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Tecnologia e Ciência - page 2

Transforme-se digitalmente e sobreviva ao mercado

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por

Novas tecnologias surgem o tempo inteiro, não é à toa que as empresas precisam se adaptar para permanecer no mercado, afinal, a inovação é a palavra de ordem deste mundo em “cloud”. O IDC, consultoria na área de Tecnologia da Informação aponta que, até 2017, um em cada três CEOs das três mil maiores empresas da América Latina deve colocar a transformação digital como base de sua estratégia empresarial.

A transformação digital nada mais é do que o suporte e a melhoria estratégica de processos em um modelo de negócios por meio de plataformas ou dispositivos digitais. O fato é que, ao repensar no modelo de trabalho e adotar novas tecnologias, as organizações transformam toda a cadeia de valor do negócio, da produção até a distribuição, aumentando a receita e produtividade.

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Oito tendências de tecnologia e negócios para 2017

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por

Uma mudança importante vem acontecendo nos últimos anos e impactando o mundo todo: o veloz crescimento da tecnologia e a rápida adoção por empresas e pessoas. A Singularity University, aqui nos Estados Unidos, definiu que estamos passando de um mundo linear e local para outro exponencial e global. Essa nova realidade nos obriga a mudar a forma como vemos as coisas, como pensamos e como reagimos.

A tecnologia já transformou a maneira como as pessoas interagem, tanto em suas vidas pessoais como profissionais (as chances de você estar lendo isso em um dispositivo móvel, seja ele smartphone ou tablet, são enormes). As empresas não só precisam estar prontas para atrair e reter talentos que se sintam confortáveis com essas novidades, como também devem aprender que os seus negócios podem se beneficiar delas.

Mas você já deve ter ouvido falar de tudo isso, certo? A intenção desse artigo é mostrar oito tendências de tecnologia e negócios que já têm exemplos práticos no mercado e que impactarão todo o mercado nos próximos 12 meses. Vamos a elas?

1.       Crescimento exponencial da tecnologia – Vamos vivenciar, de forma muito rápida, tecnologias de ponta se tornando cada vez mais acessíveis a custos mais baixos. Dessa forma, será possível desenvolver produtos e serviços melhores, gastando menos. Alguns exemplos de tecnologias que passarão por esse crescimento são: Inteligência Artificial, impressão 3D, robôs e drones, carros autônomos, realidades virtual e aumentada, bitcoin e blockchain, biotecnologia e outras.

2.       Acesso global à internet – A internet é a principal responsável pela transformação que descrevi acima e o seu crescimento não para. Ela levou 20 anos para chegar ao primeiro bilhão de usuários, apenas cinco anos mais para chegar ao segundo bilhão e mais quatro anos para o terceiro bilhão. Até 2020, ou seja, daqui três anos, a estimativa é que mais três bilhões de usuários sejam conectados à rede. São pessoas que nunca acessaram a web, nunca fizeram uma compra online e que trarão consigo novas ideias e demandas. Boa parte delas chegarão à WWW em 2017 e, com elas, novas oportunidades de negócios. A OneWeb, por exemplo, empresa americana focada em prover internet de alta velocidade de forma acessível para todo o mundo, prometeu acelerar o lançamento de “uma constelação de satélites” para 2017 e 2018 com o objetivo de atender essa demanda reprimida através destes equipamentos.

3.      Conectividade – Nos anos 1960, computadores eram recursos raros e muito caros para uma única pessoa possuir. Foi assim que o conceito de compartilhamento surgiu, para que um grupo de pessoas pudesse acessar um mesmo sistema em turnos. Hoje em dia, o fácil acesso à computação é representado por dispositivos conectados à internet e entre si. Assim, diversas empresas conseguirão criar ofertas de interação entre pessoas e coisas jamais pensadas antes – como hubs de automação doméstica com reconhecimento de voz que toca música, faz listas de afazeres e informa o clima, o trânsito e outros dados em tempo real.

