, recém-divulgada pela Fecomercio-SP.

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Quer cuidar do dinheiro da sua cidade? Aprenda gratuitamente a como monitorar as despesas de São Paulo

em News & Trends/Política/São Paulo por

Mapa mostra as despesas públicas da cidade de São Paulo, sendo possível acompanhar o progresso de gastos, em tempo real

A lei brasileira obriga que todos os gastos públicos sejam disponibilizados de forma detalhada e em tempo real na internet. Mesmo assim, os portais de transparência ainda necessitam da legibilidade e maior acessibilidade dos dados abertos, merecendo atenção especial dos cidadãos. É por esta necessidade que o Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP) acaba de firmar convênio com o grupo de pesquisa Colaboratório de Desenvolvimento e Participação (Colab), da Universidade de São Paulo (USP).

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20 bairros com mais furtos e roubos a casas na cidade de São Paulo

em News & Trends/São Paulo por

O bairro de São Mateus, na zona leste de São Paulo, registrou 164 casos de furto e roubo a residência entre janeiro e abril deste ano (mais de uma ocorrência a cada dia, em média). Com isso, o distrito que faz divisa com o ABC paulista foi o líder _com folga_ do ranking de regiões da cidade com maior quantidade de crimes dessa natureza no primeiro quadrimestre de 2015.

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Hospital São Paulo lidera captação de doadores de órgãos no Estado

em Brasil/Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar/The São Paulo Times por

Em 2013, serviço ligado à SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) e à Unifesp viabilizou 180 doações

O Hospital São Paulo, unidade vinculada à SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) e à Unifesp, liderou em 2013 a captação de doadores de órgãos em todo o Estado.

Segundo números do Sistema Estadual de Transplantes, o Serviço de Procura de Órgãos e Tecidos (SPOT) do Hospital São Paulo conseguiu 180 doações no ano passado, o que representou 20,8% do total de 864 doadores viáveis (que tiveram pelo menos um órgão aproveitado em cirurgia de transplantes) captados no Estado.

O segundo serviço que mais captou doadores viáveis em 2013 foi o do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, com 159, seguido pelo Hospital das Clínicas da Unicamp, com 117.

O SPOT do Hospital São Paulo atua em um grupo de hospitais de sua área de abrangência e realiza atividades como identificação de potenciais doadores de órgãos (pacientes com morte encefálica) e de pessoas que tiveram parada cardiorrespiratória. Neste caso, somente os tecidos, como as córneas, podem ser aproveitados. Os profissionais do SPOT também realizam apoio aos familiares e entrevista familiar para obter autorização da doação, além do acompanhamento de todo o processo de doação de órgãos e tecidos.

Conforme dados do Sistema Estadual de Transplantes, em 2013 foram realizados 2.262 transplantes de órgãos em todo o Estado, contra 2.056 no ano anterior.

5 dicas para tornar São Paulo mais sustentável

em Brasil/Saúde & Bem-estar por

Com quase meio milênio de idade, São Paulo, uma das maiores do mundo, acumula uma série de desafios que precisam ser vencidos para se tornar ecologicamente correta, socialmente responsável e economicamente equilibrada. A consultora da Keyassociados, Isabel Santos, apontou alguns caminhos para cinco áreas críticas da capital paulista.

1.Mobilidade

A sexta maior cidade do mundo em população, com 11,8 milhões de habitantes, possui um dos piores índices de congestionamento e uma das menores malhas metroviárias entre as grandes metrópoles do mundo (74,3 km ante 202 km da Cidade do México, por exemplo – dados do site Mobilize).

As faixas de ônibus criadas pela Prefeitura são iniciativas positivas e podem incentivar o uso menos assíduo do automóvel. Mas, é preciso ir além. “A saída é investir, principalmente, na periferia e na ampliação das linhas de metrô. A utilização da tecnologia BRT (Bus Rapid Transit) também é uma boa opção para as grandes cidades. Conforme dados da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), ela chega a transportar três vezes mais passageiros que os ônibus comuns”, diz a consultora.

Para a especialista, é preciso reestruturar a cidade, permitindo que cada bairro seja autossuficiente, e fazendo com que as pessoas não precisem percorrer grandes distâncias para trabalhar, estudar, praticar esportes ou lazer.

2.Áreas verdes

Segundo dados de 2012 da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, a cidade de São Paulo possui 12,43 m² de área verde por habitante. Considerando apenas a mancha urbana da capital paulista, o município tem somente 2,6 m², em média, de área verde pública de lazer por pessoa. “O problema está na distribuição espacial dessas áreas verdes e na falta de manutenção das áreas já existentes. Boa parte desses espaços está mal cuidado e não há frequência de manutenção em seus equipamentos de lazer, corte e poda de árvores, além da falta de segurança”, comenta Isabel. Uma saída é criar áreas verdes onde há concentração maior de pessoas, investindo na revitalização de grandes avenidas e nas margens dos corpos d’água que cruzam o município.

3.Poluição

Grande parte da poluição atmosférica da cidade de São Paulo é causada por veículos automotores. O último Inventário Municipal de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa de São Paulo (GEE), divulgado em 2013, mostra que 82% das emissões de CO2 são geradas pela queima de combustível e pelos gases que escapam dos dutos que transportam gás natural. Cerca de 60% do item “queima de combustível”, por sua vez, está relacionada ao sistema de transporte.

