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Viagem de intercâmbio com poucos brasileiros garante melhor aproveitamento

Fugir dos modismos e estudar em lugares onde menos pessoas falem a sua língua é a melhor recomendação para aprender…

By Redação , in Brasil The São Paulo Times , at 19/08/2014 Tags:

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Fugir dos modismos e estudar em lugares onde menos pessoas falem a sua língua é a melhor recomendação para aprender mais e voltar pra casa com uma boa bagagem cultural.

Não há dúvidas! Fazer intercâmbio onde há poucos brasileiros é muito mais proveitoso do que viajar para estudar com um monte de gente que têm os mesmos costumes. E é fácil encontrar um destino com pequenas populações de brasileiros. Basta se informar e desapegar do trivial.

No Canadá, por exemplo, as cidades mais procuradas pelos estudantes do Brasil são Vancouver e Toronto. Já nos EUA, as mais cotadas estão entre Nova York, Chicago, Boston, San Diego e San Francisco. Na Austrália, Sidney e Perth são as mais concorridas!

Realmente cada um destes destinos tem encantos e atrações singulares, mas como o objetivo de quem faz intercâmbio é aprender um idioma diferente, e adaptar seu modo de vida a uma cultura diferente, o melhor negócio é viajar para outros lugares, e deixar para desbravar os lugares da moda em outra ocasião.

Adelaide, na Austrália; Christchurch, na Nova Zelândia; Jeffreys Bay, na África do Sul; Seattle, nos Estados Unidos; e Whistler, Ottawa e Edmonton, no Canadá são bons exemplos de cidades onde os brasileiros irão encontrar poucos conterrâneos. Isso ocorre, entre outros motivos, porque essas regiões são menos populosas e têm o clima mais frio durante a maior parte do ano. Isso atrai menos brasileiros.

Em contrapartida, todas elas têm várias boas escolas e opções de lazer, como bares, restaurantes, casas noturnas, centros comerciais e lugares para prática esportiva. Além disso, estão localizadas a algumas horas de voo das capitais e cidades famosas, o que permite fazer visitas para conhecer um pouco do glamour das queridinhas. Se o viajante fizer questão de fazer passeios como este, vale a pena incluir esta despesa no programa de viagem.

 “A maioria das pessoas que nos procura para tirar visto, quer ir para as cidades onde têm as maiores populações de brasileiros. Embora não sejamos uma agência de viagem, quando temos abertura dos clientes, orientamos que procurem destinos onde há mais chance de aproveitamento e aprendizado.”, conta Alexandre Luis Pedrosa, da Infovistos.

Com relação à documentação para ter o visto aprovado para fazer intercâmbio, Alexandre alerta para a necessidade de comprovar que os estudantes estão viajando para estudar, sem a pretensão de morar no país estrangeiro; e que têm condições para arcar com suas despesas no exterior.

Para tanto, é preciso reunir documentos como matrícula em escola ou faculdade, certidão de casamento ou dos filhos e/ou carteira de trabalho registrada, por exemplo, sem falar dos extratos bancários.

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