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Tecnologia e Ciência - page 3

Investimento em tecnologia é questão de sobrevivência

em Negócios por

A indústria têxtil e de confecções, uma das mais antigas do Brasil, vive uma dicotomia: o setor presencia o aumento da concorrência de produtos importados, com consequente queda das receitas. Mas, para fazer frente a essa questão, o setor precisa investir em tecnologia de forma a se tornar cada vez mais eficiente e competitivo. Tal situação fica evidente quando analisamos os recentes números divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Segundo a entidade, as expectativas trazidas pela realização da Copa do Mundo foram frustradas. Em levantamento pelo Siscomex/MDIC, comparando-se a atual Copa com o evento realizado em 2010, o volume de importação de camisetas de malha mais que dobrou nos períodos idênticos de janeiro a maio, de 1,46 mil toneladas para 3,1 mil toneladas. Informação oficial da Associação de Fabricantes e Exportadores de Artigos Têxteis de Bangladesh dá conta de que as vendas deste ano de camisetas subiram 14% em função do mundial.

Ainda de acordo com a ABIT, de janeiro a abril deste ano, ocorreu uma queda de 6,9% no segmento têxtil e crescimento de 0,8% no vestuário, na comparação com igual intervalo anterior. A questão que se impõe diante desse quadro, é de que, cada vez mais, a indústria brasileira precisa aumentar sua competitividade de forma a fazer frente aos produtos importados, cujos preços são muito mais atrativos para artigos com menor valor agregado.

Nossa indústria demonstra um perfil variado. Há desde empresas modernas e altamente competitivas em nível internacional até as mais sucateadas. Tal situação está relacionada ao histórico protecionista do governo. Por muito tempo, o mercado brasileiro foi marcado pela proibição das importações, o que levou a nosso atraso tecnológico. Somente na década de 90, é que a situação mudou e, com abertura econômica, as pequenas e médias empresas, que atuavam no mercado interno e exibiam uma tecnologia defasada, depararam-se com a concorrência externa e a competição que, desde lá, só se intensifica.

O fato é que a concorrência externa está aí e, portanto, a modernização não é mais luxo, mas sim questão de sobrevivência. O investimento na atualização do parque industrial pode parecer alto num primeiro momento, ainda mais quando o empresário se depara com queda das receitas e de suas margens. Entretanto, os que acompanham o segmento percebem que o retorno é rápido, diante da maior eficiência, melhor qualidade dos produtos e aumento de produção.

A boa notícia é que existem soluções acessíveis para empresas de qualquer tamanho. Os avanços da tecnologia tornam possível reduzir os desperdícios de tecido, aumentar a produtividade, reduzir o tempo de produção e valer-se do conceito de fast fashion, que é uma alternativa para o mercado brasileiro responder com rapidez à concorrência dos importados. É possível produzir moda com custo mais baixo e qualidade superior à que vemos no mercado atual. Para isso, não é necessário fazer uso de mão de obra escrava, mas sim aprimorar a produção por meio do uso das tecnologias hoje disponíveis no mercado.

Por Claudio Grando é sócio-diretor da Audaces, empresa especializada na criação de tecnologias para a moda, e presidente do Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC).

Tecnologia em favor da meditação

em Tecnologia e Ciência por

Screen shot 2014-06-19 at 3.08.36 PMAplicativo “5 minutos, eu medito” está disponível para smartphones nas plataformas IOS e Android.

Usar a tecnologia para disseminar o exercício da meditação. Esse foi o caminho encontrado pela ONG internacional Mãos sem Fronteiras disponibiliza um aplicativo para smartphones (disponível para as plataformas IOS e Android) para difundir a simplicidade da meditação e os benefícios que o exercício provoca em quem o pratica.

O nome do aplicativo é “5 minutos, eu medito” e a ideia é despertar o usuário, lembrando que apenas 5 minutos de exercício são suficientes para promover a saúde e o equilíbrio necessários para enfrentar a correria e o estresse do dia-a-dia.