4.       Inteligência Artificial – O acesso quase infinito ao poder da computação tem sido o principal catalisador para a grande evolução da Inteligência Artificial. Esta combinação de técnicas e algoritmos, sendo a mais proeminente o Machine Learning e uma de suas vertentes – o Deep Learning -, visa treinar máquinas para que tenham as mesmas capacidades que humanos, como raciocínio, planejamento, processamento de linguagem natural, percepção e inteligência geral. Neste sentido, o ambiente de trabalho em diversas indústrias verá a IA acontecer de fato em 2017, mas não para substituir trabalhos feitos pelas pessoas. Neste primeiro estágio, a máquina terá a função de aumentar as nossas capacidades cognitivas, principalmente pela tecnologia conseguir processar um volume de dados extremamente superior ao do ser humano.

5.       Disrupção da Indústria – Aqui, vou usar a música de exemplo. Há não muito tempo, para ouvir sua música preferida a qualquer hora você tinha que comprar um CD, com um álbum inteiro – que tinha por volta de 80 minutos, porque era o que cabia naquela mídia – e também ter onde reproduzi-lo. Para compartilhar essa música com alguém, você precisava emprestar a ela o seu CD. Todos os aspectos dessa descrição mudaram. Hoje você tem serviços de música por demanda e só ouve um álbum inteiro se quiser. E essas mudanças drásticas não são exclusivas da indústria fonográfica. Avanços enormes da tecnologia e das aplicações de negócio provocaram a disrupção da experiência das pessoas. E aqui não estou falando apenas da experiência do usuário final. Indústrias como um todo deixarão de existir e, cada vez mais, veremos uma mudança na forma como pensamos e interagimos com produtos e serviços em praticamente todos os segmentos. O que me leva ao próximo ponto.

6.       Evolução dos modelos de negócios – O acesso fácil à tecnologia está permitindo que novos modelos de negócio sejam testados de forma simples e barata. Grandes inovações acontecem em anos e não mais em décadas – e caminhamos rápido para meses ou semanas. Negócios de bilhões de dólares já foram criados em poucos meses. Quando esses novos modelos surgem, a tecnologia se torna parte fundamental da estratégia e as empresas precisam repensar as competências mais importantes e se reinventar. As organizações precisam – todas elas – identificar o valor de seus negócios, como precificá-los e então começar a promover mudanças na forma como vendem e cobram por seus produtos. Esse movimento não é fácil e não ocorre da noite para o dia. Mas em 2017 veremos cada vez mais empresas buscando uma cultura digital.

7.       Experiência Digital – As pessoas já têm experiências digitais em seu dia-a-dia, ao compartilharem seus dados com aplicativos como Uber ou Waze, para ter como benefício um serviço de transporte melhor. No trabalho, aplicativos de mensagens e vídeo, além de plataformas que permitem gestão de documentos, workflows, entre outros, possibilitam uma interação interdepartamental muito maior – independentemente de onde cada time esteja alocado. Dessa maneira, o processo de criar e compartilhar conhecimento está cada vez mais rápido. Com toda a informação gerada pela economia do compartilhamento, as empresas devem – e os consumidores esperam isso delas – identificar comportamentos e utilizar isso para achar valor em novos lugares. Os chatbots serão muito adotados no próximo ano, exatamente por serem uma resposta a essa demanda. As pessoas querem sanar suas dúvidas, procurar informações ou fazer suas reclamações da mesma forma que têm sua demanda por aquele produto ou serviço atendida: digitalmente.

8.       Mudanças na proposta de valor – Os dados são a força motriz por trás da próxima grande onda na busca por proposta de valor. É nesta combinação de dados com qualidade e inteligência que as empresas estão concentrando seus esforços tecnológicos, para aumentar o poder de suas redes, tornar a conectividade ilimitada e usar o poder de computação para coletar, agregar, correlacionar e interpretar dados e, com isso, levar melhorias incríveis para a vida das pessoas.

O principal desafio à frente é adaptar o mindset e o processo de decisão para esse novo mundo em transformação, já que a inovação e a disrupção podem vir de qualquer lugar, a qualquer hora. Além de focar em suas competências-chave, as empresas precisam aprender como usar a tecnologia como um adicional ao conhecimento que já tem em casa.

