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Textinho do Textão

em Monocotidiano/News & Trends por

Para começar já vou logo avisando que não defendo nenhum lado, nenhuma posição, nenhuma opinião. Assim, nenhuma das partes envolvidas deixará de ler meu texto na primeira linha. E dessa forma, também me posiciono como um imparcial e honesto julgador das atitudes alheias, sem levarem em conta o meu óbvio ponto de vista enviesado e que disfarçadamente deixarei presente no que escrever. Nesse momento é fundamental que acreditem que estou fazendo algo apenas buscando o bem comum e a real elucidação de um pensamento crítico inovador, que poderá abrir novas portas para o conhecimento e ampliar a discussão, trazendo luz sobre o assunto. Mesmo que eu queira apenas impor meu ponto de vista e dar embasamento para meus pensamentos mais desprezíveis.

Aproveito também para me colocar como uma parte desinteressada. E se possível, cito até amigos que tenham posição contrária à minha, estejam na situação que descrevo como errada ou, ao contrário, tendo tudo para ser contra mim, me apoiem.

Na sequência faço uma mea culpa, citando uma passagem insignificante do passado que me levaria a ser contrário ao que eu acredito, mas que eu superei e não impediu que, hoje, eu tenha essa opinião isenta e correta.

Aqui começo a dissertar sobre o que eu penso. Mas para não soar arrogante e pretensioso, coloco tudo isso sob uma análise lógica e professoral, mesmo que seja uma lógica arbitrária e fácil de se combater, a descrevo como uma obviedade que só os incultos discutiriam.

Faz parte desse momento citar estudos internacionais que corroborem com a minha opinião e a fortaleçam, sobretudo se vierem sob a proteção divina de uma instituição renomada. Por isso faço questão de citar um estudo de 2013 da Internationa University of Ramdom Knowledge de Ohio, feita pelo grande cientista Phillip Lloyd, especialista em Aleatory Social Studies. Ou outro nome e instituição qualquer, já que ninguém vai conferir as informações e isso só serve para mostrar o meu alto conhecimento do assunto, dando mais peso para o que eu disser.

Aqui vomito opiniões, se puder, com um português rebuscado. Mesóclises? Usá-las-ei. Perguntas retro-afirmativas? Claro que sim. Formulações que já deixem claro onde vou chegar antes de eu dar minha conclusão, a fim de parecer que você concordava comigo antes mesmo de ler, são importantes? Sim, porque é importante que você ache que concorda comigo antes mesmo de ler o que eu escrevi.

Absurdos, atrocidades, maluquices em geral são permitidas, desde que ungidas pela total desconstrução do pensamento contrário. E sempre travestidos de sensatez, análise profunda, opinião desconexa da maioria e, por isso, inteligente.

Ao fim, repito o discurso inicial. Se puder, cito outra passagem de vida que me coloque como um arrependido, que já defendeu o lado anterior, mas quando ainda não era capaz de ver a verdade, ser guiado pela luz e ter um pensamento maduro, crítico e respeitável. Se puder dizer que pensava assim em uma situação pré-momento-de-mudança-brusca-de-vida, melhor. Como quando ainda não estava no mercado de trabalho, quando ainda morava com os pais, antes de ter filho ou antes de ter assumido uma grande posição em uma empresa importante e entender o outro lado da vida que nunca foi capaz de ver anteriormente.

Termino dizendo que os comentários e críticas são bem-vindos, embora vá apaga-los assim que discordarem de mim, fazendo com que todos os comentários abaixo sejam elogiosos e captem a genialidade do meu pensar. Direi que tenho apenas o objetivo de comunicar uma posição para levantar a discussão, mesmo que eu vá rebaixar todas as opiniões contrárias e impedir qualquer debate aberto.

Peço desculpas pelo texto enorme, mas é que eu sou muito eloquente e tenho muitas coisas geniais para dizer.

 

Reitero que é apenas uma reflexão.

 

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