Com uma imagem de um balão, símbolo da campanha “5 minutos, eu medito” para difundir os benefícios da prática, o aplicativo mostra passo a passo para iniciar o exercício 3-5-3 – três respirações longas e profundas, cinco minutos de meditação, seguido de outras três respirações longas. Após essa etapa, o aplicativo convida a iniciar a meditação: um cronômetro marca o tempo e uma trilha musical ajuda no esvaziamento da mente.

Cada 5 minutos meditados são inseridos num contador chamado de “meditômetro”, disponível no site eumedito.org.br – até agora o site já contabiliza mais de 1,2 milhão de minutos dedicados em todo o mundo a meditação. O meditômetro foi lançado junto com a campanha 5 minutos, eu medito e os mais de 1 milhão de minutos meditados foram comemorados num evento que reuniu mais de 11 mil pessoas, no centro de Curitiba – sede nacional da ONG Mãos sem Fronteiras.

“Queremos mostrar as pessoas que meditação é uma atitude positiva e simples, de forma a trazer benefícios para quem as pratica“, assegura a coordenadora nacional da ONG Mãos sem Fronteiras, Lilian Miranda. Entre os benefícios da meditação estão melhor capacidade de raciocínio, oxigenação cerebral, sono com mais qualidade, tranquilidade para tomada de decisões e a promoção do equilíbrio e bem-estar individual e da coletividade. Segundo Lilian, a intenção é disseminar o exercício nos hospitais, escolas, presídios, entre outras comunidades.

Será que o Marco Civil terá algum impacto sobre sua TI?

em Tecnologia e Ciência por

O Marco Civil da Internet, também chamado de “Constituição da Internet no Brasil”, depois de muitas revisões, acaba de ser sancionado pela presidente do Brasil e representa uma das primeiras iniciativas desse tipo no mundo. Espera-se que ele incentive a formulação de legislações semelhantes em outros países. O Marco Civil da Internet pode ser um benefício para usuários finais e internautas de todo mundo, pois protege a liberdade de expressão, a privacidade, a segurança e a neutralidade da rede, entre suas disposições preliminares. No entanto, como sempre ocorre com mudanças regulatórias, o Marco Civil da Internet vai exigir flexibilidade por parte do setor de TI empresarial para se adaptar de acordo com o cronograma legislativo.

Em geral benéfico, mas exige uma TI adaptável
Em geral, leis que reconhecem e apoiam os direitos de liberdade de expressão, privacidade e segurança dos cidadãos, minimizando a interferência de terceiros, são benéficas. Afinal de contas, a Internet se desenvolveu até o ponto que vemos hoje como um meio público com livre fluxo de informações e as leis que asseguram esses princípios devem continuar incentivando a inovação e a comunicação aberta. Os ISPs ainda têm uma queixa legítima, a de que as restrições de neutralidade da rede farão com que fique mais difícil gerenciar os serviços da forma que acham mais adequada, mas esse pode ser apenas o preço necessário para evitar o monopólio do tráfego de terceiros por parte das operadoras responsáveis.

Alguns aspectos das primeiras versões da legislação eram menos favoráveis ao setor do que outros. A polêmica cláusula que obrigaria os fornecedores de serviços a armazenar os dados dos usuários do país em solo brasileiro foi retirada do projeto durante a votação na Câmara. Muitos argumentam que as empresas líderes de mercado, com muito dinheiro para gastar, teriam vantagem sobre as empresas emergentes em termos de custos de infraestrutura.