“Para reduzir esses indicadores de poluição, é preciso incentivar o uso de metrôs, trens e bicicletas, e diminuir a frequência das viagens em veículos individuais, como motocicletas, que emitem 3 vezes mais monóxido de carbono do que os carros”, afirma.

A poluição também é um problema social. Pelo menos 4.655 pessoas morreram em decorrência da poluição do ar no município em 2011, conforme estudo do Instituto Saúde e Sustentabilidade. O estudo aponta também que se morre mais em São Paulo por causa da poluição, por ano, do que em acidentes de trânsito. A poluição da capital mata também três vezes e meia mais do que o câncer de mama e quase seis vezes mais que a Aids.

4.Água

Água e saneamento básico são essenciais para uma sociedade que pretende ser mais sustentável. No Brasil, o assunto é crítico e São Paulo não é exceção. Do total do esgoto produzido na cidade, 92% são coletados, sendo que desse volume somente 75% são tratados – o que corresponde a 69% do total gerado -, conforme dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). “Esses números nos alertam para dois pontos importantes: é preciso que 100% do esgoto coletado seja tratado e que a coleta atenda a todos os domicílios”, afirma a consultora da Keyassociados.

Outro problema está relacionado à disponibilidade de água na capital. Quase 50% da água consumida em São Paulo vêm do interior, por meio do Sistema Cantareira, do Rio Piracicaba e seus afluentes. “E isso tem gerado uma disputada acirrada entre os Comitês das Bacias Hidrográficas da região”, comenta Isabel. A especialista explica, por exemplo, que a cidade de Campinas deixa de receber empresas que utilizam muita água em razão da falta do recurso hídrico no município, visto que boa parte da água produzida na região vem para a capital (33 m³ de água por segundo).

5.Resíduos Sólidos

Aproximadamente 18 mil toneladas de lixo são produzidas diariamente na cidade, segundo dados da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb). “Para lidar com o lixo é preciso desenvolver ações em diferentes frentes: reduzir a produção de resíduos, o que envolve educação ambiental; incentivar e implantar ações de reciclagem; coletar 100% do lixo produzido; dar uma destinação correta a cada tipo de material descartado, além de promover capacitação e dar apoio aos trabalhadores das cooperativas de reciclagem”, afirma a consultora.

A especialista destaca a importância de educar as pessoas e de criar medidas que incentivem o descarte correto do lixo. Parte dos resíduos produzidos na capital acaba indo parar nas ruas e rios, o que provoca enchentes, o que, por sua vez, pode causar danos econômicos, como a perda de bens materiais, e até mesmo problemas de saúde, com a proliferação de doenças. A título de curiosidade, apenas uma única ação realizada no dia 21 de setembro de 2013 recolheu pelo menos dez toneladas de lixo das margens do rio Tietê, entre Pirapora do Bom Jesus, na Grande São Paulo, e Porto Feliz, região de Sorocaba.

São Paulo corresponde a 40% de todos os presos do país

em Brasil por

Déficit de vagas ainda é um dos principais problemas dos presídios, segundo o Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo.

No Estado de São Paulo há cerca de 205 mil presos, o que corresponde a 40% de toda a população prisional do país. Segundo dados da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), o número de vagas nas prisões de São Paulo é de 123.448, ou seja, há muitos mais presos do que celas.

Para a assistente social do CRESS-SP (Conselho Regional de Serviço Social do Estado de São Paulo), Nilva Regina Galletii, a superlotação das cadeias é uma das principais causas da violência dentro dos presídios. “Penso que são diversos fatores: a superlotação, hoje temos aproximadamente um déficit de 248 mil vagas no Brasil, a morosidade do Poder Judiciário em julgar benefícios, as facções criminosas presentes nas unidades prisionais, o desrespeito a pessoa humana”, comenta Nilva.

Apenas em 2013, foram 22 assassinatos registrados dentro das 158 prisões paulistas. Para a assistente social, o sistema prisional do Brasil está falido e deve ser gerenciado dentro de um contexto, não só no âmbito punitivo, mas também social. “O sistema deve ser repensado como um todo, não podemos viver numa sociedade em que o encarceramento é a ‘solução dos problemas. É necessário que o Poder Judiciário se comprometa com as mudanças necessárias”, diz a assistente.

Nessa semana, o relatório anual da ONG Human Rights Watch, que divulga os avanços dos direitos humanos em todo o mundo, além de ressaltar os problemas sociais do Brasil, deu ênfase na situação dos presídios brasileiros. Segundo o estudo, as prisões brasileiras enfrentam grave situação de superlotação, violência e propagação de doenças.

Segundo Nilva, o problema é o esquecimento dos presos pelo Estado e pela sociedade. “Parece que esta questão social ‘não interessa’ ser discutida. Entendo que tivemos alguns avanços, pelo menos teoricamente, na questão defesa dos direitos humanos para todos e algumas leis e portarias voltadas para a área da saúde. Mas ainda temos um sistema carcerário deficitário, punitivo, no qual o ser humano não faz parte de um sistema que o reintegra para sociedade, como deveria ser”, finaliza.

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