Por Vicente Goetten, diretor executivo do TOTVS Labs

A mais nova Rainha do Malware de caixa eletrônico: Alice

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por

a última semana de dezembro, os pesquisadores de ameaças da equipe de Threat Prospectivas Research Team (FTR) da Trend Micro descobriu uma nova família de malware em caixas eletrônicos chamada Alice. Diferente de outras famílias com esse fim, o foco principal do Alice é esvaziar o cofre dos caixas eletrônicos. O Alice não rouba informações, ele apenas permite que seus usuários acessem as máquinas físicas para roubar todo dinheiro que estiver disponível no caixa eletrônico.

Os ataques contra caixas eletrônicos não são nenhuma novidade: grupos de criminosos cibernéticos atacam caixas eletrônicos desde os anos 1990. No entanto, o escopo e a escala desses ataques são um crescente desafio. Os ataques contra sistemas de pagamentos financeiros estão em constante evolução, desde ataques contra sistemas de transferência interbancária, tais como SWIFT, até os ataques de tentativa e realizada contra caixas eletrônicos, como os que vimos recentemente na Tailândia, em Taiwan e no Reino Unido.

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Recomendado pelo Google: aplicativo ajuda a economizar nas compras de Natal

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por

O aplicativo Skina que recentemente foi selecionado como um dos melhores aplicativos brasileiros de 2016 pelo Google vem chamando atenção de milhares de usuários. O app já possui mais de 4 milhões de downloads e se destacou originalmente pelo uso da geolocalização na hora do usuário procurar produtos de seu interesse – sejam eles novos ou usados.

Além de facilitar negociações locais, o aplicativo inovou, expandiu fronteiras e agora já permite a realização de compras online em todo o Brasil. A nova ferramenta vem como uma ótima alternativa na hora de fazer as compras de Natal. Em tempos de crise, é possível encontrar diferentes produtos e preços, podendo a economia na hora da compra chegar até 70%, se comparado à loja física. Além disso, o app conta com uma diversidade de oferta que abrange sete categorias, nas quais moda e eletrônicos abrangem mais de 60% do conteúdo.

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Quase 73% dos brasileiros querem sair das mídias sociais, mas o medo de perder amigos e postagens os faz ficar

em Brasil/Educação e Comportamento/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

Uma pesquisa realizada Kaspersky Lab* mostra que a grande maioria das pessoas quer abandonar as redes sociais, em muitos casos, porque as consideram uma perda de tempo. De acordo com essa pesquisa, os usuários permanecem nas mídias sociais, como Facebook, Instagram etc., apenas porque têm medo de perder suas recordações digitais e o contato com seus amigos.

Talvez seja difícil resolver a questão do contato com amigos, mas a Kaspersky Lab está trabalhando em uma solução para ajudar as pessoas a guardar suas lembranças digitais. Um aplicativo chamado FFForget permitirá que os usuários façam backup de todas as recordações das redes sociais que utilizam e as mantenham em um contêiner de memórias criptografado e seguro. Espera-se que o aplicativo dê às pessoas a liberdade de sair das mídias sociais quando quiserem, sem grandes perdas, além de recuperarem o controle sobre seus dados.

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Facebook ganha primeiro robô que vende carros pela Internet no Brasil

em Brasil/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

O Facebook acaba de ganhar o primeiro robô que vende carros pela Internet no Brasil. Trata-se do mais novo lançamento da startup brasileira AutoAvaliar, plataforma de comercialização de veículos seminovos e usados no Brasil. A tecnologia de inteligência artificial começa a operar dentro do Messenger pelo avatar Diana Deeler, que funciona como uma consultora de compra e venda de automóveis.

O avatar da Diana Deeler, que já é conhecido no mercado automotivo para transações entre concessionárias e lojistas multimarcas, foi atualizado com um sistema de inteligência artificial desenvolvido pela startup brasileira Smarters, especializada em desenvolvimento de programas automatizados.

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WhatsApp é meio preferido dos solteiros para paquerar

em Educação e Comportamento/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

A tecnologia conecta pessoas e essa conexão pode construir relacionamentos longos e duradouros. Sem dúvida, hoje em dia é muito mais fácil conhecer melhor uma pessoa por diversos meios e redes sociais. Assim, o ParPerfeito (www.parperfeito.com.br), maior site de relacionamento do Brasil, realizou uma pesquisa com 1,8 mil pessoas para identificar como a tecnologia auxilia os solteiros e quais são as redes sociais preferidas deles para ter mais informações sobre os pretendentes que conhecem no site.