Um dos artigos da lei que terá efeito imediato sobre a TI é a exigência de armazenar os metadados de acesso à Internet pelo período de um ano. Não está claro se isso trará consequências apenas para os ISPs – que vão acabar repassando esse custo para os consumidores – ou se afetará as empresas, que precisarão garantir que o ISP está respeitando a nova lei ou terão que assumir a tarefa elas mesmas, dependendo de seu roteamento na Internet. Por exemplo, se os funcionários brasileiros de uma empresa estrangeira acessarem a rede remota da matriz através de um link WAN, o rastreamento da URL será um novo requisito para as empresas que operam no Brasil?
Um artigo da lei que pode, em particular, afetar as empresas, incluindo provedores de serviço de Internet, de aplicativos e serviços de nuvem, é a exigência de manter a neutralidade da rede. O artigo impede que os provedores priorizem, bloqueiem, filtrem, analisem ou monitorem pacotes de dados. Todo o tráfego, seja por HTTP, download, transferência de arquivos, streaming de vídeos ou VoIP, terá a mesma prioridade, uma vez que os provedores de serviço estão impedidos de discriminar tráfego com base no conteúdo. Isso pode ter um impacto significativo sobre as empresas devido ao formato do tráfego de aplicativos essenciais aos negócios. Se o tráfego da empresa for encaminhado, comutado ou roteado, as marcações de QoS no tráfego de IP poderão não ser honradas para as empresas com links compartilhados. Essa falta de formato de tráfego pode impedir que dados essenciais aos negócios obtenham tratamento preferencial ao atravessar a WAN ou a Internet. Além disso, com limites para o regulador de largura de banda, o comportamento dos usuários, como uso de vídeos em HD, pode ter um impacto direto sobre os custos de largura de banda, que vão aumentar.

TI flexível e ágil é a resposta
Uma coisa permanece clara sobre o impacto do Marco Civil da Internet: como é sempre o caso, respeitar a nova legislação terá custos para o setor de TI. E, também como é de costume, as empresas com capacidade de se adaptar rapidamente a novas exigências regulamentares, de qualquer origem, acharão essa mudança mais fácil, rápida e menos dispendiosa. Muitas empresas brasileiras já interagem com parceiros estrangeiros com instruções regulatórias e legislativas complexas que vão do armazenamento de dados de saúde, à privacidade do funcionário ou às leis de privacidade de dados da UE. Orientar-se em meio a essas políticas de dados por vezes incompatíveis e muitas vezes confusas deram a muitos profissionais de TI brasileiros uma grande vantagem inicial, proporcionando sua familiarização com ferramentas de conformidade e estratégias de tecnologia e implementação para assegurar sucesso em auditorias.
Melhor ainda, os dias de soluções limitadas e monolíticas de conformidade ou de soluções caras de configuração, monitoramento e gestão terminaram. Agora, os profissionais de TI têm acesso a um conjunto de ferramentas maduras e acessíveis para agilizar a conformidade regulatória, cobrindo tudo para monitoramento de rede e de aplicativos, gerenciamento de configuração, gerenciamento de endereços IP, gerenciamento de virtualização, segurança de firewall, monitoramento de tráfego e muito mais. Além de respeitar a primeira lei desse tipo no mundo, o Marco Civil da Internet, você pode até colocar em ação algumas daquelas políticas corporativas internas que estavam em banho-maria já há um bom tempo.

Por Patrick Hubbard. “Geek” e diretor de marketing de produtos técnicos na SolarWinds, provedora de softwares de gerenciamento de TI com sede em Austin, no Texas.

