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The São Paulo Times faz parceria com o Washington Post para cobrir eleições dos Estados Unidos em 2016

Polêmicas e disputa acirrada chamam a atenção do mundo para a uma das eleições mais apertadas dos últimos anos As…

By Redação , in Mundo News & Trends The São Paulo Times , at 01/03/2016

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Polêmicas e disputa acirrada chamam a atenção do mundo para a uma das eleições mais apertadas dos últimos anos

As eleições nos Estados Unidos estão chamando a atenção do mundo inteiro. Não somente pela decisão do novo líder de uma das principais economias do mundo, e de um país que influencia fortemente muitas outras nações no planeta, mas também pela disputa extremamente acirrada que o pleito promete.

As promessas são muitas e os candidatos também. Além das polêmicas dentro dos próprios partidos, como entre Hillary Clinton e Bernie Sanders, do Democratas, também temos a participação, pelo partido Republicano, do bilionário americano Donald Trump, que tem chamado a atenção por causa de opiniões conservadoras e nacionalistas, principalmente em relação a causas como a dos refugiados e de latinos nos EUA.

As eleições por lá são bastante diferentes das do Brasil. Primeiro porque o voto é facultativo. No dia da eleição, se um americano não quiser votar ou não se sentir representado por nenhum candidato, ele pode ficar em casa.

Outra grande diferença é o sistema eleitoral. Ao contrário do Brasil, onde a totalidade dos votos dos cidadãos é somada e, disso, concluído o vencedor do pleito , nos Estados Unidos o voto do eleitor não é creditado diretamente ao seu candidato. Os votos dos eleitores de cada Estado servem para eleger delegados no Colégio Eleitoral. São estes que representarão os eleitores de sua unidade federativa na escolha final do futuro presidente. Desde 1954, o Colégio Eleitoral é composto de 538 assentos, dos quais pelo menos 270 votos (maioria mínima) são necessários para se decretar um vencedor.

Cada Estado tem uma quantidade própria de representantes determinada proporcionalmente pelo tamanho de sua população. Por isso há a polêmica de muitas vezes um candidato ter recebido mais votos, mas perder a eleição porque o outro candidato foi mais votado nos estados mais populosos, que consequentemente elegeram mais representantes do Colégio Eleitoral e assim, tinham mais votos para o presidenciável eleito.

Além disso, a população vota nos pré-candidatos de cada partido, que disputam internamente a vaga oficial à Casa Branca. Em fevereiro, eleitores dos partidos Democrata e Republicano começam a votar em cada Estado para decidir quais pré-candidatos devem representar as siglas na eleição. As primárias se encerram em junho, quando os dois candidatos escolhidos passam a concorrer entre si e a eleição oficial acontece em novembro.

Para explicar melhor para o leitor, o The SP Times se juntou ao Washington Post, e vai contar ao longo de 30 semanas tudo o que ocorre por lá numa das eleições mais marcantes dos EUA.

Para saber mais sobre as eleições nos EUA e sobre outros assuntos, não deixe de acompanhar o conteúdo pelas nossas Redes Sociais e pelo Portal.

Veja a primeira matéria publicada: O que é a “Super Tuesday”?

Por Brenno Souza

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