Para 40% dos homens, vale já na primeira conversa com uma pretendente buscar outro meio para conhecê-la melhor. E para 76% deles o primeiro passo é adicionar o contato em seu WhatsApp, já 25% preferem adicionar no Facebook. E para investir mesmo em alguém, o melhor recurso é uma boa conversa pelo WhatsApp, segundo 65% dos respondentes da pesquisa do ParPerfeito.

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Movimento Maker cresce em São Paulo e conquista adeptos

em News & Trends/São Paulo/Tecnologia e Ciência por

Cada vez mais pessoas comuns se interessam em construir, consertar, modificar e fabricar com as próprias mãos, mobiliários, roupas e objetos com pegada tecnológica.

A boa notícia para elas é que têm surgido diversos espaços em São Paulo onde é possível criar, utilizar maquinário específico e, ainda, receber orientação de profissionais especializados para a utilização de equipamentos e microcontroladores como o Arduíno.

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Tecnologia é tendência entre os recrutadores, saiba como se destacar

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por

Para driblar a crise as empresas vêm usando os recursos tecnológicos a seu favor e adaptando os métodos de recrutamento e seleção. É inegável o avanço da tecnologia nos últimos anos, principalmente nas comunicações. A agilidade proporcionada por aplicativos e redes sociais faz com que esses recursos já ultrapassem a esfera da interação social, servindo também de valiosas ferramentas de negócios. Entrevistas online por meio de videoconferências estão cada vez mais comuns entre os profissionais de RH, e, dependendo da empresa e da etapa do processo seletivo, chegam até a substituir os encontros presenciais.

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Falta de profissionais qualificados em TI na América Latina deve chegar a 32% até 2019

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por

A demanda por profissionais especializados em TIC (Tecnologia da Informação e Telecomunicações) na América Latina irá superar a oferta em 449 mil profissionais até 2019, de acordo com o estudo The Network Skills in Latin America, encomendado pela Cisco à IDC. O Brasil tem a maior lacuna de habilidades em rede da região: somente em 2015, o país teve um déficit de 195 mil profissionais capacitados e empregados em tempo integral, um número que deve diminuir em apenas 16 mil até 2019.

O estudo The Networking Skills in Latin America foi realizado em 10 países e analisou a disponibilidade de profissionais especializados em TIC na América Latina entre 2015 e 2019. Em 2015 houve uma defasagem de 474.000 profissionais de redes em toda a região e, embora exista um ligeiro decréscimo de 1,4% na demanda prevista em 2019, a evolução das redes e a digitalização tem representado novos desafios para profissionais capacitados no desenvolvimento e gerenciamento de infraestruturas de rede robustas e flexíveis.

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em Coluna/Tecnologia e Ciência por

luccasNãooooo! A gente não fala somente de bits, softwares, redes, algoritmos, objetos, base de dados, linux e engenharia reversa. Falamos também de Revolução.

Uma revolução em que podemos compor, revestir e reutilizar as coisas, em qualquer lugar e diversas vezes. Nossa única preocupação é a união de pequenas partes para compor uma maior, seguindo especificações fundamentais que combinadas tornam-se super importantes.

Uma revolução não atual, que está em vanguarda e com pouco suporte, mas que em um futuro muito próximo, poderá ter um papel muito importante. Claro, como tudo, ainda existem alguns aspectos que precisam ser tratados, mas isso veremos mais adiante.

Sim, estou falando de Web Components!

Ao longo dos últimos dois anos houve um buzz enorme em torno dos Web Components. Muitos falavam que ele iria resolver todos os problemas e outros que seria uma nova forma de escrever a web.

Este tema já foi bastante debatido, alguns idolatrando e outros não. Aqui vou mostrar uma pequena introdução para você decidir se valerá a pena ou não implementa-los em seus projetos. Vamos à uma breve análise.

O que são os Web Components?