A formação em TI: o papel da universidade e do mercado

em Tecnologia e Ciência por
Por Maurício Pimentel
A Tecnologia da Informação está presente em todas as áreas da economia, dando suporte a processos dos mais simples aos que gerem um incontável volume de dados. Entretanto, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até 2020 o segmento precisará de 750 mil novos profissionais para alcançar a meta de elevar sua participação no PIB do país para 6,5%. Esse cenário é preocupante e comprova que a oferta de especialistas em TI crescem de modo muito mais lento do que a demanda, tornando esse gap cada vez maior. E como resolver isso? A formação acadêmica é o caminho para a solução?
Essa formação é muito mais complexa atualmente do que na década de 80, por exemplo. Além do conhecimento tecnológico, que deve abarcar a constante inovação e integrar as ferramentas e tecnologias que aceleradamente surgem no mercado, torna-se cada vez mais importante e diferenciador a formação e o desenvolvimento das habilidades humanas, os chamados soft skills. Eles são, sem dúvida, o maior desafio enfrentado pelas empresas com os profissionais das gerações X e Y. Segundo as contratantes, a técnica pode ser ensinada, já essas questões humanas, nem sempre.
O terceiro ponto desafiador é a qualidade de ensino. Hoje o Brasil paga a conta de um período que fingiu formar profissionais de TI. Há sim inúmeras vagas, mas também inúmeras pessoas disponíveis no mercado que não preenchem os requisitos básicos para as oportunidades. Isso é reflexo desse período infeliz para a formação de mão de obra brasileira em tecnologia.
Tendo em vista nosso cenário, cabe às instituições anteciparem-se às tendências de TI e isso não é algo futuro, é pra já. A demanda de hoje não é a mesma que teremos daqui a poucos meses. Além das questões técnicas, também entra aqui a necessidade de abordagem das habilidades humanas. Liderança, gestão, relacionamento e habilidade para lidar com conflitos, aceites e negativas são alguns deles, que devem estar imersos no dia a dia acadêmico das faculdades de TI. E vale lembrar que abordagens pontuais, em palestras, por exemplo, não são suficientes. Estudar ética é chato, vivê-la, não. Ser reconhecido por essas habilidades é engrandecedor e motiva os alunos.
Simultaneamente, as empresas também têm seu papel e estão em uma linha tênue neste cenário. A reclamação vinda desse setor faz sentido, mas a mudança não vai existir com o esforço de um só lado. As parcerias entre universidades e empresas precisam ir além das palestras e da liberação de softwares para estudo, é preciso ter interação, conversas e projetos mais elaborados. Isso abre portas para os dois, com debates de questões importantes para companhias e experiência para os alunos. Ainda, provê correções imediatas, com as organizações apontando melhorias no conhecimento dos alunos em um ambiente ainda mais seguro do que um estágio, que também é de suma importância. Tal interação é fundamental para evoluirmos no preparo de profissionais de tecnologia no país.
Vale lembrar, ainda, que a formação de um profissional não acaba com o término do curso. Além da graduação, a formação continuada também é um desafio a ser superado. Isso é resolvido em partes no âmbito acadêmico, com cursos de extensão e pós-graduação, porém, esse ponto só estará integralmente sanado com a participação da empresa, novamente. O dia a dia é uma grande escola e as companhias que investem na capacitação de seus profissionais estão um passo à frente no mercado.
Em suma, a solução para o “problema” da formação em TI é sim da universidade, mas não apenas dela. É imprescindível que o mundo corporativo auxilie no desenvolvimento do profissional que deseja. Hoje, nenhum dos lados faz isso mal, porém, não fazem juntos. O mercado precisa compreender que o ambiente acadêmico por si só não basta, é preciso investir em seus colaboradores com cursos extras e treinamentos adequados às suas necessidades. O mundo corporativo não tem paciência para essa pós-formação e ela é extremamente necessária. A academia dá a base; a prática, o acabamento. Há ajustes na capacitação de um profissional que só o dia a dia oferece.
*Maurício Pimentel é coordenador-geral da BandTec, faculdade de tecnologia do Colégio Bandeirantes

10 dicas para o empreendedor que deseja criar uma Startup

em Negócios por

Startup já virou sinônimo de negócio lucrativo. Entretanto, ingressar neste modelo de empreendimento requer mais do que ter uma ideia brilhante na cabeça. Para levar o projeto adiante é importante ter afinidade com a inovação, persistência e muito conhecimento técnico acerca da atividade que se pretende desenvolver e do setor em que se deseja atuar. Além disso, fazer contato com investidores também é outro passo fundamental. Afinal, acreditar na própria ideia é fácil, o desafio é convencer outra pessoa de que seu negócio é algo realmente significativo, com poder de transformar a vida das pessoas.

