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Você sabe como funciona o Teste de Paternidade?

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Foto: Reprodução

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A Lei da Paternidade garante, desde 1992, o reconhecimento de filiação pelo pai no registro de nascimento da criança. Mas você sabe como é feito o Teste e quais são as informações levadas em conta para atestar a paternidade de alguém?

Segundo o geneticista Dr. Gustavo Guida, do Delboni Medicina Diagnóstica, o teste de paternidade se baseia na análise de regiões do DNA extraído nas amostras de sangue dos supostos pai, mãe e filho nas quais ele é propenso a apresentar variações, já que é por meio do DNA que herdamos as características dos pais.

“Cada um de nós tem um conjunto único dessas variáveis, representando uma mistura de nossos pais. Cada um deles contribuiu com metade do nosso material genético. O resultado é feito por meio de uma comparação entre as variáveis presentes no DNA. E para legitimar a paternidade, metade de todas as variáveis precisa ser compatível com cada um dos pais”, ressalta. Em situações mais críticas, em que a mãe ou o pai não são disponíveis para o teste, é possível utilizar o material dos avós, por exemplo. “Mas o ideal é que sempre haja a presença dos pais e da criança para a realização do exame”, reforça o médico. 

O geneticista lembra que, para a realização do teste, existem algumas restrições e procedimentos a serem seguidos. “As pessoas que farão o exame através do sangue não podem ter passado por transfusão de sangue recente, ou transplante de medula óssea, pois isso pode alterar o resultado do teste. Nesses casos, costuma-se colher outro material – mas com resultados tão seguros quanto no sangue. Além disso, não é preciso fazer jejum no dia da coleta de sangue”, finaliza. O índice de confiabilidade do teste é de 99,9%. 

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