É um conjunto de normas definidos pela W3C que permite a criação de componentes reutilizáveis em documentos e aplicações web, permitindo o encapsulamento e interoperabilidade de elementos HTML.

Este termo é usado para uma coleção de tecnologias que permitem que os desenvolvedores descrevam, de modo eficiente, as implementações dos elementos HTML que já existem. Talvez você já a conheça, mas deixarei resumidamente aqui explicadas. São elas:

1. Custom Elements: Sim, existe uma forma de gerar elementos personalizados diferentes dos canônicos p, button, div e outros.

2. Shadow DOM: Permite criar trechos de nós de elementos DOM que são independentes e isolados entre si, onde o estilo de um trecho não interfere no outro.

3. Templates: definem pedações de código que são inertes à página, que pode ser retirado e reultilizado diversas vezes.

4. HTML Imports: depois de ter um trecho de DOM isolado, com estilos e comportamentos isolados, precisamos empacotar tudo isso. O Imports acomoda um único ponto de interação para que os pacotes sejam carregados.

Cada uma dessas partes são individualmente úteis, mas se tornam realmente importantes quando combinadas. Assim você consegue fazer um componente totalmente funcional, com o visual e o código customizados.

O que devo usar?

Polymer: biblioteca da Google que facilita a criação de Web Components tornando seu código mais limpo e menos custoso para mante-lo.

X-Tag: biblioteca Javascript pequena da Microsoft o qual facilita a criação de componentes customizados utilizando um conjunto de polyfills.

Existem outros como Bosonic e SkateJS o que ficará ao seus cuidados o qual utilizar.

Embora haja uma certa confusão entre Web Components e Polymer, a biblioteca Polymer é uma estrutura que é baseada em tecnologias de Web Components. Você poderá fazer e utilizar componentes web sem o Polymer, caso o deseje.

Por que devo usar?

Se você usa widgets e plugins que interferem em sua aplicação, os web components tentam resolver esse problema.

Eles não fazem tudo, mas dão aos desenvolvedores um modo padrão de encapsular, proteger e empacotar esses conceitos evitando qualquer tipo vazamento para a sua aplicação.

Testes

Muitas promessas interessantes foram feitas sobre os Web Components. Nesse tópico encaramos um das verdades mais duras, a falta de facilidade de teste.

Os teste de unidade automatizados via Javascript e Karma são, ao meu ver, a melhor maneira de testar Web Components no momento. Certamente, surgirão ferramentas para preencher as lacunas, mas esse pode ser seu maior ponto problemático neste instante.

Empacotando e publicando

Vulcanize: é a primeira solução importante para empacotar Web Components para a implantação: ele oferece um modo de gerenciar os elementos customizados escritos com Polymer em arquivos HTML externos.

Ele é uma ferramenta escrita em Javascript em cima do NodeJS. Sendo assim ele poderá ser incorporada em ferramentas de build como gulp/grunt.

Bower: depois de empacotado é hora de torná-lo público. Bower e Github deixarão as coisas mais fáceis, pois a única coisa que precisamos é escolher um nome e vinculá-lo ao nosso local público Git.

Quem já está usando?

Ember e Angular 2 já estão usando os Web Components em sua arquitetura.

Mas não sou desenvolvedor, o que ganharei com isso tudo?

Nada. Você que somente vê e interage na página web, nada. Será totalmente idêntica. Você se beneficiará muito pouco desta tecnologia.

O usuário final desta tecnologia não é você e sim o desenvolvedor front-end, que ao invés de procurar algum widget, plugin jQuery irá buscar um componente web.

Suporte

Zeno Rocha, Addy Osmani e diversos outros resolveram centralizar as informações relacionadas a Web Components em WebComponents.org. Um local confiável para demonstrar as práticas e especificações atualizadas, sendo um grande benefício a comunidade.

E sim, existem repositórios de componentes públicos para isso, e creio que a principal delas seja o Custom Elements, que abriga uma gama de implementações de components customizados pela comunidade, contando hoje com cerca de 2270 repositórios e 914 contribuidores.

E o browser, suporta?

A especificação está muito boa. Essa tabela mostra quais navegadores implementam Web Components e como está o andamento entre eles.