Para quem deseja criar uma startup de sucesso, o vice-presidente de Negócios e Relacionamento do Angels Club, Junior Borneli, reúne 10 dicas fundamentais. Confira abaixo:

• Antes de tirar o negócio do papel verifique se a ideia original se encaixa nas premissas de uma startup. Esteja aberto a ouvir opiniões, pesquisar o mercado e suas necessidades, identificar o público em potencial e a concorrência. Conversar com quem conhece o mercado e extrair o máximo de informações é fundamental para identificar a oportunidade real do seu negócio;

• Estude, pesquise, investigue. Adquirir conhecimento sobre administração, finanças, marketing e demais assuntos pertinentes ao mundo do empreendedorismo é essencial para a abertura e gestão do negócio. Além disso, trocar vivência com outros empreendedores, fazer cursos ou buscar informações nas redes sociais é mais uma forma de ganhar conhecimento e ampliar o seu negócio;

• Fique atento aos principais cuidados jurídicos básicos, entre eles, a abertura formal da empresa, o registro da marca, dos produtos e dos serviços que serão oferecidos pela startup. É importante ressaltar que qualquer alteração contratual na empresa deve ser informada e atualizada junto às autoridades competentes;

• Nem sempre os empreendedores dispõem de recurso financeiro próprio, suficiente para investir no negócio. Nesses casos, contar com a ajuda de um ou mais investidores é a melhor alternativa para fazer a empresa crescer. Eles são profissionais experientes, capitalizados e dispostos a participar da criação da startup. Nesse sentido, o Angels Club pode ajudar. Com a missão de democratizar o empreendedorismo no Brasil, o Angels Club é uma plataforma que conecta investidores dispostos a movimentar a economia de forma proativa e multiplicadora a empreendedores de diversos perfis e segmentos de atuação. De tecnologia ao setor imobiliário. De agronegócios a projetos sociais. De automação a biotecnologia. Estes empreendedores podem ainda estar com as suas ideias em fase embrionária ou iniciada (startups), mas precisando de capital e expertise para se consolidarem. Além de poder divulgar o seu projeto por um ano, com o Angels Club o empreendedor terá a chance de participar de eventos com executivos ligados ao universo das startups, o que ampliará consideravelmente o seu networking, terá acesso a cursos e treinamentos e, ainda, receberá clipping e material de apoio, tudo isso gratuitamente;

• Pense globalmente. Ideias globais são sempre mais interessantes. Se a startup criada tem uma solução universal, isso atrai a atenção de investidores, sempre em busca de novas oportunidades;

• Mantenha-se antenado e com foco na inovação. Em um ambiente tão competitivo como o mundo dos negócios, ter diferencial e criatividade são fatores que podem definir quão longe sua empresa pode chegar;

• Invista em networking. Se você está seguro que sua rede de contatos criará ambientes de geração de negócios e ajudará a ativar sua startup, vá em frente e aposte no negócio;

• Determine regras claras de organização, sobretudo, quando se tratar de funcionários. A contratação informal, por exemplo, pode acarretar em sérios problemas trabalhistas futuros;

• Gere conteúdo para sua startup. Faça-a aparecer. Crie um blog, compartilhe o conteúdo gerado no blog em sua fan page, faça parceria com sites e demais redes sociais;

• Nunca desista. Não ache que sua ideia não possui concorrentes e que existe uma fórmula mágica para que seu negócio dê certo. A concorrência fortalece e estimula a evolução e qualificação constantes. Saiba lidar com críticas negativas e até possíveis mudanças no projeto sem se deixar abater. Os segredos do jogo são perseverança e resiliência.

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