Palavras Finais

Web Components geram muitas perguntas e muitos debates ainda, mas com muita rapidez esse campo está sendo moldado.

“Desenvolvendo Web Components” da editora Novatec é um livro obrigatório para qualquer desenvolvedor front-end que deseja entrar e entender esse novo universo cheios de novos padrões.

Essa foi uma breve análise sobre essa revolução, o qual você poderá optar em fazer parte dela ou não.

Colaboração de Jean Carlo Nascimento (Suissa) e Zeno Rocha, o qual gostaria de agradecer e muito o incentivo.

Por Luccas Barbosa,  front-end engineer brasileiro, coloborador web developer da Mozilla, viciado por café e código fonte.

Faça você mesmo: sistema que rega a sua planta carnívora com tema do Super Mario

em Tecnologia e Ciência por
Nelumbu
Nelumbu

Já imaginou criar um fliperama do zero, sem conhecimentos técnicos e levar pra casa? Ou aprender a criar um game estilo Angry Birds com personagens exclusivos? E construir um sistema automático em Arduino que rega a sua planta carnívora com o tema do Super Mario?

A Nelumbu, dos sócios Eduardo Pinheiro, Guz Forster e Leonel Braz, é uma produtora digital que entre os diversos serviços que presta como produções de plataformas web,  animações, motion e games encontrou uma forma de explorar a sua capacidade criativa e elaborou diversos workshops em sua sede no bairro de Pinheiros em São Paulo para ensinar do zero técnicas com Arduíno e Raspberry PI.

“Existem alguns cursos no mercado que te introduz a programar em Arduino. Em vez de ensinar somente o convencional, como alimentar um bomba d’água e usar sensores de umidade de forma convencional, empacotamos tudo isso de forma divertida no curso “MudAR” e o aluno acaba construindo e levando para casa uma planta carnívora (a Piranha Plant do Super Mario) com um sistema automático que rega as plantinhas sem a sua ajuda”, afirma Guz Forster.

A maioria dos cursos duram cerca de 2 dias, os interessados não precisam ter conhecimento prévio e conta com professores com mais de 15 anos de experiência na área.

Vitaliano Palmieri Neto, professor do curso “Angry Nerds” por exemplo começou a programar aos 12 anos. Sempre foi viciado em games e por isso se formou em Desenvolvimento de Jogos Digitais. O workshop que ele ministra mostra na prática o uso da matemática e da física na programação de um game exclusivo baseado no famoso Angry Birds.

Introdução à Eletrônica com o professor Gustavo Forster
Introdução à Eletrônica com o professor Gustavo Forster

“Outro facilitador para os interessados nos cursos é o valor. A maioria dos workshops da Nelumbu tem um preço acessível. Apenas o workshop onde o aluno constrói um fliperama do zero chamado “Insert Coin” possui o valor um pouco maior pelo produto agregado no curso”, diz Guz Forster. “Como o aluno acaba levando o fliperama pra casa, temos os custos do material como um mini computador Raspberry PI, monitor de LCD entre outras peças, além da carcaça que é feita no próprio curso pelo aluno, porém ainda assim, o fliperama junto com o curso sai mais em conta que qualquer outro comparado no mercado”, completa Braz.

A Nelumbu é um mix de tecnologia e arte resultando em trabalhos e cursos altamente criativos. Eles atendem a grandes clientes e agências de propaganda no mercado nacional e vem se destacando a cada dia que passa. “Estamos enfrentado a crise com criatividade e originalidade trazendo novas soluções para grandes marcas, até o final do ano pretendemos crescer cada dia que passa apesar da situação não favorável na economia do País,” afirma Pinheiro, “Almejamos nos tornar referência dentro deste segmento no futuro próximo”, completa Leonel Braz.

Para ver os workshops oferecidos pela empresa, acesse bit.ly/nelumbu.
A equipe do The São Paulo Times acompanhou o último workshop e pode acompanhar os projetos de perto. Os cursos são bem concorridos, por isso corra lá para fazer a sua inscrição!

Para acompanhar o que eles vem aprontando no dia a dia, curta a página da Nelumbu no Facebook: https://www.facebook.com/nelumbucreativa

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